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Mauritânia

Refém sequestrada pela Al-Qaeda converte-se ao islamismo

Espanhola foi mantida refém por cem dias e se tornou muçulmana voluntariamente. Ela e outros dois voluntários foram sequestrados enquanto distribuiam ajuda humanitária

  • PorAgência Estado
  • 12/03/2010 18:34

Um ramo da Al-Qaeda no norte da África informou nesta sexta-feira que decidiu libertar uma mulher espanhola que foi mantida refém do grupo por cem dias na Mauritânia porque ela se converteu voluntariamente ao islamismo.

Em um comunicado divulgado por páginas dos militantes na Internet, a Al-Qaeda no Magreb Islâmico afirmou, sem dar maiores detalhes, que motivos de saúde também foram levados em conta para aprovarem a liberação da assistente Alicia Gámez.

"A mulher espanhola se converteu ao Islã de maneira voluntária assim que os combatentes a mostraram o islamismo e seus ensinamentos. A mulher assumiu o nome de Aicha", afirmou o breve comunicado.

Alicia, de 35 anos, e outros dois colegas seus, que ainda são mantidos pelo grupo, eram voluntários da ONG Barcelona Ação Solidária.

Os três foram sequestrados por homens armados em 29 de novembro do ano passado, quando entregavam ajuda humanitária em populações pobres da Mauritânia.

Uma fotografia que acompanhava o comunicado desta sexta-feira mostrava três homens armados de pé atrás de Gámez e dos outros dois reféns. Gámez aparece na foto com um véu cobrindo sua cabeça.

A mulher foi libertada na quinta-feira e chegou a sua casa no mesmo dia, onde foi recebida por familiares e amigos assim que saiu do avião da Força Aérea Espanhola que a trouxe da África.

A imprensa local informou que os sequestradores exigiram um resgate e a libertação de alguns militantes presos na Mauritânia

A vice-primeira-ministra espanhola, María Teresa Fernández de la Vega, afirmou na quinta que não se pagou nenhum resgate.

"Dizemos ao governo espanhol que esta medida positiva exige que vocês respondam rapidamente a nossas demandas legítimas", acrescentou o comunicado do grupo na internet.

A divisão da Al-Qaeda no norte da África continua pequena e parcialmente ilhada, ao agregar apenas 200 militantes, refugiados no vasto deserto do norte de Mali.

Até agora, a Al-Qaeda no Magreb se limitou a fazer sequestros em seus esforços de levar a jihad a todo o mundo, mas as autoridades norte-americanas advertem que o grupo está ficando mais ativo e atraindo novos recrutas.

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