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Oriovisto e Flávio Arns prometem bancada paranaense unida no Senado

Senadores eleitos afirmam que deixarão debates ideológicos de lado e que estão afinados com Álvaro Dias (Pode) na defesa dos interesses do estado

  • Giulia Fontes
Arns e Oriovisto desbancarm Roberto Requião e Beto Richa | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Arns e Oriovisto desbancarm Roberto Requião e Beto Richa Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
 
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Os dois senadores eleitos pelo Paraná em 2018, Professor Oriovisto Guimarães (Podemos) e Flávio Arns (Rede), prometem que, na próxima legislatura, a bancada paranaense em Brasília não será mais “rachada”. Em entrevista à Gazeta do Povo , ambos afirmaram que têm bom relacionamento com Alvaro Dias (Podemos) – que permanece no mandato por mais quatro anos.

“Me dou muito bem com o Arns e com o Alvaro. Seremos uma frente parlamentar em defesa do Paraná”, afirmou Oriovisto. Segundo ele, para que isso aconteça, debates ideológicos e “brigas políticas” serão deixados de lado. “Divergências são salutares, mas desde que os interesses da população sejam colocados acima dos demais”, completou.

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Arns procurou reforçar a ideia de união entre os três parlamentares. “Alvaro, Oriovisto e eu estamos entrosados, articulados para trabalhar em favor do Paraná, olhando as necessidades e desafios que o estado apresenta”, disse.

A reportagem tentou contato com Alvaro Dias, mas ele não está concedendo entrevistas nem se pronunciou por meio de nota.

Ponte entre o estado e a União

Além da união dentro do Senado Federal, os novos representantes paranaenses também pregam maior diálogo entre deputados, vereadores, governador e prefeitos. Oriovisto, que concorreu na chapa de Ratinho Junior (PSD), eleito em primeiro turno, afirmou que já há reuniões marcadas com o novo governador para discutir assuntos do estado.

Mesmo concorrente de chapa – já que disputou a eleição ao lado de Professor Jorge Bernardi (Rede) – Arns diz que a relação com o governador eleito sempre foi “muito boa, saudável e de entendimento”. “Mesmo que não fosse, temos que pensar nos objetivos do Paraná. O governador eleito já afirmou que quer se encontrar com os senadores regularmente, o que é fundamental para que possamos articular as políticas em favor do estado”, explicou.

Legislatura de divergências

Nem sempre os representantes do Paraná no Senado estiveram em sintonia sobre assuntos importantes para o estado. Um exemplo foi um empréstimo de US$ 350 milhões do Banco Mundial ao Paraná, aprovado pelos senadores em 2013. O recurso, destinado às áreas de educação, saúde, meio ambiente, desenvolvimento rural e qualificação do serviço público havia sido barrado, no ano anterior, por Roberto Requião (MDB). Inimigo político do então governador Beto Richa (PSDB), Requião solicitou, à época, que o governo estadual fornecesse dados sobre a sua situação financeira.

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Alvaro Dias, por outro lado, buscou fazer a votação andar. O outro parlamentar do estado naquele ano, Sérgio Souza (MDB) disse na época que divergências políticas não prejudicariam a análise da matéria.

Apesar das discordâncias, houve pontos em que os senadores paranaenses concordaram entre si. Um exemplo foi a reforma da previdência, quando os três parlamentares foram contrários à proposta do governo de Michel Temer (MDB).

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