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Crise

ONU exige retorno de Zelaya ao governo de Honduras

Roberto Micheletti, nomeado pelo Congresso, diz que presidente deposto será preso caso volte ao país

  • PorFolhapress, em São Paulo
  • 30/06/2009 21:01
Manifestante ferido durante confronto em Tegucigalpa: aumenta a pressão interna e externa contra a deposição do presidente eleito | Orlando Sierra/AFP
Manifestante ferido durante confronto em Tegucigalpa: aumenta a pressão interna e externa contra a deposição do presidente eleito| Foto: Orlando Sierra/AFP

Cristina e Correa vão acompanhar presidente

O presidente deposto Manuel Zelaya disse ontem que regressará a Honduras amanhã ao lado dos presidentes Cristina Kirchner (Argentina) e Rafael Correa (Equador), além do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, e do presidente da Assembleia Geral da ONU, Miguel D´Escoto.

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Nova Iorque - A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou ontem uma resolução na qual pede a "imediata e incondicional" restituição de Manuel Zelaya como presidente "legítimo e constitucional" de Honduras.

Zelaya foi derrubado do poder no último domingo em um golpe orquestrado pela Justiça e o Congresso e executado por um grupo de militares que o mandaram para a Costa Rica. Desde então, o presidente deposto ganhou apoio unânime da comunidade internacional.

"Esta resolução expressa a indignação do povo de Honduras e do resto da comunidade internacional", disse Zelaya, que discursou perante a Assembleia pouco depois da aprovação da resolução, que classificou de "histórica".

A assembleia condenou de maneira unânime o golpe militar, aprovou por aclamação a resolução contra o governo interino e pediu aos 192 países membros que não reconheçam qualquer governo além de Zelaya.

O presidente da assembleia da ONU, Miguel D’Escoto Brockmann, que em muitas ocasiões criticou o posicionamento dos Estados Unidos e outras potências ocidentais, elogiou a aprovação da resolução e liderou os aplausos ao destacar que os EUA, Canadá e outros países assinaram como patrocinadores.

A resolução apoia ainda os esforços regionais para resolver a crise e expressa preocupação em relação "aos atos de violência contra o pessoal diplomático" em Honduras, além dos problemas de segurança que colocam em risco cidadãos e estrangeiros.

Ao contrário das resoluções do Conselho de Segurança da ONU – como o texto de punição ao teste nuclear da Coreia do Norte –, as resoluções da assembleia geral não têm valor legal, mas refletem a visão da comunidade internacional.

"A resolução que a ONU acaba de aprovar unanimemente expressa a indignação do povo de Honduras e de todo o mundo", disse Zelaya.

Roberto Micheletti, nomeado presidente interino pelo Congresso, rejeitou as denúncias de golpe de Estado e afirmou que, se Zelaya retornar, será preso.

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