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Coluna do leitor

Luto 1

  • 30/03/2011 21:01

O Brasil está de luto! A morte do guerreiro José Alencar nos faz refletir se ainda vale a pena lutarmos para eleger políticos sérios, honrados, corajosos e descompromissados com a ideologia partidária. Apesar de ocupar o cargo de vice-presidente da República, durante os dois mandatos do presidente Lula, ele discordou veementemente do autoritarismo do MST. Brigou incessantemente pela baixa dos juros, lutou por melhores condições aos menos favorecidos, duelou contra a morte, sem nunca demonstrar medo de que ela chegasse, e não conseguiu vencê-la! Deus preferiu levá-lo para a bancada do céu, onde ele também terá um cargo de confiança, pela bondade que lhe era peculiar. O país perdeu um grande homem!

Deborah Farah

Luto 2

Nunca tive convívio com José Alencar, no entanto sua morte me causa um sentimento de perda irreparável. Político sem retóricas acadêmicas, mas de falas leais, grande figura humana. Seu exemplo de probidade no exercício da vida pública ficará indelével na memória dos brasileiros que aprenderam a respeitar a integridade desse homem notável.

Ivani Omura

Luto 3

Quem dera a metade dos políticos brasileiros pudesse ser comparada ao ser íntegro, humilde e perseverante quanto foi José Alencar. Perde o país seu último estadista. Nunca vimos seu nome associado a qualquer falcatrua política. Um homem de fé, sabia da gravidade de seu estado de saúde, mas deixou tudo nas mãos de Deus, confiante em cada etapa de recuperação, mesmo em suas últimas aparições, já bem abatido, demonstrava seu sorriso marcante. Junte-se a Deus Alencar, você fez por merecer.

Alcione Prá, sociólogo

Luto 4

José Alencar descansou. Perdemos um grande homem, um grande empresário e um grande político. Que fique sua lição de vida como exemplo para todos nós.

Leandro Cardoso, publicitário

Porte de arma 1

Não consigo entender a justificativa para a liberação do porte de arma para os agentes penitenciários, quando eles não estão exercendo a sua profissão (Gazeta, 30/3). Para que eles poderão andar armados pelas ruas? Se a resposta for para sua proteção, então todo e qualquer cidadão também tem o direito de poder se defender. E sendo assim a Polícia Federal do Paraná deveria começar a emitir o porte de arma novamente para o cidadão honesto.

Paulo R. C. Persegani

Porte de arma 2

Sou favorável ao uso de arma pelos agentes penitenciários (Gazeta 30/03). É um trabalho que envolve alto risco, pois trabalham pela segurança social. Obviamente deverão ser treinados para o uso de arma e com avaliação psicológica, pois portarão o armamento mesmo fora do horário de trabalho. Não se trata de armar a população e sim dar segurança a profissionais defensores da lei, que trabalham em contato direto com os marginais de alta periculosidade. Armados serão mais respeitados.

José Ademir do Vale Berthier Fortes

Aumento de impostos

E onde está o retorno desse aumento na carga tributária (Gazeta, 30/3)? Falta tudo, estradas estão horríveis, as vias públicas péssimas. Curitiba é um exemplo. Saúde zero, educação uma vergonha, ambulâncias não existem, remédios caros. Enfim, pra onde vai todo esse dinheiro? E querem mais e mais. A nova presidente é tímida e aceita tudo. Estamos perdidos.

Celso Andrade Lima

Separação do lixo

Creio que o único dificultador é a falta de espaço para a separação do lixo que teremos de devolver às lojas ou aos fabricantes (moro em apartamento) (Gazeta, 30/3). Percebo também uma dificuldade com os demais moradores do prédio, pois, por mais que eu separe o meu lixo, percebo que é depositado sem separação para o recolhimento – as sacolas são todas agrupadas em um único saco preto. Verifico que isso ocorre em diversos outros prédios na mesma rua. Já sugeri que fosse colocada uma caixa com separação, como já vi em vários prédios mais novos, mas sempre se esbarra na falta de consciência.

Carmem Vizolli

Curitiba 318 anos

Nasci em Curitiba e nestes 48 anos de vida sempre tive orgulho da cidade. Quando viajava para outros recantos do Brasil e as pessoas perguntavam de onde eu era e dizia que era de Curitiba, a resposta era única: "Cidade em que eu gostaria de morar". Infelizmente, por falta de pequenas ações, o curitibano está perdendo o orgulho desta cidade. Não entendo como os governantes não conseguem acabar com a pornografia nos orelhões, não combatem com inteligência e firmeza as pichações em todos os cantos de Curitiba. Tenho pena desses lindos novos ônibus que em questão de dias estarão com os vidros todos riscados.

Eugenio Skora

Curitiba referência em inovação

Para ser referência, Curitiba tem de mudar tudo ou quase tudo. Segurança, educação e saúde seriam a principal inovação de Curitiba. Quando eu vim para a cidade, em 1987, tinha 14 anos –hoje estou com 38 anos. Alguns anos antes Curitiba era considerada a capital-modelo; hoje não é mais. Curitiba está rendida à marginalidade, à falta de investimento em bairros mais carentes. Obras estão sendo feitas somente em bairros nobres.

Alexandre Francisco Silva

Servidores ociosos

A população deve ficar alerta. É inacreditável o segregacionismo e o descarte imposto aos servidores da Assembleia colocados no "limbo antessala do plenário da casa", local de extensiva circulação pública. Acontecer no Brasil no ano de 2011 tal exposição vexatória é inadmissível, a humilhação imposta a esses servidores somente se compara àquela infligida a judeus e ciganos durante a Segunda Guerra. Práticas como essas não podem passar de forma despercebida pelos meios de comunicação ou toleradas pelo povo, sistemas de segregacionismo e de classificação de pessoas são práticas abolidas pelas democracias modernas.

José Vicente, advogado

União homoafetiva

Achei muito oportuna a reportagem sobre a frente evangélica contra os deputados homossexuais no Congresso (Gazeta, 29/3). Fico pasmo ao ver que tanta hipocrisia ainda faz parte de nossa política. Fico ainda mais triste ao ver que os nobres deputados deturpam as informações aos seus fiéis para transformar a luta por direitos simplificando para: "do mal" ou do "diabo". Que se cumpra a legislação brasileira dando direitos iguais para todos! Sem distinção de credo, cor, raça ou sexualidade.

Anderson de Bastos Ribeiro

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