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Coluna do leitor

Crime sem Castigo 1

  • Porleitor@gazetadopovo.com.br
  • 05/08/2013 21:03

Mídias Sociais

Crime sem Castigo

"Enquanto houver uma polícia ineficiente, isso não vai ser novidade. Precisamos de polícia inteligente e não de polícia que fabrica criminosos com torturas."

Sandro Oliveira, via Facebook, sobre a série de reportagens Crime sem Castigo, da Gazeta do Povo.

Aborto

"Se houvesse o devido respeito à mulher e suporte da sociedade, a gente nem precisaria de uma lei para crimes sexuais..."

Fernando Rocha, via Facebook, sobre editorial alertando sobre as brechas ao aborto presentes na lei de atendimento às vítimas de estupro (Gazeta, 3/8).

Tribunal de Justiça

"Exoneram, mas abriram concurso, que o próprio TJ-PR vai realizar. Não sei não, mais tá cheirando treta!"

Allan Maranhão, via Facebook, sobre a exoneração de funcionários comissionados do TJ-PR por nepotismo.

Pedágio

"A questão não é o preço, mas a qualidade. Tem de duplicar, estamos atrasados e nossas rodovias são perigosas, grande parte sem acostamento e que vira migalhas com qualquer chuva."

Alexsandro Almeida, via Facebook, sobre investigação do MPF sobre as concessões de pedágio no Paraná.

Calçadas

"Falta manutenção das nossas calçadas, principalmente as calçadas portuguesas. Há décadas não há uma obra de alinhamento e contrapiso para evitar afundamentos."

Endrio Lázaro, via Facebook, sobre as calçadas de Curitiba.

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Ao ler as reportagens da série Crime sem Castigo, ficamos com a impressão de que o governante de plantão e seus nomeados na segurança pública nunca se fizeram presentes. Foi preciso a imprensa se debruçar sobre as falhas da atuação policial. Isso prova que o discurso de campanha não condiz absolutamente com a realidade que se pratica na governança pública. Tem-nos faltado um verdadeiro gestor da coisa pública ou do serviço público, que nos propicie soluções e não incapacidades crescentes.

João Pinheiro

Crime sem Castigo 2

O que nos deixa tristes como cidadãos não é o tempo levado na investigação, mas a ineficácia, a falta de material humano, de políticas públicas voltadas para as necessidades da comunidade e a falta de uma polícia científica de qualidade. Não se resolve problemas sem estudar, sem esmiuçar os fatos. Não é na base da porrada e da intimidação que se esclarecem os crimes.

Maria Stephan

Aborto

É assustador pensar que, em nome de um pretenso "humanismo", se advogue a desconstrução do direito à vida. Fica difícil acreditar em governos que se mostram dedicados no combate às injustiças, mas que articulam politicamente o aborto como solução "justa" para o fim da gravidez indesejada. Ora, a vida não pode ser colocada de modo tão subjetivo. Ela tem um valor intrínseco e é sobre tal base que qualquer país decente busca construir uma sociedade mais fraterna.

Pedro Ravazzano

Orçamento participativo

A ideia de implantar o orçamento participativo federal (Gazeta, 4/8) é excelente, ainda mais em uma democracia incipiente como a brasileira. Esses instrumentos de participação política devem sempre ser incentivados, pois aumentam a participação das pessoas nas ações dos governos. Se funcionar, será um grande passo para o nosso amadurecimento democrático, já que, cronologicamente com apenas 24 anos de existência, estamos apenas saindo da adolescência.

Leonardo Campos Teixeira

Gastos com alimentação 1

Fiquei indignado ao ver que os nossos deputados gastaram R$ 747,5 mil com alimentação (Gazeta, 5/8) e sei que isso sempre aconteceu e sempre vai acontecer. Sou funcionário público e recebi ordem para economizar luz, água e telefone, e cortaram até nosso café da manhã: um pão com margarina e um copo de leite! E o almoço tenho de ajudar a pagar, tudo para sobrar dinheiro para quem já ganha bem poder comer melhor. Isso é o Brasil!

Vanderley Damiam

Gastos com alimentação 2

Essa verba para alimentação serve para os deputados fazerem campanha com prefeitos e eleitores. Se querem fazer média com os eleitores, que façam com dinheiro do seu próprio bolso. Despesas como essa deveriam ser excluídas para não haver mais descaso com o dinheiro público.

Hernani Bergossi

IDH

Copiar as coisas boas é uma boa iniciativa, especialmente quando podem beneficiar toda a população. Os nossos governantes deveriam voltar seus olhos para os dados de qualidade de vida de nosso vizinho estado de Santa Catarina, para entender como eles conseguem ter melhores resultados que os nossos. Que tal conhecer seus programas que estão dando certo para compará-los com os nossos, avaliando o que pode ser positivo para nós? Nessas horas é preciso deixar de lado a vaidade política e pensar nos benefícios para a população.

João Luiz Barbosa, Pinhais – PR

Ensino médio

O problema do ensino médio (Gazeta, 5/8) está na questão social, na falta de uma escola voltada para o aprendizado, onde o aluno pode buscar respostas para suas dúvidas, desvendar os porquês das coisas que o cercam. Uma educação que o faça feliz para si e para os outros. Aluno não é máquina e nem lixeira para jogar tudo dentro dele, mas um ser com sede de vida e amor. Temos de ter um projeto político-pedagógico voltado para a educação e não apenas para a produção.

Marcus Moreno Portella, professor

Malu

Fiquei profundamente comovido ao ler na coluna do Malu a narrativa da doação de um rim pelo cabeleireiro Marcos, do salão localizado ao lado do Hotel Del Rey, a um seu freguês (Gazeta, 3/8). Que gesto lindo! Como seria bom se o mundo fosse cheio de solidários como o Marcos, pois todos somos anjos de uma asa só: precisamos de outra para voar.

Altevir Rocha de Andrade

Trânsito

O Brasil é campeão absoluto em mortes no trânsito do planeta, com 5 mil mortes por mês. Se com as armas adotou-se a proibição de fabricação, venda e porte, seguindo a mesma lógica, deveríamos também restringir a fabricação, venda e porte de habilitação para veículos automotores no Brasil. Ou será que o que serve para as armas não se aplica aos automóveis? Matar com armas é o mesmo que matar com um veículo, que também se transforma em arma letal.

Eugênio Iwankiw Junior

Avião

Não são as dívidas que impedem a classe média de usar mais o avião como meio de transporte (Gazeta, 5/8), mas o preço das passagens. Até o fim do ano passado, era possível ir e voltar de São Paulo por R$ 250. Hoje, dependendo do horário, é possível pagar 200% a mais para fazer a mesma viagem. Ir a Brasília não sai por menos de R$ 900 com as taxas. O aumento do preço é proporcional à queda na qualidade do atendimento e ao cancelamento de voos. Melhor manter os pés no chão!

Luciana Nogueira

Médicos

Parabéns a Milton Zymberg pelo artigo "Sem médicos não existe o Dia Nacional da Saúde" (Gazeta, 3/8). Trata-se de um descaso com a saúde pública a forma como o governo Dilma vem tratando médicos e profissionais da saúde. Pura incompetência.

Paulo Afonso de Moura

Médicos

Sempre respeitei as opiniões do professor Belmiro Valverde. Todavia, no artigo "No consultório" (Gazeta, 3/8), pareceu-me que ele tratou um programa sério com muita superficialidade. Em vez de gastar os toques do teclado com o significado das palavras nos países dos quais o Brasil deve contratar médicos, o professor deveria explicar por que mais de 60% dos médicos brasileiros estão concentrados na Região Sul, e por que resistem tanto à especialização em saúde pública e comunitária.

Luiz Fernando Esteche

Drogas

Se já temos problemas gigantes com o alcoolismo, o que dizer das drogas ilícitas liberadas? Outro mal é a política do "vamos ver no que dá". Libera-se a maconha para ver o que acontece. E certamente, quando se pensar em fazer algo a respeito, será tarde.

Kallil Assad, historiador

Violência

Estamos na contramão da coerência, da responsabilidade e da competência. Bandidos menores e maiores incendiando casas, carros e ônibus, sob o comando de seus chefões encarcerados nas penitenciárias. Que sistema de segurança é esse que permite a entrada de celulares, drogas e até notebook nas celas? A partir do momento em que um prisioneiro exige sua transferência para seu presídio de preferência, é sinal de que lá ele terá mais liberdade, ou seja, terá bandidos de farda à sua disposição! Até cego vê esse absurdo!

Wilson Oliveira Trindade, bacharel em Direito, Londrina – PR

Caso Tayná

O caso Tayná está cada vez mais complicado e menos resolvido. Deve ter tanta coisa errada que acabou sobrando para os policiais, que santos não são, mas não são piores que os acusados. Como fica o parque de diversões que o povo destruiu, revoltado com o crime? Chega de esquemas, de mentiras, ninguém aguenta mais. Precisamos de pessoas honestas e competentes e não de quem busca apenas aparecer, seja qual for a função que exercem, e isso serve também para os falsos moralistas que ficam atrás do título de defensores dos direitos humanos.

Raul Gelbecke, administrador

Corrupção

Sobre a denúncia de superfaturamento de cartel de trens (Gazeta, 3/8), são esses políticos e partidos da oposição – leia-se PSDB, DEM e PPS – que adoram propagar pelo Brasil afora o slogan de sérios e honestos, os donos da verdade! Esse sim é o verdadeiro mensalão, polpudo e gordo! Nesse sentido, a "competência" do PSDB foi levada a sério em todos os sentidos!

Antonio Ferreira

Política Cidadã

De que adianta a Gazeta do Povo publicar os e-mails de contato dos senhores políticos se não há possibilidade de contato com os mesmos, pois todas as mensagens retornam sem encontrar o destinatário?

Fred Branco

Meio ambiente

A Terra está passando por mudanças! Terremotos, ondas gigantes, calor intenso e outros sinais deveriam nos levar à reflexão. Como tem sido a vida do homem nesses últimos 200 anos? A revolução das ideias, o materialismo e a Revolução Industrial criaram homens inconsequentes em relação ao futuro. As florestas foram destruídas e os homens foram comparados a máquinas em produção. A saída está na humanização, na solidariedade, no bem comum e na união de ideias. A nova era de amor está aí e quem não se adaptar aos novos tempos não poderá continuar a conviver na Terra.

Paulo Roberto Girão Lessa, Fortaleza – CE

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