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Testes de DNA serão feitos com suspeitos.
Testes de DNA serão feitos com suspeitos.| Foto: Bigstock

A Polícia Federal (PF) recolheu nesta sexta-feira (20) material genético de 33 suspeitos de participação em roubos a banco praticados em cidades do Paraná. A operação, batizada de Tangram, começou com investigações de 2018, após ataques de diversos criminosos armados a três instituições bancárias em Pitanga. Os roubos foram também na Lapa, Ponta Grossa, Colombo e Palmeira.

As coletas de DNA estão sendo feitas, além do Paraná, no Rio Grande do Norte e Rondônia. Dois mandados de prisão também foram cumpridos em Londrina, no Norte do Paraná: um de prisão temporária e outra de preventiva. Os mandados judiciais foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Ponta Grossa.

Com a coleta de DNA, a PF pretende identificar os criminosos que participaram desses crimes. As amostras serão verificadas com o banco nacional de DNA, onde estão os perfis de DNAs recolhidos nos locais do crime. A metodologia é a mesma que identificou o assassino da menina Rachel Genofre, crime que levou 11 anos para ser elucidado pela Polícia Civil do Paraná justamente por não haver esta metodologia.

Antes de colher o material genético, a Polícia Federal já tinha evidências dos suspeitos. Em uma das ocorrências, os investigadores encontraram um mapa na cidade de Pitanga que indicava a movimentação do grupo. Nos exames de balística, a PF também constatou que as mesmas armas foram usadas em ações de pelo menos cinco cidades.

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