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Pelo menos 50 pessoas já morreram em confrontos no Estado de Alto Nilo, no Sudão do Sul, em choques entre forças regulares e milicianos que se recusam a entregar suas armas, informaram hoje autoridades locais. O choques registrados ontem já haviam provocado a morte de outras 30 pessoas. Na quinta e na sexta-feira, embates semelhantes causaram pelo menos 20 mortes.

"Houve 11 mortes em Paloich e 19 em Melut, assim como muitas pessoas feridas", disse hoje Akuoc Teng Diing, comissário do condado de Melut, sobre os confrontos do sábado. "A situação é muito ruim, mas agora está sob controle. Não há novos choques ocorrendo hoje", prosseguiu ele.

A maioria dos soldados das forças regulares são sulistas que lutaram no norte do país durante a guerra que durou 21 anos entre o sul e norte do Sudão. Os choques do sábado teriam começado porque milicianos querem manter no sul do país armamentos que receberam durante a guerra.

Cerca de 99% dos habitantes do sul, produtor de petróleo, votaram a favor da separação do norte em um referendo em janeiro de acordo com resultados preliminares. O referendo faz parte de um acordo de paz de 2005, que pôs fim à guerra civil entre o sul e o norte. As informações são da Dow Jones e da Associated Press.

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