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Derrotar a Al-Qaeda está agora "ao nosso alcance", diz Obama

Ele também fez um novo apelo aos insurgentes do talibã para que rompam com a rede terrorista, responsável pelos ataques contra os Estados Unidos em 2001, e pediu avanços em conversas de reconciliação

  • PorAFP
  • 01/05/2012 17:57

O presidente americano, Barack Obama, disse aos americanos que o objetivo de derrotar a Al-Qaeda está agora "ao nosso alcance", mais de uma década depois dos atentados de 11 de setembro.

Em discurso ao público americano durante a visita surpresa ao Afeganistão, Obama declarou: "o objetivo de derrotar a Al-Qaeda e impedir que ela volte está agora ao nosso alcance", declarou Obama nesse discurso como conclusão de uma visita surpresa de algumas horas ao Afeganistão, onde assinou um acordo estratégico um ano depois da eliminação de Osama bin Laden.

Ele também fez um novo apelo aos insurgentes do talibã para que rompam com a rede terrorista, responsável pelos ataques contra os Estados Unidos em 2001, e pediu avanços em conversas de reconciliação.

"Em coordenação com o governo afegão, minha administração esteve em discussões diretas com o talibã", disse Obama em discurso feito na Base Aérea de Bagram.

"Nós dissemos claramente que eles podem fazer parte do futuro se romperem com a Al-Qaeda e aderirem às leis afegãs. Muitos membros indicaram interesse na reconciliação".

"O caminho para a paz está pronto para eles. Aqueles que se recusarem a percorrê-lo enfrentarão as forças de segurança afegãs auxiliadas pelos Estados Unidos e nossos aliados."

Mas, além dos soldados, Obama tentou dirigir-se sobretudo a seus compatriotas quase 11 anos depois de os Estados Unidos invadirem o Afeganistão após o 11 de setembro, e derrubar o regime dos talibãs que deram apoio à Al-Qaeda e seu líder, Osama bin Laden.

"Reconheço que muitos americanos estão fartos da guerra. Como presidente, nada é mais pungente do que assinar uma carta a uma família (de soldado morto) e olhar nos olhos de uma criança que crescerá sem mãe ou sem pai", disse.

"Não deixarei os americanos em perigo nem um dia além do absolutamente necessário para nossa segurança nacional. Mas devemos colocar fim a esta guerra de forma responsável", completou.

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