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Davi Alcolumbre deve assumir ministério no governo, diz revista
Jair Bolsonaro e Davi Alcolumbre| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para começar esse resumo de notícias. O segundo ano do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi marcado pelo rompimento dele com três importantes aliados no início da gestão: Sergio Moro, Luiz Henrique Mandetta e o general Otávio Rêgo Barros. Além disso, Bolsonaro também vai começar a segunda metade de seu mandato com um apoiador de peso que anda insatisfeito com o presidente. Confira aqui quem são esses ex-aliados e o apoiador insatisfeito na reportagem de Camila Abrão.

Na Economia. As mudanças também atingiram a equipe econômica em 2020. Paulo Guedes segue como ministro, mas o plantel de secretários está bem diferente daquele que iniciou o governo. Foram, pelo menos, dez baixas importantes em um ano e meio. Leia na reportagem de Jéssica Sant’Ana.

Mas tem um nome forte da economia que vai fazer diferença na eleição de 2022. E não é Paulo Guedes. Veja quem é na análise de Guido Orgis.

Por fim, por falar em mudanças, a pergunta é sobre o futuro de Davi Alcolumbre (DEM-AP), que exerce a função de presidente do Senado até 31 de janeiro e não poderá concorrer à reeleição. Ele deve assumir um ministério no governo de Jair Bolsonaro em 2021, conforme informações da Revista Veja.

Utilidade pública

Covid-19. O Brasil registrou 1.111 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados na terça-feira (29) pelo Ministério da Saúde. É o maior número de óbitos desde 15 de setembro, quando 1.113 pacientes morreram. Assim, chega a 192.681 número total de óbitos pelo novo coronavírus no país.

Vacina. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterou as regras para submissão da autorização para uso emergencial das vacinas contra a Covid-19, um dia depois de o laboratório americano Pfizer afirmar que não iria realizar o pedido no Brasil em razão dos entraves encontrados nas regras da agência reguladora.

O que mais você precisa saber hoje

Nossa visão

Nosso editorial tem como tema o caso Oswaldo Eustáquio. Se o caso de Oswaldo Eustáquio e o inquérito dos “atos antidemocráticos” merecem um adjetivo, este é o de preocupante.

A condução de todo esse processo é questionável e inspira perguntas sobre quais os limites o Judiciário possui quando decide investigar um cidadão privado. Não estaria a Suprema Corte agindo de maneira policialesca no presente caso?

Mundo

Após uma sessão que durou 12 horas sob manifestações, o Senado da Argentina aprovou na madrugada desta quarta-feira (30), por 38 votos a favor, 29 contra e uma abstenção, a legalização do aborto no país.

A lei, que permite a interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana, é resultado de um longo processo, que começou na década de 1980 e se intensificou a partir dos anos 2000. Ainda que as circunstâncias dos dois países sejam diferentes, as etapas do processo de normalização desse debate na sociedade argentina podem servir de lição para defensores da vida no Brasil. Confira na reportagem de Leonardo Desideri.

Colunas e artigos

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Para inspirar

Sim, a gente sabe, 2020 foi um ano intenso e desafiador para todo mundo. Medo, distância, saudades, incertezas, perdas. Mas, ao mesmo tempo, também tivemos oportunidades únicas de nos reinventar e de aprender com as dificuldades. Então, o que poderemos levar desses aprendizados de 2020, para o novo ano que logo se inicia? Veja na reportagem do Sempre Família.

Tenha um ótimo dia e um excelente 2021!

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