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Ex-presidente argentino é acusado de ter ordenado que fossem espionadas famílias de tripulantes de submarino encontrado afundado, em 2018
Ex-presidente argentino é acusado de ter ordenado que fossem espionadas famílias de tripulantes de submarino encontrado afundado, em 2018| Foto: EFE/Juan Ignacio Roncoroni

O juiz federal substituto de Dolores (província de Buenos Aires), Martín Bava, tornou réu o ex-presidente argentino Mauricio Macri por espionagem e abuso de autoridade. Segundo informações do Clarín, o juiz também determinou um bloqueio de 100 milhões de pesos (pouco mais de R$ 5,5 milhões) de Macri e o proibiu de deixar o país.

Macri é acusado de ter ordenado que fossem espionadas as famílias dos 44 tripulantes do submarino ARA San Juan de la Armada, que foi encontrado afundado, em 2018, um ano após ter desaparecido.

O processo foi iniciado em setembro de 2020, após uma denúncia feita pela Agência Federal de Inteligência da Argentina, já após o início do governo de Alberto Fernández, sucessor de Macri.

“É uma perseguição política que todos nós já conhecíamos. É muito mais incômodo para a Justiça argentina ter juízes como Bava”, declarou Macri, segundo o jornal La Nacion. O ex-presidente acusou o juiz de “incompetente” e “totalmente parcial”.

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