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Coluna do leitor

Terra de ninguém

  • 21/08/2006 16:04

Jornal televisivo apresentou ampla reportagem mostrando que no centro da capital paulista se compra, à luz do dia, qualquer documento. Dos diplomas de nível superior (até de médicos) a carteiras profissionais de delegado de Polícia, assessor parlamentar e outros, tudo é negociado sem dificuldades. Para quem quiser há CPFs, carteiras de identidade e o que o cliente desejar. Os preços variam, chegando até a R$ 800,00. Em pouco tempo, o documento fica pronto e é entregue no mesmo lugar onde houve a encomenda. Assim, São Paulo dá mais um exemplo de falta de autoridade e exporta portadores de falsos documentos que colocam em risco a população brasileira!

Paulo Sidnei C. Ferraz, engenheiroCuritiba, PR

Horário político

Acho que eu sou o único a ter paciência de deixar a televisão ligada no horário eleitoral. Tenho observado que tanto a qualificação dos políticos e os projetos de governo, tanto na esfera estadual quanto na federal, decaíram muito. Estão fazendo pouco caso de nossa inteligência.

Lincoln Ulisses Romfeld, químicoCuritiba, PR

Eleições de outubro

Em jornalismo, fato espetacular vira notícia. É o que ocorreu com o único deputado que não se envolveu no escândalo de Rondônia, que atingiu o Executivo, o Legislativo e o Judiciário em denúncias de corrupção. A surpresa maior está no fato desse deputado não ceder aos instintos da "comercialização da alma", como fizeram os outros, ter sido o único que não meteu a mão na grana do povo e não ter sua cara estampada pelo noticiário numa viatura da Polícia Federal. Esse mereceria ser reeleito. Pena existir ainda tanto desmiolado por aí que acaba cedendo aos apelos do discurso fácil do político profissional, vigarista, viciado e sanguessuga. Vai subir ao poder, sugar o nosso sangue, beber à nossa custa e sair dando risada de todo mundo.

Antonio Sérgio Neves de Azevedo, estudanteCuritiba, PR

Pré-eleitoral

Passados anos, vejo sempre o mesmo ritmo pré-eleição. Os governantes, preocupados com a reeleição ou a eleição de protegidos, procuram resolver o problema atual do país. Agora é a vez da segurança pública. Teve um tempo em que a preocupação era com as estradas, com a fome, com a seca do Nordeste, com a reforma agrária, outros, outros e outros... Não há mágica quando se pensa no coletivo, pelo contrário há simpatia e colaboração dos projetos. Enquanto os políticos pensarem em suas famílias, seu patrimônio, seu bem-estar, seus comparsas, não há nação que possa superar os obstáculos. A história já provou que o voluntariado é a melhor maneira de pensar no coletivo. Por que não permitimos que políticos sejam voluntários? Praticariam ações públicas sem receber altos salários. O direito está em nossas mãos.

Edivana Venturin, advogadaCuritiba, PR

Omissão

Como cidadão brasileiro e usuário da Varig, fico indignado com a omissão do governo federal no imbróglio desse símbolo brasileiro nos céus do planeta. Sempre viajo para a Itália, onde residem familiares meus e sempre dei preferência à Varig. Recordo-me de que o mesmo ocorreu com a Alitália, que estava à beira da falência. O governo italiano interveio, nomeou um administrador, depurou o quadro de pessoal com um Programa de Demissão Voluntária, e a Alitália é hoje uma das maiores e melhores companhias aéreas do mundo. A empresa que sempre nos orgulhou de termos uma das melhores companhias aéreas do mundo virou sucata e o nosso governo ao menos se dignou intervir. Luiz Fanchin JrCuritiba, PR

Policial irritado

Achei lamentável a situação ocorrida com o vigilante bancário que foi preso em função do cumprimento do dever. O policial sabe que o dever do vigilante é proteger o patrimônio. Sabe também que, tanto fardado ou à paisana, deve identificar-se com a credencial para que seja liberada entrada na agência bancária. Esse procedimento é passado a todos os policiais, tanto militar, civil ou municipal. Infelizmente, casos como esses são abafados para não expor o banco ou a empresa onde o vigilante é funcionário. Os policiais não são punidos, acham-se verdadeiros heróis e continuam criando atritos onde não devem. Não devemos generalizar porque ainda existe uma maioria honesta que cumpre com vigor seu papel.

Sadi Luciano SalamukCuritiba, PR

Prefeitura responde

Com relação às cartas contendo comentários sobre os serviços municipais, a Prefeitura de Curitiba informa os leitores:

Ilídio Mendes, que os agentes do EstaR são proibidos de anular o aviso de infração depois de iniciado. As instruções sobre o preenchimento do cartão podem ser consultadas no próprio talão do EstaR, onde o motorista também deve informar-se das penalidades a que fica sujeito com a inobservância das normas de utilização do serviço;

Luiz Fernando Filippetto, que os motoristas multados que se sentirem injustiçados podem interpor recurso de revisão de multa junto a três instâncias de julgamento: Defesa Prévia, Junta Administrativa de Recursos de Infração (Jari) e, por último, ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran);

Paulo Bittencourt, que a Urbs está finalizando um projeto para reorganizar os espaços de estacionamentos de motos na região central da cidade. O projeto inclui a criação de mil novas vagas e o redimensionamento das vagas existentes, de acordo com a demanda de cada local;

Valquíria Nisgoski, que a programação dos ônibus da linha UnicenP é feita com base nas informações dos horários de entrada e saída dos alunos e funcionários, fornecidas pela direção da faculdade. Para melhor atender a demanda nos horários de pico, a Urbs acrescentou um microônibus especial, com capacidade para 70 passageiros. Esse veículo substitui o ônibus convencional que atende a linha somente fora dos horários de pico, quando diminui a demanda de passageiros.

Secretaria Municipal da Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba

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As correspondências devem ser encaminhadas com identificação, endereço e profissão do remetente para a Coluna do Leitor – Gazeta do Povo, Praça Carlos Gomes, 4, CEP 80010-140 – Curitiba, PR. Fax (041) 3321-5472.

E-mail leitor@gazetadopovo.com.br.

Em razão de espaço ou compreensão, os textos podem ser resumidos ou editados. O jornal se reserva o direito de publicar ou não as colaborações.

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