i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Reféns

Em vídeo, Estado Islâmico cobra US$ 200 mi por vida de japoneses

Primeiro-ministro do Japão prometeu salvar os reféns, mas não informou se o governo pagará o resgate

  • PorFolhapress
  • 20/01/2015 06:34
Em vídeo, jihadista ameaça matar reféns japoneses | Reuters
Em vídeo, jihadista ameaça matar reféns japoneses| Foto: Reuters

Um vídeo divulgado nesta terça-feira (20) mostra a milícia radical Estado Islâmico ameaçando matar dois reféns japoneses a não ser que recebam um resgate de US$ 200 milhões (R$ 524 mi) nas próximas 72 horas.

O vídeo, produzido pela al-Furqan (braço midiático dos jihadistas) e postado em sites simpáticos à milícia, foi produzido no mesmo estilo de outras ameaças já realizadas pelo EI - reféns ajoelhados e vestidos de laranja, enquanto um homem com o rosto coberto fala à câmera. O militante se dirige diretamente ao premiê japonês, Shinzo Abe, que fazia visita oficial ao Oriente Médio, mas cancelou compromissos oficiais depois do vídeo.

Num discurso proferido em Jerusalém, Abe prometeu salvar os reféns, identificados pelos extremistas como Kenji Goto e Haruna Yukawa. Ele pediu que o EI libere imediatamente os homens. "Peço encarecidamente que não causem nenhum dano aos reféns e os liberem imediatamente", disse.

Goto é jornalista e Yukawa é funcionário de uma companhia militar privada. O primeiro-ministro acrescentou que "extremismo e islã são duas coisas completamente diferentes". Recentemente, Abe anunciou que ajudaria em US$ 200 milhões (R$ 524 mi) países que combatessem a milícia.

No vídeo, o jihadista afirma que "apesar de o Japão estar a mais de 8.500 km de nós, você resolveu se associar à cruzada. Você doou US$ 100 milhões (R$ 262 mi) para que matem nossas mulheres e crianças e que destruam as casas dos muçulmanos". Assim como em gravações anteriores, o homem que fala à câmera tem sotaque britânico.

De Tóquio, o chefe de gabinete do governo japonês, Yoshihide Suga, se negou a informar se o Japão pagará ou não o resgate exigido pelo Estado Islâmico. "Se for verdadeiro [o vídeo], a ameaça em troca da vida de pessoas é imperdoável e nós nos sentimos muito indignados", disse. Suga completou que o Japão "se esforçará ao máximo para conseguir que eles [os reféns] sejam liberados o mais rápido possível".

O vídeo é o primeiro que o Estado Islâmico exige pagamento de resgate. Acredita-se que o grupo esteja enfraquecido após os bombardeios da coalizão liderada pelos Estado Unidos. No ano passado, o grupo divulgou vídeos em que ameaçava reféns. Porém, em vez de dinheiro, pedia que os ataques cessassem.

Em três filmagens, ameaçavam os reféns americanos James Foley e Steven Sotloff, além do britânico David Haines. Todos foram mortos. Outro britânico, John Cantile, continua refém dos jihadistas e aparece frequentemente em vídeos de propaganda. Cantile, inclusive, escreveu um artigo para a revista Dabiq, outro veículo de publicidade da milícia extremista.

O Estado Islâmico controla partes consideráveis da Síria e do Iraque, região onde pretende instaurar um califado (estado que segue a lei islâmica).

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.