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Governador de Istambul pede "perdão" por excessos policiais

Mutlu, um dos políticos dos quais os manifestantes exigem a renúncia por abusos policiais, tentou assim uma conciliação com a multidão

  • PorEFE
  • 09/06/2013 09:06

O governador de Istambul, Hüseyin Avni Mutlu, pediu perdão neste domingo (9) pelos "excessos" policiais e os "erros individuais" cometidos durante a repressão aos protestos antigovernamentais da semana passada na cidade turca. "É preciso pedir perdão pelos excessos e os erros individuais que ocorreram às vezes neste assunto. Peço mil perdões, de coração", disse o governador em uma inesperada mensagem divulgada no Twitter.

Mutlu, um dos políticos dos quais os manifestantes exigem a renúncia por abusos policiais, tentou assim uma conciliação com a multidão concentrada há dias na praça Taksim e também disse que "ele gostaria de estar com eles"."Jovens, sei que passam uma pacífica manhã no parque Gezi, com o piar dos pássaros, o zumbido das abelhas e o cheiro dos tilos. Gostaria estar com vocês", foi a bucólica mensagem que o governador postou na conta @ValiMutlu.

Longe de rotular os manifestantes como "saqueadores", como fez neste mesmo domingo o primeiro-ministro do país, Recep Tayyip Erdogan, o governador reconheceu que eles se definem como "indivíduos livres e cidadãos que estão acima dos partidos". Um comentário que contradiz as acusações de Erdogan de que a onda de protestos é provocada pela oposição para derrubar o governo.

"Se não pudermos entrar em acordo, estamos obrigados a compartilhar nossos problemas olhando-os de forma humana e com justiça", acrescentou o governador.

Além disso, Mutlu garantiu que não vai autorizar uma intervenção policial para despejar os que ocupam a praça Taksim e o parque Gezi, onde a polícia não entra há mais de uma semana. Dois manifestantes e um agente morreram e 4.000 pessoas ficaram feridas durante os confrontos entre agentes e manifestantes que ocorrem na Turquia há vários dias.

A União Europeia criticou a brutalidade policial, e o governo turco reconheceu que houve excessos e inclusive abriu uma investigação sobre a ação de vários agentes.

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