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Ponta Grossa

Fiscal do IAT é preso acusado de pedir R$ 60 mil para conceder licença ambiental

  • 01/09/2020 11:13
Equipe do Gaeco cumpre mandado de busca e apreensão na sede do IAT em Ponta Grossa
Equipe do Gaeco cumpre mandado de busca e apreensão na sede do IAT em Ponta Grossa| Foto: Divulgação/MPPR

O Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR), cumpriu na manhã desta terça-feira (1º) um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão em diligências sobre um possível crime de concussão praticado por ao menos um fiscal do Instituto Água e Terra (IAT).

Segundo as investigações, o servidor, alvo do mandado de prisão, teria exigido R$ 60 mil para renovar a licença ambiental de instalação de um loteamento na cidade de Reserva, na região dos Campos Gerais. O mesmo fiscal dizia que, com o pagamento do valor, deixaria de autuar os proprietários do terreno por suposto corte irregular de vegetação na área.

“Diante disso, a vítima procurou o MP e nós iniciamos a investigação, solicitando ao Poder Judiciário a expedição dos mandados que estão sendo cumpridos na manhã de hoje”, conta o promotor Antônio Juliano Albanez, coordenador do Gaeco em Ponta Grossa.

Os mandados judiciais foram expedidos pela Vara Criminal de Reserva e cumpridos em residências de dois servidores do IAT e na sede do escritório regional do órgão em Ponta Grossa.

Segundo o MP, o pedido de renovação da licença foi protocolado no IAT em outubro de 2019, mas permaneceu sem andamento até o mês de julho deste ano, quando foi feita a exigência da vantagem indevida, o que levou as vítimas a fazerem a denúncia. “Com a prisão de um dos envolvidos e as apreensões, buscamos aprofundar os elementos de prova e, na sequência, oferecer uma denúncia criminal contra esse servidor público e também contra eventuais outras pessoas que possam ter participação no crime”, diz Albanez.

Procurado pela reportagem, o IAT informou que está colaborando com todas as informações e está tomando medidas administrativas para o afastamento do servidor que foi preso preventivamente. Confira a nota do órgão na íntegra:

O Instituto Água e Terra informa que recebeu o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) na regional de Ponta Grossa nessa terça-feira (01) para busca e apreensão de documentos para averiguar irregularidades em processos envolvendo um servidor, o qual está sob prisão preventiva para investigação do caso.

O órgão está colaborando com todas as informações e está tomando as medidas administrativas para afastamento do servidor.

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Comentários [ 4 ]

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  • Z

    Zyss

    ± 47 minutos

    Quanto mais regulação, mais corrupção

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    • S

      Sr. Walker

      ± 3 horas

      Normal. Quando presidente da república rouba, ministros roubam, senadores e dep federais idem, governados e secretários tbm roubam, dep estaduais prefeitos, secret munic, vereadores também roubam. Presidente e diretores de empresas e órgãos públicos roubam. Tbm os gerentes. Quer dize: todo mundo rouba. E o dinheiro que é nosso, contribuintes e cidadãos. É uma coisa muito séria. Ah membros do judiciário também roubam. Meu Senhor!

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      • M

        Marcos Ctba

        ± 3 horas

        Modos operantins continua em tudo mesmo, que feio e ordinário!! Pior ainda ser funcionário em orgão publico, aprenderam a fazer isso e não criam vergonha na cara.

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        • N

          Neto

          ± 6 horas

          Alguma surpresa?

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