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Coronavírus

Disparada de óbitos por Covid-19 no Paraná é semelhante à do pico da pandemia na Bahia

  • 04/08/2020 19:51
Testes de coronavírus.
Testes de coronavírus.| Foto: Divulgação/Sesa

O Paraná foi o 11º estado brasileiro a atingir a marca de 2 mil mortes por Covid-19. A velocidade com que o estado dobrou o número de óbitos a partir do milésimo, no entanto, indica que a curva paranaense pode se assemelhar a de estados do Nordeste que tiveram o pico da pandemia em meses anteriores. O Paraná levou 130 dias a partir da primeira morte para chegar às 2 mil, mas, desde a milésima morte, passaram apenas 22 dias.

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Esse recorte da dobra em mil mortes no Paraná é idêntico ao da Bahia, por exemplo. O estado do Nordeste levou os mesmos 22 dias para ir de mil para 2 mil mortes, exatamente um mês antes do Paraná (entre 11 de junho e 3 de julho). A Bahia continua registrando aumento na média móvel de mortes diárias, mas em um ritmo menor. Passados mais 30 dias, o estado tinha registrado, em 3 de agosto, 3.624 mortes por Covid-19.

O Maranhão, que também já superou as 3 mil mortes, levou 26 dias para dobrar da morte mil para a 2 mil. Outro estado com mais mortes que o Paraná até o momento, o Espírito Santo (pouco mais de 2.600 mortes) levou 29 dias entre o milésimo óbito e o de número 2 mil.

O Paraná chegou a sua morte de número 2 mil no mesmo dia que o Rio Grande do Sul. Com o número de habitantes semelhante e na mesma região geográfica do país (a pandemia chegou posteriormente no Sul), as curvas dos dois estados caminham bastante alinhadas. Os gaúchos dobraram as mil mortes em um dia a menos (21).

Apenas Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul estão com a velocidade do aumento de mortes maior do que a do Paraná, levando menos do que os 22 dias para a última dobra. Comparando com os números de 3 de agosto, Santa Catarina dobrou seu número de mortes em 18 dias, indo de 588 para 1.196. Já o Mato Grosso do Sul, dobrou em 17 dias, mas foi de 203 para 421 mortes.

Transmissibilidade ainda em alta

A média móvel de mortes diárias segue crescendo no Paraná, em uma velocidade menor do que há algumas semanas, mas ainda crescendo. Da última semana de junho para a primeira semana de julho, o número de mortes cresceu 31%. Na semana seguinte, 29%. Houve queda mínima na terceira semana do mês passado, mas de apenas 1%. A curva, então, voltou a subir no período seguinte - 9% - chegando a 297 mortes, recorde de falecimentos em uma semana, que foi registrado entre 19 e 24 de julho.

A redução na velocidade do crescimento das mortes é evidenciada pela taxa de retransmissão (Rt) do vírus no estado. De acordo com o estudo da Universidade Federal do Paraná, a taxa está em 1,04, o que indica um acréscimo de 4% no número de casos e óbitos. Ou seja, a cada 100 pessoas infectadas, novas 104 pessoas terão contato com o vírus. Essa taxa, já esteve em 1,32 em 14 de julho, por exemplo. Um Rt menor que 1 indica a diminuição no número de novos casos e óbitos pela doença. Além do Paraná, outros oito estados estão, hoje, com o Rt acima de 1. A média nacional, contudo, é de 0,99.

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Comentários [ 13 ]

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  • D

    Dani

    ± 4 horas

    Quanto mais casos, maior imunidade. Número de casos não é problema. Mortes sim. Tem que cuidar dos que ficam mal. Não se pode isolar população por 1 ano ou mais, até ter vacina. Chegaremos a mesma média de mortes que países que não fizeram isolamento, como Suécia, onde vida já voltou ao normal. Estamos empurrando a normalidade, mas o impacto final será similar.

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    • S

      Sr. Walker

      ± 5 horas

      Mas eu já falei, que coisa essa da população paranaense e curitibana. Continuam contraindo a Cobiv-19 e muitos indo a óbito. Parece que só para estragar a imagem do governadorzinho e do espaçoso prefeito.

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      • D

        DIMITRI LEONARDO SANTANA MARTINS DE OLIVEIRA

        ± 7 horas

        Já fui xingado e agredido aqui por negacionistas, obscurantistas, empresários inescrupulosos por defender o isolamento social como forma de combater a disseminação do coronavírus. Quanto mais casos, mais mortes. Quem é negacionista é conivente e cúmplice em todas estas mortes. O sangue dessas pessoas está nos ombros de todos aqui que se aliam a discursos iliberais, autocráticos, antidemocráticos, populistas, negacionistas, anti-científicos, obscurantistas e extremistas.

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        • D

          DIMITRI LEONARDO SANTANA MARTINS DE OLIVEIRA

          ± 7 horas

          Já fui xingado e agredido aqui por negacionistas, obscurantistas, empresários inescrupulosos por defender o isolamento social como forma de combater a disseminação do coronavírus. Quanto mais casos, mais mortes. Quem é negacionista é conivente e cúmplice em todas estas mortes. O sangue dessas pessoas está nos ombros de todos aqui que se aliam a discursos iliberais, autocráticos, antidemocráticos, populistas, negacionistas, anti-científicos, obscurantistas e extremistas.

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          • T

            Thinker

            ± 8 horas

            O Governador Ratinho esta se esforçando, bastante investimento em publicidade na mídia, e o Paraná convive com uma epidemia de Dengue que nos últimos 12 meses adoeceu cerca de 260 mil paranaenses conforme dados da SESA, mais que todo o Nordeste junto. Exemplo de falta de planejamento de saúde publica no combate a proliferação do mosquito transmissor da doença. Além disso, temos uma crise de falta de água, óbvio que por falta de chuva, mas aliada aos baixo investimentos da Sanepar em reservatórios. E não é falta de dinheiro, pois a Sanepar lucrou R$ 1,12 bilhões nos últimos 12 meses. Por fim, o Vai e Vem e desencontros do abre e fecha na pandemia do Covid estica mais a crise.

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            • C

              C R Berger

              ± 7 horas

              SEM FALAR NA DENGUE, THINKER. ESSE GOVERNADOR ALÉM DE INCOMPETENTE PARECE CARREGAR AZAR.

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          • C

            C R Berger

            ± 11 horas

            O Prefeito Macedo, em entrevista exclusiva ao Jornal Globo News, Edição das 10h, agora no 4 de agosto declarou em alto e bom tom, EM REDE NACIONAL, AO VIVO, que "Achamos que o pico foi no dia 19 de julho". Portanto, que o pico foi no meio do mês passado. E a Covid , crescendo, explodindo e matando. Esse senhor , que assessorado pela Dona Márcia, que não é médica, gerencia a COVID , na capital paranaense. Que pode se esperar?

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            • P

              Paulo

              ± 17 horas

              Em alguns Estados em que a Covid chegou antes, os médicos prescreveram a ivermectina, a hidroxicloroquina, o zinco, e a azitromicina como tratamento “ imediato”, sem que tenha teste algum, mas através de exame exame clínico, sonegar esse tratamento precoce tem contribuído para o grande número de óbitos.

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                DIMITRI LEONARDO SANTANA MARTINS DE OLIVEIRA

                ± 7 horas

                Isso aí é curandeirismo, obscurantismo e exercício ilegal da medicina por parte de políticos negacionistas e populistas.

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            • W

              WILSON

              ± 22 horas

              E os médicos medievais do governo do estado e da prefeitura de Curitiba continuam rejeitando o tratamento precoce com a Ivermectina ! É doloroso ver esta ignorãncia ideológica levando à morte as pessoas mais simples . Pessoas estas que , por ignorancia e receio de confrontar com força os médicos ,não exigem deles o tratamento precoce conforme o protocolo padrão do Ministério da Saúde !!!

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              • D

                DIMITRI LEONARDO SANTANA MARTINS DE OLIVEIRA

                ± 7 horas

                Prescrever remédios SEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA é CURANDEIRISMO, OBSCURANTISMO, POPULISMO E NEGACIONISMO. Pago com vidas.

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              • S

                Sr. Walker

                ± 11 horas

                MAURICIO : verdade . É muita besteira. Gessuuiiiissssss.

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              • M

                MAURICIO

                ± 21 horas

                Veja o número de casos, mortes e população de Itajaí e verá que o vermífugo não serve para covid. Agora é só o ozônio. Mas entendi porquê deram o vermífugo antes, era para o caninho passar tranquilo. É cada baboseira.

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