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Pinó maio: Teatro Guaíra
| Foto: Alexandre Mazzo

A Pinó de maio chega na casa dos assinantes embalada por uma pergunta: neste período de pandemia, qual tem sido o seu refúgio?

Em edições anteriores, abordamos como este momento nos aproximou de nossas casas; fez da cozinha, um novo hobby; serviu de combustível para novas ideias. Desta vez, queremos abordar um refúgio universal, que marca e transcende gerações e momentos históricos: a arte. E com a nossa forte veia curitibana, nosso recorte é a capital do Paraná. Qual é a força da cultura curitibana? Quais são os novos nomes que se projetam para além do cenário local? Quais as alternativas encontradas pelo setor para continuar a produzir em meio à pandemia?

Uma das respostas, é claro, tem sido as inovações do mundo digital, que obrigou o setor a transformar a internet em palco. Mas uma coisa é certa: nada substitui a experiência de vivenciar a arte cara a cara. Em enquete realizada com nossos leitores no Instagram (aliás, você já segue o @pinogazeta por lá?), percebemos que, quanto mais o momento nos obriga a encarar as telas, mais sentimos falta da experiência analógica, tátil, material. Por isso, delicie-se com as páginas da Pinó que se seguem — o toque da página, o cheiro de papel e o conteúdo especial, preparado com cuidado, carinho e seriedade pela nossa equipe de jornalistas.

Para fechar este editorial, que circula no mês em que se celebra o Dia das Mães, não podemos deixar de agradecer a todas as leitoras da Pinó que são também mães. Vocês têm nosso reconhecimento, respeito e admiração!

Para assinar a revista ligue (41) 3321-5555 ou fale com a gente por whatsapp.

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