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Saúde sai a campo para coletar dados da variante Delta em 4 cidades do Paraná
| Foto: Geraldo Bubniak/AEN

As equipes do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS), do Ministério da Saúde, deram início nesta segunda-feira (12) aos trabalhos de rastreamento e coleta de dados sobre a circulação da variante Delta do SARS-Cov 2 no Paraná. A mutação no coronavírus que causa a Covid-19 foi identificada em sete pacientes no estado – três morreram e quatro seguem em monitoramento – em Apucarana, Rolândia, Mandaguari e Francisco Beltrão.

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Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), que colabora com as equipes do EpiSUS, durante o final de semana foi feito um mapeamento do cenário do contágio provocado pela variante Delta. Por enquanto, como os casos identificados ainda se encontram próximos uns dos outros, como nos pacientes de Apucarana, ou totalmente isolados, como os casos encontrados nas outras cidades, a Sesa não trata essa variante como em transmissão comunitária – o que ocorre quando não se há mais controle sobre a origem do contágio.

Além desse mapeamento e das análises dos dados já coletados, houve também reuniões com o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, e com as equipes estaduais e municipais de vigilância. Para esta segunda-feira estão previstos trabalhos de campo e coleta de mais dados pelas equipes nos dois núcleos de pesquisa montados em Francisco Beltrão, que investiga o caso da Delta ocorrido no município, e Londrina, que concentra as atividades realizadas em Apucarana, Mandaguari e Rolândia.

“O Paraná está atento aos casos com todas as variantes de atenção e por isso o convite ao MS para que nos apoiasse na investigação. O EpiSUS integra o centro global de investigações, o Field Epidemiology Trainning Program (FETP-Brasil), que é um programa mundial especializado em epidemiologia de campo e outras competências de saúde pública, com atuações recentes envolvendo respostas rápidas de situações ligadas à pandemia da Covid-19”, explicou Beto Preto. “Com esse trabalho vamos reforçar os dados epidemiológicos para fortalecer as tomadas de decisões”, completou.

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