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No Equador, papa diz que ajudar a família é uma “dívida social”

Francisco oficiou missa para cerca de 500 mil pessoas em Guayaquil. Bolívia e Paraguai são as próximas paradas na viagem pela América do Sul

    • Guayaquil
    • EFE e Estadão Conteúdo
    • 06/07/2015 22:00
    O papa Francisco definiu a família como “o hospital mais próximo, a primeira escola das crianças” durante  missa em Guayaquil. | Leonardo Muñoz / EFE
    O papa Francisco definiu a família como “o hospital mais próximo, a primeira escola das crianças” durante missa em Guayaquil.| Foto: Leonardo Muñoz / EFE

    O papa Francisco afirmou ontem que a família deve ser ajudada e que isto não deve ser entendido como “uma forma de esmola”, mas é uma verdadeira “dívida social com relação a esta instituição”, durante a missa que oficiou em Guayaquil, no Equador, para cerca de 500 mil pessoas.

    “A família constitui a grande riqueza social que outras instituições não podem substituir, que deve ser ajudada e potencializada (...).”

    Papa Francisco.durante missa em Guayaquil.

    “A família constitui a grande riqueza social que outras instituições não podem substituir, que deve ser ajudada e potencializada para não perder nunca o sentido dos serviços que a sociedade presta aos cidadãos”, disse o pontífice em sua alocução no parque dos Samanes. Ele acrescentou que isso não é “uma forma de esmola, mas uma verdadeira dívida social com relação à instituição familiar, que tanto fornece bem comum a todos”.

    Francisco disse aos fiéis que em família aprende-se a ser servidor, a não “descartar” ninguém e “aprende-se a pedir permissão” e a dizer “obrigado como expressão de uma sentida valorização das coisas que recebemos”, além de pedir “perdão quando prejudicamos alguém ou brigamos”. “Em todas as famílias há brigas, o importante é pedir perdão”, afirmou o pontífice.

    “Eu peço que vocês rezem fervorosamente por essa intenção, pois assim Cristo pode tornar até aquilo que nos parece impuro, escandaloso ou ameaçador... em um milagre”, afirmou. “Hoje em dia, as famílias precisam de milagres!”

    O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, disse que o papa não se referiu a gays ou divorciados, mas estava fazendo uma referência geral e espera que os bispos “ajudem a Igreja a traçar este caminho, de deixar uma situação de pecado, para uma de graça”.

    Francisco contou que, quando perguntavam a sua mãe de qual de seus cinco filhos mais gostava, ela costumava não fazer comparações. “São como os dedos das minhas mãos. Se picam este dedo, dói do mesmo jeito que o outro”. Ele definiu a família como “o hospital mais próximo, a primeira escola das crianças, o grupo de referência imprescindível para os jovens e o melhor asilo para os idosos”.

    Francisco disse ainda que deseja que o Vaticano encontre melhores maneiras de lidar com os católicos que se sentem excluídos da Igreja.

    O papa dedicou os primeiros dois anos de seu mandato às questões de família, convidando a Igreja a estudar maneiras de promover cuidados para famílias católicas e famílias em situações “não tradicionais”.

    Ele retornou para a América do Sul, pela segunda vez desde que chegou ao posto, no domingo, alertando para a importância de proteger os mais necessitados e o meio ambiente e para impulsionar o diálogo entre todos os setores da sociedade. O papa deve repetir a mensagem durante suas próximas paradas na região, na Bolívia, na quarta e na quinta-feira, e no Paraguai, na sexta-feira.

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