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A turma voltou com dança, música e muito mais romance | Divulgação/Disney
A turma voltou com dança, música e muito mais romance| Foto: Divulgação/Disney

O enviado especial da Organização das Nações Unidas para Mianmar, Ibrahim Gambari, se reuniu nesta terça-feira com o general Than Shwe, o chefe da Junta Militar, em uma tentativa para buscar uma saída para a crise que vive o país asiático. Fontes diplomáticas indicaram que o encontro aconteceu na cidade de Naypyidaw, a nova capital do país, mas não divulgaram mais detalhes.

Até agora, a visita oficial de quatro dias não mostrou resultados. O enviado da ONU deixou o país nesta terça-feira depois de um novo encontro com a líder da oposição Aung San Suu Kyi, com quem já havia estado em sua viagem a Mianmar. Antes de partir, Gambari cancelou uma breve audiência que faria a diplomatas baseados em Rangun.

O chanceler de Mianmar, U Nyan Win, acusou na segunda-feira "oportunistas políticos" de tentarem criar um confronto em seu país, com ajuda externa, de modo a explorarem o caos subsequente. A ONU tem mostrado sua preocupação pelo estado das pessoas detidas nos últimos dias, mais de 6 mil, segundo os meios de imprensa da dissidência.

Than Shwe, considerado como o principal obstáculo para a democratização de Mianmar, concordou na segunda-feira em se reunir com Gambari, que chegou a Mianmar no sábado.

No domingo Ibrahim se reuniu durante uma hora em Rangun com a líder do movimento democrático birmanês, Aung San Suu Kyi, de 62 anos, prêmio Nobel da Paz e em prisão domiciliar desde 2003. De acordo com os meios da dissidência, Ibrahim planeja voltar a se reunir com Suu Kyi antes de deixar Mianmar.

Ao menos 16 pessoas morreram desde o início da violenta repressão aos protestos liderados por monges budistas, em 26 de setembro, entre elas dois estrangeiros, mas o número pode ser muito superior se forem confirmadas as informações da dissidência que denunciam que a Junta Militar fez desaparecer dezenas de corpos.

A agência de notícias japonesa Kyodo informou nesta terça-feira que altos funcionários birmaneses comunicaram ao vice-ministro de Exteriores japonês, Mitoji Yabunaka, que a morte do jornalista japonês durante os protestos em Rangun foi acidental .

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