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Trégua

Compromisso de compra e redução de tarifas: os principais pontos do acordo entre EUA e China

  • PorGazeta do Povo
  • 15/01/2020 16:22
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o vice-premiê da China, Liu He, se cumprimentam ao assinar o acordo comercial entre EUA e China em cerimônia na Casa Branca, 15 de janeiro de 2020
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o vice-premiê da China, Liu He, se cumprimentam ao assinar o acordo comercial entre EUA e China em cerimônia na Casa Branca, 15 de janeiro de 2020| Foto: SAUL LOEB / AFP

O presidente norte-americano Donald Trump assinou com o vice-premiê chinês Liu He a primeira fase de um acordo que promete uma trégua na guerra comercial entre EUA e China. A assinatura aconteceu no início da tarde dessa quarta-feira, 15, em Washington.

Entre os principais pontos do acordo está o compromisso da China de, ao longo de dois anos, comprar mais US$ 200 bilhões em produtos norte-americanos. Já os EUA se comprometeram a amenizar algumas tarifas impostas às importações chinesas. Com a assinatura, as duas maiores economias do mundo pretendem neutralizar um conflito econômico que já dura 18 meses.

"Há décadas esperamos por esse dia. Nunca havíamos assinado um acordo com a China. Juntos, estamos consertando alguns erros do passado", disse Trump durante cerimônia de assinatura na Casa Branca. O presidente dos EUA também declarou que a segunda fase do acordo começará a ser analisada em breve, e que não espera que haja uma fase 3. Afirmou ainda que o acordo comercial assinado levará a "mudança radical no comércio internacional" e que foi construído baseado em harmonia, reciprocidade e comércio justo entre os dois países.

Entre as principais áreas do acordo estão, por parte da China, a compra de energia e produtos manufaturados, como aeronaves, carros, e aparelhos médicos. Ponto destacado no discurso do vice-premiê chinês Liu He foi com relação a produtos agrícolas, como soja. O compromisso chinês é de comprar US$ 40 bilhões de agricultores norte-americanos ao longo de dois anos, e "pode ser ainda mais, de acordo com a demanda", segundo o vice-premiê.

Com a assinatura, a China se compromete, ainda, a colocar U$ 75 bilhões na indústria americana e a aumentar a compra de energia para US$ 50 bilhões. A inovação, a proteção à propriedade intelectual e a cooperação técnica prevista no acordo também foram pontos presentes nos discursos de ambos os governantes.

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