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Especial Crise Hídrica

Perspectiva é de seca no Paraná ao longo de todo o ano de 2020

  • Katia BrembattiPor Katia Brembatti
  • 26/05/2020 10:36
Rio Paraná com nível muito baixo.
Rio Paraná com nível muito baixo.| Foto: Christian Rizzi/Fotoarena/Folhapress

O Paraná experimenta um longo período, que se estende desde 2018, com chuvas abaixo da média histórica. Um dos fenômenos que ajuda a explicar a estiagem prolongada é o El Niño Leste. Rios e reservatórios em níveis muito baixos resultam em dificuldades no abastecimento de água para a população e perdas já registradas no setor agropecuário. E o problema é que não há perspectiva de a situação se normalizar ainda em 2020.

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Outono e inverno são períodos de pouca quantidade de chuva no Paraná e não deve haver recuperação da capacidade hídrica pelos próximos meses. E a expectativa de precipitações mais volumosas na primavera e no verão corre o risco de não se confirmar. Ainda não é possível cravar, mas alguns institutos internacionais consideram possível que, no segundo semestre de 2020, aconteça um La Niña, com o resfriamento no oceano Pacífico, que tem como uma das características a redução nas chuvas na região Sul. A seca de 2006 no Paraná, por exemplo, é associada a esse fenômeno.

“A tendência não é nada otimista até o fim do inverno”, destaca a pesquisadora Alice Grimm, embora evite o tom alarmista. “Ainda é cedo, mas a probabilidade é grande”, complementa. Nesse cenário, a seca continuaria. O Simepar, no relatório de previsão para os próximos meses, já apontou a chance de La Niña, com perspectiva de redução na quantidade de chuvas.

Para o meteorologista Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), há uma “certa expectativa de uma La Niña para o segundo semestre, mas o cenário mais provável é de neutralidade”. Caso o fenômeno seja fraco, pode até ter chuvas acima da média. Sendo assim, não é certeza que será uma tragédia, mas a chance é de não conseguir reverter, a curto prazo, uma situação de seca tão prolongada. “Um mês de chuva acima da média não vai resolver”, diz.

Consultado pela Gazeta do Povo, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou que as previsões mais recentes não indicam o desenvolvimento de uma La Niña, com a probabilidade de ocorrência de 32% e de 44% de neutralidade, ainda com chances de 24% de um El Niño.

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Comentários [ 4 ]

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  • R

    RICK

    ± 0 minutos

    Alguém entende como a fala e atitudes do ministro do meio ambiente impactam nisso? Lembram daquela briga pela redução da Escarpa Devoniana? A falta de conhecimento científico dá nisso. Apoiar político que não acredita na ciência dá nisso.

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    • A

      Alexander Cwb

      ± 1 dias

      No alto nível da polarização politica que vivemos, é provável que muitos acreditem que isso é reflexo das leis e por isso aquela M toda que o ministro do meio ambiente falou precisa acontecer ... do tipo, mudar leis, passar a boiada, legalizar desmatamento, etc. Logo vamos ver comentários assim ...

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      • P

        peace!

        ± 1 dias

        continuem desmatando! vão terminar bebendo mijo!

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        • P

          Polaco

          ± 1 dias

          Se já não bastasse a peste chinesa.

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