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Julgamento

Acusação oficializa recurso que pede aumento de pena para Carli Filho

Ministério Público apresentou recurso, informando que irá buscar, no Tribunal de Justiça, uma punição maior para o ex-deputado estadual; por outro lado, defesa quer redução do tempo de prisão

  • PorKatia Brembatti
  • 05/03/2018 18:26
Carli Filho deixa o julgamento, após ser condenado a 9 anos e 4 meses de prisão | Alexandre Mazzo/Gazeta do Povo
Carli Filho deixa o julgamento, após ser condenado a 9 anos e 4 meses de prisão| Foto: Alexandre Mazzo/Gazeta do Povo

Tanto a defesa como a acusação formalizaram na tarde desta segunda-feira (5) que pretendem recorrer da decisão que condenou, na semana passada, o ex-deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho a 9 anos e 4 meses de prisão pela morte de Gilmar Rafael Yared e Carlos Murilo de Almeida, numa colisão de trânsito em 7 de maio de 2009. Os advogados que defendem o ex-deputado já tinham informado, logo depois do júri, que pretendiam recorrer da sentença, alegando que foi pesada demais.Já os representantes do Ministério Público, no desfecho do julgamento, declararam que iriam analisar a possibilidade de recurso.

Contudo, em nota à imprensa, a promotoria anunciou nesta segunda-feira que vai apresentar apelação, na tentativa de elevar a pena. No entendimento da acusação, “embora a sentença tenha sido bem fundamentada, desconsiderou graves circunstâncias que se prestariam ao aumento da condenação, entre outras questões”. Na prática, o MP tomou tal atitude porque, sem questionamento da acusação, a pena a ser analisada pelos desembargadores do Tribunal de Justiça poderia somente ser mantida ou diminuída. Com a apelação da promotoria, abre-se a possibilidade de os magistrados considerarem que a sentença pode ser maior.

Formalizados os dois recursos, da defesa e da acusação, os pedidos são encaminhados para o juiz Daniel Surdi de Avelar. Agora as partes terão oito dias para apresentar argumentos. Ambos os lados tinham cinco dias depois da sentença para manifestar intenção de buscar o tribunal de apelação. As assistências da acusação - advogados contratados pelas famílias das vítimas - haviam declarado que não recorreriam da decisão, por considerar a pena adequada, e efetivamente não se manifestaram mais no processo.

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