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A Biblioteca Pública do Paraná (BPP), por meio do selo Biblioteca Paraná, acaba de lançar o livro Narrativas Gráficas Curitibanas: 210 Anos de Charges, Cartuns e Quadrinhos, do quadrinista, curador e pesquisador José Aguiar.
A Biblioteca Pública do Paraná (BPP), por meio do selo Biblioteca Paraná, acaba de lançar o livro Narrativas Gráficas Curitibanas: 210 Anos de Charges, Cartuns e Quadrinhos, do quadrinista, curador e pesquisador José Aguiar.| Foto: Biblioteca Pública do Paraná/Divulgação

Imagine conhecer a história de uma cidade apenas pelos desenhos de cartunistas, chargistas e quadrinistas? Acompanhar mais de 200 anos de figuras que retratam o linguajar, as roupas e costumes, e até mesmo a política e a cultura de uma sociedade, tudo por meio de registros gráficos? Nesta quinta-feira a Biblioteca Pública do Paraná (BPP) promove uma live para discutir o livro “Narrativas Gráficas Curitibanas: 210 Anos de Charges, Cartuns e Quadrinhos”, do quadrinista, curador e pesquisador José Aguiar, cuja obra traz justamente este olhar, o de contar como a arte gráfica e a cidade evoluíram juntas.

Durante a live, que será transmitida às 19h no canal do YouTube da Biblioteca, Aguiar conversará com os  pesquisadores Maria Clara Carneiro (Universidade Federal de Santa Maria) e Rodrigo Scama (Uninter).

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A obra recém publicada pela BPP resgata, em suas 360 páginas, a memória gráfica local e seus reflexos na cultura nacional, por meio de documentos, biografias e depoimentos. Desde o possível primeiro chargista brasileiro (João Pedro, o Mulato) até a intensa atividade independente atual, Narrativas Gráficas Curitibanas mapeia boa parte da produção artística realizada na cidade entre 1807 e 2018.

“A partir de autores e personagens em sua maioria desconhecidos fora de Curitiba, é possível acompanhar a evolução não somente do traço ou da imprensa, mas da própria sociedade”, diz José Aguiar, que se surpreendeu com a história ao pesquisar para o livro. “A riqueza da atual cena local não é obra de um surto, mas consequência de acertos, erros, fracassos e muita persistência de homens e mulheres que se arriscaram para construir coletivamente essa tradição de constante reinvenção”, conta o autor, que é arte-educador formado pela FAP e mestre pela UTFPR em Tecnologia e Sociedade.

O autor também já ganhou diversos prêmios, como Troféus HQMIX e Angelo Agostini, os maiores prêmios da área de quadrinhos, LeBlanc e Minuano de Literatura, além de ter sido finalista por três vezes do Prêmio Jabuti.

Os mil exemplares da edição impressa serão distribuídos para bibliotecas públicas de todos os municípios paranaenses, além de universidades, gibitecas e pontos de cultura do Paraná e de outros estados, mas á possível baixar a versão digitalizada (clique aqui).

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