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Rodovias

Saiba quais tecnologias e mudanças estão previstas para o pedágio do Paraná

  • PorKatia Brembatti
  • 19/09/2019 20:44
Pedágio
Tecnologia ponto a ponto, de pagamento de pedágio por trecho percorrido, está sendo testada em São Paulo.| Foto: José Luís da Conceição/Governo de São Paulo

Rodovias sem praças de cobrança ou cancelas, mas com pedágio. Essa é uma das possibilidades que estão sendo levantadas pelo estudo encomendado pelo governo federal para definir mudanças nas concessões de rodovias do Paraná.

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O sistema free-flow já é amplamente usado fora do Brasil – principalmente Estados Unidos e Europa e tem no Chile um dos exemplos de maior eficiência. No Brasil, ainda não foi implantado, mas há um ponto de teste em São Paulo. Os veículos não param para a cobrança de pedágio. Portais, com sensores e câmeras, registram a passagem. A tarifação eletrônica também permite o pagamento proporcional aos quilômetros percorridos na via.

A possibilidade de abrir mão das caras estruturas de praças, que incluem sistemas de recolhimento de dinheiro, por exemplo, e de não precisar ter funcionários 24 horas por dia para fazer o trabalho poderia baratear o sistema. A tarifação eletrônica pode ser incentivada, de acordo com os primeiros levantamentos, a partir de pedágios mais baratos para quem tem sensores no veículo.

Contudo, ainda não há regulamentação no país para esse tipo de cobrança (seria necessário mudar a legislação e estabelecer algum tipo de obrigatoriedade para o uso de tags ou outros dispositivos que pudessem reduzir a sonegação e evasão). Por causa disso, é possível que a próxima licitação de concessões considere o uso de free-flow, mas estabeleça um processo de implantação gradual, até que as adequações necessárias fossem feitas.

Outra mudança estudada é o desconto gradativo para quem mais usa a rodovia. A ideia é que quem more perto dos pontos de cobrança e precise se deslocar de uma cidade para outra ou também os motoristas profissionais, dependentes das estradas, tenham algum tipo de amortização para que as tarifas não fiquem tão pesadas no orçamento. A forma como o desconto gradual seria aplicado ainda está em avaliação.

Também está em análise a possibilidade de valores diferenciados para rodovias de pista simples e dupla. Ou mesmo a permissão para o início da cobrança somente depois da duplicação da via. Para quem quer rodovias melhores e sem congestionamento, há ainda a possibilidade de valores mais caros para vias de trânsito rápido, aos moldes do que é praticado na região de Miami, nos Estados Unidos.

A expectativa é de que o estudo para a modelagem do novo Anel de Integração do Paraná fique pronto em nove meses e sirva de base para o edital de licitação a ser lançado em 2020, visando definir as empresas que assumirão 4,1 mil quilômetros de rodovias no final de 2021 quando acaba o prazo das concessões atuais. Ao custo estimado de R$ 62 milhões, o trabalho será feito pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal federal, em parceria com o International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para financiamento de projetos de infraestrutura.

Leia mais sobre o assunto

A Gazeta do Povo publicou, em 2018, uma reportagem especial, mostrando quais são as tecnologias mais avançadas no setor de pedágio no mundo e quais poderiam ser usadas no Paraná. Também um material que demonstra como as tarifas poderiam ser mais baratas, caso algumas medidas sejam tomadas durante o processo de licitação, que deve ser aberto no ano que vem.

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Comentários [ 11 ]

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  • J

    JoacirSS

    ± 21 dias

    Aleluia! Tecnologia está aí e faz tempo! O problema é que em nosso país se defende vagas de emprego e principalmente os municípios onde ficam as praças de cobranças irão reclamar das vagas de empregos que serão extintas. Algo que seja justo e principalmente que só facilite para o usuário também é algo quase impossível em nosso país, principalmente sem custo, exemplo o sem parar ou similar que onera ainda mais o usuário. Sem falar que temos um povo que costuma não fazer as coisas certas, como transferir o veículo, pagar multas, etc. Muita gente tem medo da tecnologia e prefere parar e pagar. Passou da hora também de usar a tecnologia para coibir os abusos nas rodovias.

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  • D

    Diz

    ± 23 dias

    As leituras dos sensores podem ser feitos pelas placas dos veículos e a cobrança pelo endereço do proprietário. Simples assim.

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  • L

    LUIZ APARECIDO DE CARVALHO

    ± 23 dias

    62 milhões só para fazer o estudo , começou muito ( barato ) é um sinal ruim , será que vai continuar a farra que virou os pedágios do Paraná , que se tornou caríssimo poucas e obras e muita corrupção.

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  • E

    EDUARDO SABEDOTTI BREDA

    ± 23 dias

    Finalmente estão pensando em facilitar a vida do usuário. Fora do Brasil pago pedágio conforme a distância percorrida, fazendo uso de praças eletrônicas sem parada ou, então, em máquinas que aceitam cartão de crédito ou, então, recebem dinheiro em espécie sem atendente.

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  • S

    STF

    ± 23 dias

    Deveria ganhar a concessão quem oferecesse a menor tarifa ao CONSUMIDOR/ELEITOR/CONTRIBUINTE e não quem pagasse o maior valor de outorga ao GOVERNO.

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    2 Respostas
    • N

      Neto

      ± 3 minutos

      Menor tarifa ao USUÁRIO.

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      Neto

      ± 4 minutos

      Mas já é assim

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  • S

    STF

    ± 23 dias

    Ótima notícia sobre desburocratização.

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  • L

    Luiz Henrique Alves de Souza

    ± 23 dias

    No Paraná, o pedágio foi até hoje um roubo. Não tenho dúvida que continuará sendo, principalmente porque a nova licitação, muito provavelmente, não será pelo menor preço, mas pelo maior lance, como indica o governo Bolsonaro. Ou seja, a única diferença é que o roubo será com "novas tecnologias". Bandidos!!!!

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  • J

    Jair Pereira

    ± 23 dias

    O sistema de pedágio...sem parar...cabina automática...não vingou no parana.

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    1 Respostas
    • N

      Neto

      ± 0 minutos

      Uso desde sempre. Não entendo porque quem traz economia para a concessionária deve pagar mensalidade.

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