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Juízes estaduais repudiam paralisação por auxílio-moradia de colegas federais

A decisão dos magistrados federais, de interromper as atividades durante a próxima quinta-feira (15), não recebeu apoio de toda a categoria

  • Katia Brembatti
Tribunal de Justiça endossou manifestação contrária à greve. | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Tribunal de Justiça endossou manifestação contrária à greve. Albari Rosa/Gazeta do Povo
 
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A resposta dos magistrados estaduais à conclamação feita pelos juízes federais para cruzar os braços, em forma de protesto pela possibilidade de fim do auxílio-moradia, veio em forma de uma carta. Assinada pelos presidentes dos tribunais estaduais, a carta de Alagoas manifestou posição contrária à greve. O documento foi discutido durante um encontro da categoria, realizado no início do mês. O conteúdo da carta foi reproduzido no site do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).

Está prevista para esta quinta-feira (15) uma paralisação nacional na Justiça Federal, em resposta à marcação do julgamento do benefício no Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 22. Apesar de defenderem a continuidade do benefício, os magistrados estaduais declararam que consideram “inadmissível pressionar os ministros da Suprema Corte com paralisação de atividade essencial à sociedade, devendo prevalecer sempre a autonomia e a independência funcional do magistrado.”

LEIA MAIS: Somente 35 magistrados do TJ-PR não recebem auxílio-moradia

De acordo com a Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), não há informação de que algum dos 900 juízes e desembargadores do estado vá aderir, isoladamente, à paralisação.

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