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Pavimentação em péssimo estado atrapalha a chegada dos caminhões e, consequentemente, o trânsito, na região do porto.
Pavimentação em péssimo estado atrapalha a chegada dos caminhões e, consequentemente, o trânsito, na região do porto.| Foto: Foto: Jonathan Campos/Arquivo Gazeta do Povo

A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) – estatal do governo federal que está elaborando a proposta do novo pedágio do Paraná – confirmou que o acesso ao Porto de Paranaguá foi incluído no lote de rodovias do Litoral a ser concedido no ano que vem. Em 2019, o governo do Paraná informou o desejo de que o trecho fosse pedagiado e lamentou que isso não tivesse sido feito em 1997, quando foram assinados os atuais contratos de concessão.

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Os seis quilômetros da Avenida Ayrton Senna estão sob a jurisdição do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), que alegava não dispor dos recursos necessários para a realização das obras necessárias. Então, em 2018, o Porto de Paranaguá pediu autorização para realizar reparos emergenciais, que incluem ajustes no pavimento e até a construção de trincheiras, uma vez que são constantes os congestionamentos no local. É que o trecho representa um problema no pesado tráfego de mil caminhões que passa pela avenida.

O projeto que estipula as rodovias a serem pedagiadas, com a proposta de 3,8 mil quilômetros, está sendo elaborado pela EPL em parceria com a IFC, braço do Banco Mundial. O trabalho será analisado nos próximos meses pelo Ministério da Infraestrutura e pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Depois, a proposta será debatida em audiências públicas; aí então irá para a concorrência internacional.

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