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Obama debate reforma da saúde pública na Casa Branca

Cerca de 48 milhões de pessoas não têm plano de saúde. Aumento dos custos na área da saúde é uma das maiores ameaças a longo prazo

  • PorAgência Estado
  • 05/03/2009 17:30
Obama esteve reunido com adversários políticos, aliados, especialistas de sáude e médicos para debater a reforma na área da saúde | Larry Downing / Reuters
Obama esteve reunido com adversários políticos, aliados, especialistas de sáude e médicos para debater a reforma na área da saúde| Foto: Larry Downing / Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, teve uma reunião nesta quinta-feira (5) na Casa Branca com mais de 120 aliados e adversários políticos, especialistas de saúde e médicos, para debater a reforma do sistema norte-americano de saúde. Obama disse ao final do encontro que, embora tenha oferecido um plano de reforma durante a campanha presidencial do ano passado, declarou que a "única opção que não está sobre a mesa é manter o 'status quo' na saúde." Obama planeja criar um sistema nos EUA que seja mais abrangente que o proposto há quinze anos pelo então presidente Bill Clinton.

"Neste esforço, cada voz deve ser ouvida e cada opinião considerada", disse o mandatário norte-americano. Obama afirmou que o aumento dos custos da saúde pública nos EUA é uma das maiores ameaças a longo prazo para a economia e advertiu os republicanos, que na década de 1990 barraram a reforma defendida por Clinton: "Aqueles que tentam bloquear a todos os custos qualquer tipo de reforma precisam saber que desta vez não vencerão."

O sistema de saúde dos EUA é o mais caro do mundo, mas não dá cobertura universal a toda a população. Embora os gastos totais com saúde somem US$ 2,4 trilhões por ano, cerca de 48 milhões de pessoas, numa população de 300 milhões, não têm nenhum plano de saúde. Estima-se que uma quantidade bem maior de cidadãos, mesmo com planos, não consigam fazer frente aos gastos de saúde, porque algumas doenças não são cobertas.

Obama pareceu disposto nesta quinta a ceder na questão de universalizar o acesso à saúde pública. "Todos devemos aceitar que nenhum de nós obterá tudo o que deseja. Nenhuma proposta de reforma será perfeita", afirmou.

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