i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Assembleia Nacional

Deputados chavistas voltarão ao parlamento de maioria opositora na Venezuela, diz regime

  • PorGazeta do Povo
  • 16/09/2019 20:57
O ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez (centro), a vice-presidente Delcy Rodríguez (centro), e outras autoridades durante assinatura de acordo no Ministério de Relações Exteriores, Caracas, 16 de setembro de 2019
O ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez (centro), a vice-presidente Delcy Rodríguez (centro), e outras autoridades durante assinatura de acordo no Ministério de Relações Exteriores, Caracas, 16 de setembro de 2019| Foto: Ministério das Relações Exteriores da Venezuela / AFP

O ministro da Comunicação do regime de Nicolás Maduro na Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou nesta segunda-feira (16) que deputados chavistas retornarão à Assembleia Nacional (AN), o parlamento de maioria opositora liderada por Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países. Ele anunciou também a designação de um novo Conselho Nacional Eleitoral (CNE). As medidas são parte de um acordo firmado entre representantes do regime de Maduro e de quatro partidos políticos de oposição que estabeleceram uma mesa de diálogo alternativa, sem a participação do partido de Guaidó, o Voluntad Popular, e seus principais aliados.

A chamada "mesa nacional de diálogo" chegou a dez acordos, incluindo a reincorporação de deputados do Partido Socialista Unido de Venezuela (Psuv), de Nicolás Maduro, e seus aliados para a Assembleia Nacional, órgão considerado em desacato pelo regime. O vice-presidente do Psuv e número dois do chavismo, Diosdado Cabello, disse que 54 deputados chavistas voltarão para a AN com o objetivo de preparar as futuras eleições do Poder Legislativo.

O acordo foi assinado pelos partidos de oposição minoritários Cambiemos, Avanzada Progresista, Movimiento al Socialismo e Soluciones. A mesa concordou também em rechaçar as sanções econômicas impostas contra a Venezuela e exigir a sua suspensão.

Esta nova mesa de diálogo foi anunciada depois da suspensão das negociações entre representantes da oposição e do regime de Maduro, mediadas pela Noruega, o chamado Mecanismo de Oslo. No domingo, Guaidó afirmou que o diálogo com o chavismo havia se esgotado e que daria início a uma "nova etapa de luta". Maduro havia suspendido as conversas 40 dias antes.

Guaidó revelou a proposta da oposição que foi negada pelo regime: "a saída de Maduro e a minha separação da presidência interina, e a conformação de um Conselho de Governo Plural para dar entrada à ajuda humanitária e convocar eleições presidenciais livres", disse pelo Twitter nesta segunda-feira.

Para Guaidó, a instalação de uma nova mesa de diálogo entre o regime e alguns grupos alternativos "só trará mais crise".

O ditador Nicolás Maduro comemorou o acordo e disse que a decisão estava sendo elaborada havia meses. "Quero celebrar com todo o país a assinatura deste acordo, é um passo acertado e necessário que abre todas as portas para o diálogo pela paz", afirmou Maduro em evento transmitido pela televisão estatal nesta segunda-feira, segundo o jornal El Universal.

Partidos venezuelanos rechaçaram o acordo entre o regime de Maduro e setores da oposição. A deputada da Assembleia Nacional Delsa Solórzano afirmou que o acordo "busca propiciar um golpe eleitoral contra o Poder Legislativo democraticamente eleito pelos venezuelanos".

O deputado Carlos Berrizbeitia apontou que o acordo firmado nesta segunda-feira não contempla novas eleições presidenciais, como havia proposto a delegação de Guaidó no Mecanismo de Oslo. "O acordo entre partidos políticos do regime de Nicolás Maduro, que armou a sua própria oposição, é rechaçado pelas forças democráticas e todo o país porque apenas busca manter Maduro [no Palácio de] Miraflores", disse.

1 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 1 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.

  • G

    Giancarlo Bento Antoniutti

    ± 11 horas

    Mais um golpe a caminho.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso