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O chefe da Organização para a Proibição de Armas Químicas, Ahmet Uzumcu, afirmou ontem que a remoção e destruição do arsenal químico da Síria não deve terminar antes do fim de junho. Segundo ele, a equipe enfrenta problemas logísticos e de segurança para retirar as armas.

A destruição dos químicos "primários" gás mostarda e os componentes para obtenção de sarin e VX estava prevista originalmente para ser concluída até o fim de março, mas a guerra civil, problemas climáticos e a burocracia prejudicaram o andamento do processo.

Segudo Uzumcu, apenas 16 das 560 toneladas de químicos primários foram transferidos para um barco que deixou o porto de Latakia, no oeste sírio, em dezembro. A embarcação, de bandeira dinamarquesa, está em águas internacionais à espera de novos carregamentos.

As armas deverão ser destruídas em um navio americano fundeado no mar Mediterrâneo, com equipamentos fornecidos por Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. A carga será transferida do barco dinamarquês para o americano no porto de Gioia Tauro, na Calábria, no sul da Itália, local definido ontem.

Em meio ao confronto entre as forças insurgentes, delegações de Irã e Síria chegaram à Rússia para discutir os detalhes sobre a conferência de paz da Síria, que será realizada na semana que vem. Moscou e Teerã são os principais aliados do regime de Bashar Assad. O Comitê de Coordenação Nacional, uma das organizações que faziam parte da Coalizão Nacional Síria, desistiu de participar.

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