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A República Centro-Africana terá eleição presidencial no próximo ano, informou o primeiro-ministro, Nicolas Tiangaye, curvando-se à pressão da ex-potência colonial França para acelerar a transição depois de um golpe de Estado em março. O presidente interino, Michel Djotodia, líder do grupo rebelde Seleka, que tomou a capital Bangui, em março, deveria permanecer no cargo até 2015 após um acordo com potências regionais africanas. Porém, depois de negociações em Bangui com a embaixadora dos EUA para a ONU, Samantha Powers, Tiangaye disse que uma nova autoridade eleitoral seria empossada até a semana que vem.

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