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Pandemia

Reabertura da Ponte da Amizade leva Foz do Iguaçu a pedir mais UTIs para Covid

  • 15/10/2020 18:47
Foz do Iguaçu conta hoje com 75 leitos de UTI para pacientes de Covid.
Foz do Iguaçu conta hoje com 75 leitos de UTI para pacientes de Covid.| Foto: Divulgação

Principal ligação entre Brasil e Paraguai, a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, foi reaberta nesta quinta-feira (15), após sete meses fechada por causa da pandemia do coronavírus. Ao mesmo tempo que gera uma perspectiva de melhora na economia local, a medida traz preocupação quanto ao fluxo de pessoas vindas do país vizinho em busca de atendimento médico. Por isso, a prefeitura de Foz do Iguaçu encaminhou ao Ministério da Saúde um plano de contingência que prevê, entre outras ações, a abertura de 70 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no município. O que vai na contramão do que ocorre no estado.

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Com aproximadamente 430 mil habitantes, a Regional de Saúde de Foz conta atualmente com 75 leitos de UTI. Ciudad de Leste e outras cidades que fazem parte do Departamento de Alto Paraná somam cerca de 736 mil habitantes, dos quais estima-se que 96 mil sejam brasileiros. Com isso, a prefeitura de Foz calcula que uma população de até 1,2 milhão de habitantes dependa de atendimento no município após a reabertura da fronteira.

"Sabe-se da ausência de sistema de saúde com acesso universal no país vizinho, acarretando na migração da população para o serviço municipal deste lado da fronteira. Esta migração foi contida até este momento, porém com a iminência da reabertura da fronteira, esta rotina se intensificará, impactando na rede pública de saúde do Município de Foz do Iguaçu", diz o plano de contingência, elaborado pela prefeitura com apoio do governo estadual.

Além da criação de novos leitos, são relacionadas outras medidas como implantação de uma unidade móvel na cabeceira da Ponte da Amizade para triagem dos pacientes; ampliação da testagem com aquisição de insumos; novos equipamentos, como camas elétricas, monitores, ventiladores pulmonares, aparelhos de ultrassom, além da contratação de equipes, incluindo médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem. Para isso, são estimados investimentos da ordem de R$ 7 milhões em equipamentos e insumos, e um custo mensal de R$ 6,3 milhões para manutenção dessa estrutura, pleiteados junto ao Ministério da Saúde. O governo federal ainda não se manifestou sobre o pedido.

Até esta quinta, Foz contabiliza 7.971 casos de Covid-19 e 124 mortes. A taxa de ocupação de leitos de UTI no município está em 72%.

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Comentários [ 1 ]

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  • S

    Sergio

    ± 0 minutos

    Em razão da reivindicação especial para o caso e o interesse econômico, o setor a ser beneficiado (mais poderosos) deveria reservar parte do lucro para atender as medidas emergenciais da assistência a saúde como compensação. Poderia equipar as unidades de saúde, contratação de profissionais de saúde, etc. E não ficar somente chorando.... O poder público (no mundo inteiro) só adotou essas medidas porque não estava preparado o suficiente para uma demanda especial.

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