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Kuczynski argumentou que a pressa da oposição para promover a votação em prol do impeachment ameaçou a democracia de seu país | ANDINA/AFP
Kuczynski argumentou que a pressa da oposição para promover a votação em prol do impeachment ameaçou a democracia de seu país| Foto: ANDINA/AFP

Os problemas do presidente Pedro Kuczynski estão longe de acabar, apesar de ele ter evitado o impeachment, após a descoberta de seus laços com uma das empresas brasileiras envolvida no maior escândalo de corrupção da América Latina.  

O líder do Peru ainda enfrenta uma investigação criminosa sobre o envolvimento dele com a Odebrecht, potencialmente abrindo outro capítulo no escândalo de suborno que acabou com as carreiras de alguns dos políticos mais proeminentes da região. Kuczynski deve ser interrogado na semana que vem.  

A oposição, que controla o Congresso, obteve oito votos a menor que os dois terços, em um total de 130 lugares, necessários para que o presidente perdesse o cargo, na noite de quinta-feira (21).

Kuczynski argumentou que a pressa da oposição para promover a votação em prol do impeachment ameaçou a democracia peruana e, na sexta-feira (22), ele disse em uma mensagem ao país que exigirá "firmemente" respeito pela separação de poderes.  

Mas o presidente, que tem aprovação em pesquisas de cerca de 18%, também disse que iria realizar uma "avaliação profunda" de sua administração e anunciar mudanças para o ano de 2018 baseadas em "lições da experiência acumulada até o momento".

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