Como você se sentiu com essa matéria?

  • Carregando...
Ricardo Barros esteve em Curitiba nesta sexta-feira (1º) | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Ricardo Barros esteve em Curitiba nesta sexta-feira (1º)| Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

Beto Richa (PSDB) será candidato ao Senado. A afirmação foi feita nesta sexta-feira (1º) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP). Em evento para anunciar Curitiba como primeira cidade brasileira a eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, ele cravou que a esposa, a vice-governadora Cida Borghetti (PP), assumirá o Palácio Iguaçu em abril do ano que vem com a consequente renúncia de Richa para concorrer a senador.

Aliado de Richa desde a primeira eleição dele para prefeito da capital, em 2004, o PP trata como fato consumado que terá a máquina do governo do estado nas mãos durante a eleição do ano que vem. E aposta justamente nessa parceria bem-sucedida de quatros pleitos (dois à prefeitura de Curitiba e dois ao Executivo estadual) para reeleger Cida à frente do governo do Paraná.

“Em todas essas oportunidades, nós e o nosso partido estivemos apoiando o governador. O Beto Richa vai disputar o Senado, a vice-governadora assumirá o governo e concorrerá à reeleição. Portanto, o que se espera − e o que é absolutamente natural − é que todo o grupo que pertence à aliança que está no governo esteja junto para mais essa vitória nas eleições do Paraná”, afirmou Barros.

LEIA MAIS:Requião se encontra com Osmar Dias e ensaia aliança contra o grupo de Richa

Em entrevista à imprensa, o ministro da Saúde ainda minimizou a movimentação de outros pré-candidatos em torno de Richa. “Eu acredito que nós teremos uma ampla movimentação de pessoas interessadas na disputa e que até o final do período de convenções, em agosto, poderão encontrar suas alianças, suas possibilidades e o seu melhor caminho. A nossa expectativa é manter todo o grupo de partidos que está nessa administração de novo na campanha, apoiando a reeleição.”

Barros ainda alfinetou a movimentação que, no momento, mais se apresenta como uma possível candidatura de oposição ao grupo de Richa: Osmar Dias (PDT) ao governo e Roberto Requião (PMDB) ao Senado. “Vamos repetir o que fizemos na última eleição. Essa aliança que está no governo contra Requião, Osmar e Gleisi (Hoffmann, PT). Não vejo problema algum. Vencemos uma vez, venceremos de novo.”

Procurado, a assessoria do governador Beto Richa não foi encontrada para comentar o assunto.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]