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Operação Mustela

Acusada de cobrar dinheiro de pacientes para furar fila, médica é afastada do SUS

  • PorCatarina Scortecci
  • 16/10/2019 17:59
Acusada de cobrar dinheiro de pacientes para furar fila, médica é afastada do SUS
| Foto: Pixabay

Uma médica do Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba, não está mais fazendo atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS), por determinação judicial, na esteira da Operação Mustela. A Gazeta do Povo ainda não conseguiu contato com a médica, Karen Yurimi Kume, de 41 anos.

A Operação Mustela foi deflagrada em dezembro do ano passado e envolve, entre outras coisas, cobrança indevida de pacientes do SUS, para que eles pudessem "furar a fila" do atendimento.

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A suspensão das atividades da médica no SUS foi determinada no último dia 10 pelo juiz Ernani Mendes Silva Filho, da Vara Criminal de Campo Largo, no bojo de uma ação penal proposta pelo Ministério Público do Estado do Paraná (MP-PR).

Na denúncia oferecida à Justiça Estadual, o MP acusa a médica e outras quatro pessoas de cometerem crime de concussão (exigir vantagem em razão da função que exerce). A decisão judicial também impôs a proibição de os réus manterem qualquer contato com as vítimas.

De acordo com o MP, a médica chegava a cobrar R$ 9 mil por paciente para priorizar o atendimento a procedimentos realizados na rede pública. Os fatos denunciados ocorreram entre os anos de 2016 a 2018 e ao menos sete pessoas teriam sido vítimas das cobranças ilegais da médica.

“Denota-se que existem indícios suficientes de que a acusada cobrava pelos procedimentos cirúrgicos e consultas que, em tese, eram custeados pelo SUS, valendo-se, para tanto, de sua função dentro de hospital como médica. Além disso, prometia favorecer o paciente ao dar prioridade de atendimento na fila do SUS”, anota o juiz.

A Gazeta do Povo procurou o Hospital Angelina Caron, que divulgou uma nota sobre o tema, nesta quarta-feira (16). O hospital informa que, embora ainda não tenha sido notificado formalmente, já suspendeu os atendimentos realizados pela médica, após consulta ao processo judicial. “O Hospital Angelina Caron atua dentro dos princípios da ética e do absoluto respeito ao ordenamento legal”, continua a nota.

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Comentários [ 8 ]

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  • J

    Juliana L

    ± 0 minutos

    Pacientes muito desinformados ou mal intencionados!!!! É preciso denunciar tais profissionais, cobrar no SUS é crime!!!

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  • M

    MARCO ANTONIO BOTTINI BASTOS

    ± 5 horas

    TAL PAI, TAL FILHA.

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  • M

    MARCO ANTONIO BOTTINI BASTOS

    ± 5 horas

    SE FIZESSEM UMA FISCALIZAÇÃO RESPONSÁVEL SUSPENDERIAM MAIS DE 1000 MÉDICOS QUE ATENDEM PELO SUS EM NOSSO ESTADO. DENTRO DA ÁREA DE ORTOPEDIA ISTO É EXTREMAMENTE COMUM. AS PESSOAS DEVERIAM DENUNCIAR PARA ACABAR COM ESTES PROFISSIONAIS CORRUPTOS.

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  • E

    ERNANI DOS REIS

    ± 5 horas

    "Novidade".

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  • M

    mr muscle

    ± 6 horas

    todo mundo tem seu preço, a diferença é que uns são mais caros, outros mais baratos. Eu sei que muita gente vai dizer que não ,que é honesta,etc. Mas quando chega num determinado valor , aí não tem jeito. Enquanto o acumulo de bens e riqueza for o objetivo de vida e sinal de felicidade ,não tem jeito Só outro modo de viver para mudar.

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  • L

    LAERTE EMILIO

    ± 14 horas

    nossa! melou a re****ção dos abnegados profissionais da saúde pública que , também,nunca entram por uma porta e sai pela outra.

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  • C

    Celito Medeiros

    ± 15 horas

    Qual Médico escapa deste tipo de ação ou das digitais de silicone? Nem vou falar dos Hospitais e suas prestações de conta com o INSS. Mas sabemos que as Maiores Verbas, Educação e Saúde, deixam muito a desejar, onde o dinheiro vai pelo ralo, não raramente, todos sabem, poucos encaram ou denunciam, não apenas por medo ou retaliações, pois os 'caras' ameaçam até de Morte. Não por mero acaso lideram o índice de suicídios no Brasil segundo o próprio CFM. Tá danado, confiar não é preciso...

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  • F

    Freitas

    ± 16 horas

    O Brasil se especializou em "rachadinhas".

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