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É preocupante a declaração do novo presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Fernando Guimarães, de que o órgão não teria condições de detectar as irregularidades cometidas na Assembleia Legislativa. De acordo com Guimarães, existe limitação material e humana para isso e somente uma auditoria no Poder Legislativo poderia acusar as irregularidades denunciadas na série de reportagens Diários Secretos, publicadas pela Gazeta do Povo e pela RPC TV. O TC é um órgão auxiliar do Legislativo e cabe a ele fiscalizar toda e qualquer aplicação do orçamento do estado. Os esquemas fraudulentos da Assembleia foram praticados durante anos e estima-se que o rombo supera a casa dos R$ 100 milhões. Não dá para ouvir do presidente do órgão de fiscalização do estado que tamanho volume de desvio não possa ser detectado. Um ponto positivo que precisa ser destacado do TC é a eleição do próprio Fernando Guimarães, o primeiro servidor de carreira a presidir o Tribunal, que tem um corpo de conselheiros praticamente todo composto por indicações políticas.

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