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Pandemia

Estados americanos registram alta de casos de Covid-19; Suécia supera marca de 5 mil mortes

  • PorEstadão Conteúdo e Gazeta do Povo
  • 17/06/2020 18:13
Pessoas fazem exercícios atrás de proteção de plástico para evitar transmissão de coronavírus em academia de Redondo Beach, no dia da reabertura de academias na Califórnia, 15 de junho de 2020
Pessoas fazem exercícios atrás de proteção de plástico para evitar transmissão de coronavírus em academia de Redondo Beach, no dia da reabertura de academias na Califórnia, 15 de junho de 2020| Foto: FREDERIC J. BROWN / AFP

Seis regiões dos Estados Unidos registraram seus maiores aumentos diários de casos na última terça-feira (16), à medida que o processo de reabertura da economia no país se intensifica. Os estados que apresentaram o recorde de novos infectados foram Texas, Oklahoma, Flórida, Arizona, Oregon e Nevada. Com 2.622 casos a mais, o Texas ainda teve um aumento de 11% de hospitalizações de pacientes com Covid-19 em apenas um dia. Já a Flórida registrou o maior índice de infectados em um estado, com 2.783 novas contaminações. O acréscimo representa uma alta de 3,3% no número de casos, taxa acima dos 2,8% registrados na média dos sete dias anteriores. Abaixo de Flórida e Texas, o Arizona contabilizou mais 2.392 infecções.

Um novo surto de Covid-19 em Pequim fez as autoridades da capital da China cancelarem cerca de 70% dos voos comerciais dos dois principais aeroportos do município, o que equivale a cerca de 1.255 voos cancelados, de acordo com dados da plataforma chinesa de viagens Flight Master. Nesta quarta-feira (17), Pequim registrou mais 31 infectados pelo novo coronavírus, elevando o total de pessoas que contraíram o vírus na cidade nos últimos sete dias para 137. Os novos casos estão ligados ao surto que teve origem no mercado alimentício de Xinfadi.

Segundo as autoridades locais, cerca de 356 mil habitantes da capital chinesa que tiveram contato direto ou indireto com o mercado de Xinfadi foram testadas para o novo coronavírus. Pang Xinghuo, vice-diretor do centro de prevenção de doenças de Pequim, disse que a cidade espera que o número de novos casos aumente "por algum tempo".

A Índia segue registrando altas taxas de novos infectados. Hoje, 10.974 indianos foram adicionados à contagem de infectados, elevando o total de contaminações para 354.065. Segundo o governo local, 2.002 pessoas morreram por Covid-19 nas últimas 24 horas, o maior número diário de óbitos registrado no país. Segundo os dados oficiais da Índia, 11.903 mortes no país foram causadas pelo novo coronavírus.

Na Europa, a Rússia teve seu menor registro de novos casos desde o dia 30 de abril, com 7.843 infecções somadas à conta oficial do governo, que agora chega a 553.301 doentes por Covid-19. O país reportou, até agora, 7.478 óbitos desde o início da pandemia.

O Instituto Robert Koch, agência estatal de saúde da Alemanha, informou que o país contabilizou mais 345 casos do novo coronavírus, elevando o total a 187.184. Ao todo, 8.830 cidadãos alemães morreram de Covid-19.

Autoridades regionais no Oeste da Alemanha disseram nesta quarta-feira que o número de casos de Covid-19 ligados a unidades de processamento de carnes subiu para 657 no condado de Guetersloh, um aumento significativo para a região.

A chanceler alemã, Angela Merkel, se reuniu hoje com os governadores dos 16 estados alemães para avaliar o progresso da resposta do país à pandemia. Após a reunião, ela falou a jornalistas que o país vai continuar reduzindo as restrições enquanto isola surtos locais.

"É por isso que recebo bem o fato de que, como hoje em Guetersloh, por exemplo, quando existe um acúmulo de infecções, medidas são imediatamente tomadas, por exemplo, o fechamento de escolas e afins", disse ela, segundo a AP.

A Suécia registrou nesta quarta-feira, 17, mais 102 mortes por covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, com isso elevou o total para 5.041, de acordo com dados oficiais. Nas últimas 24 horas, o país contabilizou 1.239 casos de infecção, chegando assim a 54.562 desde o início da pandemia.

Ainda segundo o balanço mais recente apresentado pelo governo, os números de pacientes internados e de mortos vêm caindo nos últimos dois meses, no entanto, seguem muito acima dos ostentados pelos demais países nórdicos.

O país escandinavo, de 10,3 milhões de habitantes, optou por medidas menos draconianas que os demais países europeus para frear a pandemia, uma decisão muito criticada. No entanto, a taxa de mortalidade por Covid-19 na Suécia é dez vezes maior do que a da Noruega, oito a da Finlândia, e quatro a da Dinamarca, embora siga distante das nações mais afetadas da Europa, como Espanha, Itália e Reino Unido.

"A estratégia é correta, porque é correto proteger vidas e a saúde. Que a Saúde receba os recursos que precisa, que atenuemos os efeitos nas empresas e para trabalhadores", afirmou o primeiro-ministro sueco, Stefan Löfven, ao jornal Expressen.

A Suécia optou por uma política de recomendações para a população, apostando na responsabilidade individual. Aos poucos, restrições foram adotadas, como fechamento de universidades, visitas aos asilos. Aulas para crianças e adolescentes, no entanto, seguiram sendo realizadas. Os restaurantes também continuaram abertos.

De todos os mortos no país, 90% são de 70 anos ou mais. A metade dos óbitos contabilizados no território aconteceu em instituições de acolhimentos de idosos.

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