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Coluna do leitor

Embargo econômico

  • Porleitor@gazetadopovo.com.br
  • 20/09/2009 21:04

Se os Estados Unidos suspendessem o embargo econômico a Cuba, no dia seguinte à suspensão do bloqueio, a ilha seria invadida por lanchonetes fast-food, turistas, computadores, hotéis, mercadorias etc e o regime castrista acabaria ou se reformaria radicalmente. Acontece que interessa à política interna norte-americana e aos cubanos ricos da Flórida manter vivo, ainda que claudicante, um inimigo externo.

Orlando Pilati

Poder de polícia do MP

Cabe à polícia fazer investigações criminais, mas nem sempre os fatos ficam esclarecidos o suficiente para o MP oferecer uma denúncia justa (Gazeta, 14/9). Com o poder de investigação, o MP poderia colher provas mais seguras e ainda corrigir possíveis irregularidades na investigação da polícia. Outorgar o poder de investigação criminal ao MP é uma maneira de fortalecer ainda mais esse órgão, que é de grande importância para a sociedade.

Carlos Frederico Conson

Lei antifumo 1

Um Estado que não cumpre suas obrigações básicas junto a seus cidadãos transfere agora para outrem a obrigatoriedade do cumprimento de lei (Gazeta, 17/9)! Complementando as palavras do dirigente da Abrasel, a lei gera sim um conflito entre cliente e empresário. Chamar a polícia, expulsar, receber multas por denúncias de terceiros. Quem é o infrator? O estabelecimento ou o fumante? A quem cabe fazer cumprir a lei? Esta sim é a discussão mais importante! O Estado quer que o empresário à frente de um estabelecimento aberto ao público faça cumprir a lei? Eu sou a favor da lei antifumo. Por opção abstenho-me de fumar pelo nono ano! Mas condeno a arbitrariedade e a transferência de responsabilidades do Estado a outros cidadãos.

Suely Machado Pauli

Lei antifumo 2

Acho um absurdo essa lei antifumo, pois ela ignora o direito de ir e vir dos fumantes. O mais sensato seria criar ambientes para fumantes e não fumantes, garantindo nossa liberdade para fumar e o conforto dos fumantes passivos. Na verdade, existem outras leis que precisam de muito mais atenção do que a antifumo, mas isso não tem tanta importância porque são só bêbados no volante, traficantes de drogas, assassinos, estupradores e afins, mas pelo jeito meu cigarro causa muito mais mal do que os citados. Sou uma tabagista daquelas raras que não joga bituca no chão e que não assopra fumaça nos outros e, por isso, estou realmente enfurecida com essa legislação.

Karlyn Basso

Castração de pedófilos 1

Caso provado e certificado, o pedófilo não precisa mais ter hormônios sexuais (Gazeta, 16/9). Tenho duas filhas pequenas e não quero eles soltos com seus instintos. O problema é a incidência de casos dentro das próprias famílias.

Alzira Biscaia Rodrigues

Castração de pedófilos 2

A castração química é inaceitável como pena em nosso ordenamento jurídico. E os projetos de lei nesse sentido são flagrantemente inconstitucionais, pois a privacidade do condenado é brutalmente atingida, pela interferência em sua integridade física, conforme o art. 5.° da Constituição Federal.

Luiz A. P. Kotacho

Taxação da poupança

Já mudei de aplicações financeiras antes mesmo de ser aprovada a taxação da poupança (Gazeta, 17/9). Se era isso que o governo queria, eu limpei as poupanças. Agora, como tarifar quem tem mais de 50 mil em um CPF em várias poupanças? Migrar para investimentos de maior risco e movimentar o dinheiro pode ajudar o país ou prejudicar.

Ema M. Cardozo

Violência policial

Concordo com a opinião do jornalista René Ruschel no artigo "História da polícia que mata" (Gazeta, 17/9). A polícia não tem o direito de agir de maneira tão violenta. Como cristão, não defendo a pena de morte – apesar de achar que em alguns casos é a única solução – como cidadão, penso que os marginais devem pagar pelas barbáries cometidas. Mas a violência generalizada, como mostra os números da pesquisa realizada em São Paulo, penaliza milhares de inocentes. A obrigação da polícia é dar garantias à população, mas não pode agir de forma inconsequente em nome da repreensão.

E, no Paraná, as estatísticas são semelhantes? Um bom tema para a nossa Gazeta do Povo averiguar. Parabéns ao jornal e ao jornalista pelo artigo.

Sergio Lins

Gastos dos parlamentares

Verbas para combustíveis, locação de veículos, alimen­­tação, correiro e postagens, passagens aéreas, locação imobiliária, telefone, serviços gráficos, divulgação e serviços técnicos (Gazeta, 13/9). Tudo bem, mas por que o trabalhador comum e não tem ao menos um pouco dessas regalias?

Sebastião Ribeiro, industriário aposentado e professor

Remoção de feridos

A decisão do governador de fazer com que o Siate atenda os feridos de confrontos com a polícia foi bem tomada (Gazeta, 15/9), pois, em muitos confrontos, fica a dúvida se houve realmente reação dos "marginais" ou houve execução sumária. A retirada dos feridos dificulta sobremaneira a realização de qualquer tipo de perícia por parte do Instituto de Criminalística do estado. Acrescente-se a isso que são raríssimos os casos em que os feridos chegam com vida ao hospital. Enfim, a decisão torna transparente a ação policial.

Lucas Nogueira

Fies mais leve

Sou engenheiro mecânico graças ao benefício do Fies, pois cursei uma universidade particular e não seria possível cumprir o pagamento das mensalidades, que no final do curso chegaram a R$1.200, se não fosse pelo financiamento. Fui um dos primeiros a serem contemplados com esse bene­­fício em 1999 quando entrei na universidade e foi uma alegria imensa saber que o sonho de tornar-me engenheiro seria alcançado. É preciso ser justo e que as decisões neste país levem em consideração o cidadão e não as situações políticas de ocasião. É claro que a forma como está este contrato não beneficia nin­­guém, além de aumentar o nú­­mero de inadimplentes (Gazeta, 16/9). Essa discussão precisa abranger a todos os contratos já estabelecidos. Ninguém quer esmola do governo, mas não é justo pagar quase três vezes pelo valor inicial do empréstimo.

Marcelo Floriani Stanieski

Mídia x parlamento

A imprensa é o nosso último bastião. Quando as autoridades constituídas viram as costas para o povo é a notícia estampada nos jornais e telejornais que os chamam à realidade (Gazeta, 16/9). É o truque básico das ditaduras: o primeiro golpe é na liberdade de imprensa. Tirar a informação da população é o caminho certo para enganá-la e dividi-la. Poderia viver em um país sem políticos, seria fácil. Mas não poderia viver em um país de políticos sem a imprensa livre para vigiá-los.

Luiz Carlos Pielak

Internet nas eleições

É praticamente impossível con­­trolar o conteúdo da internet. Nem mesmo em ditaduras fechadíssimas como a China e o Irã, os governos conseguem controle absoluto sobre a rede. A tentativa dos parlamentares brasileiros soa ridícula, fruto da ignorância. Se os deputados a aprovarem, tal medida será inócua, mais uma no imenso rol de bobagens a desmoralizá-los.

Carlos Eduardo S. Matuzaki

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