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dia decisivo

Acompanhe ao vivo o julgamento de Lula no TRF-4 em Porto Alegre

Tribunal Regional Federal da 4ª Região rejeita recurso de ex-presidente Lula no julgamento em Porto Alegre e aumenta pena de prisão dele no caso do tríplex para 12 anos e um mês

  • Da Redação
 | ALICE VERGUEIRO/ESTADÃO CONTEÚDO
ALICE VERGUEIRO/ESTADÃO CONTEÚDO
 
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O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) julgou improcedente o recurso de ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (24), durante julgamento, em Porto Alegre. Por três votos a zero, o petista teve a condenação confirmada pela 8ª Turma da Corte e a pena ampliada para 12 anos e um mês de prisão. Lula foi condenado pelo juiz Sergio Moro pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. O resultado do julgamento embolar ainda mais a disputa para as eleições presidenciais de 2018.

Acompanhe a movimentação em tempo real:

Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

fim da cobertura

Encerramos por aqui a cobertura ao vivo do julgamento do ex-presidente Lula no TRF-4. Obrigada a todos pela companhia!

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Repercussão

A condenação do ex-presidente já repercute nas redes sociais:
https://www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/condenacao-de-lula-leva-internet-a-loucura-com-a-hashtag-molusco-na-cadeia-5yd0cxn2mo0jz99o67y0p54tc

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Resumo final do julgamento

O placar final do julgamento foi de 3 a 0 contra Lula. É o cenário menos favorável ao ex-presidente, pois ele perde o direito a um recurso, chamado de embargos infringentes, que na prática seria um novo julgamento no próprio TRF4. Agora, a defesa de Lula só poderá tentar esclarecer no TRF4 os termos da sentença, por meio dos embargos de declaração. Finalizada essa etapa, possivelmente em fevereiro ou março, Lula estará inelegível. E também poderá ser preso. O TRF4 também aumentou a pena de Lula que havia sido imposta por Moro. O juiz do Paraná condenou o ex-presidente a 9 anos e seis meses de prisão. Os desembargadores da segunda instância aumentaram a pena para 12 anos e um mês de detenção.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

3 a 0

Lula foi condenado por unanimidade no TRF-4 a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A sessão acaba de ser encerrada.Foram cerca de oito horas de sessão.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

12 anos

A pena de Lula sobe para 12 anos e 1 mês. Não cabem embargos infringentes pela defesa.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Unanimidade

Laus vota com Gebran e Paulsen e o julgamento é encerrado com unanimidade.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Leo Pinheiro e Agenor Medeiros

Laus acompanha o voto de Gebran e Paulsen sobre as penas impostas aos executivos da OAS.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

MPF

O MPF havia pedido que Gordilho, Ferreira e Yonamine fossem condenados. Eles foram absolvidos por Moro.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Uma hora

Já dura uma hora o voto de Laus.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Absolvição

Laus disse concordar com a absolvição de Paulo Okamotto, Paulo Gordilho, Roberto Ferreira e Fábio Yonamine.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Provas verossímeis

Para o desembargador, as provas apresentadas pelo MPF são verossímeis e que resistiram ao contraponto das defesas ao longo do processo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Lula perdeu o rumo

Laus diz em seu voto que Lula "perdeu o rumo" em algum momento.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

demora

Os embargos infringentes, na verdade, são quase um novo julgamento. Isso porque a sentença de Moro será avaliada por uma nova turma, formada por Gebran, Laus, Paulsen e mais três novos desembargadores. A nova composição pode reverter a sentença, mas isso nunca aconteceu nos embargos infringentes julgados na Lava Jato.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

embargos infringentes

Mesmo sinalizando pela condenação de Lula, Laus ainda pode abrir brecha para a defesa entrar com embargos infringentes. Isso poderá acontecer se Laus determinar uma pena menor para Lula. Nesse caso, a defesa poderia entrar com os embargos infringentes para pedir que prevaleça a menor pena. O julgamento desse recurso tem levado entre seis e sete meses na Lava Jato.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Bolsonaro tirando "casquinha"

O presidenciável Jair Bolsonaro preferiu não ir às manifestações contra Lula. Temia apanhar de petistas. Mas, bem longe das ruas, tirou sua "casquinha" da situação. Divulgou foto em que comemora a condenação de Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Há provas, segundo Laus

Laus destaca que há provas testemunhais e documentais contra os réus do processo. "Mas temos algo mais", continua. Ele agora faz referência aos depoimentos de Agenor Medeiros e Leo Pinheiro, da OAS, que colaboraram com a Justiça.

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Giulia Fontes
repórter da Gazeta do Povo

Barrado

Um habeas corpus preventivo para Lula pedido ao Superior Tribunal Federal (STF) por Ricardo Luiz Ferreira, um morador de São Paulo, foi barrado pela ministra Cármen Lúcia. Ferreira, que não faz parte da defesa do ex-presidente, já havia feito pedido semelhante no Superior Tribunal de Justiça (STJ) no ano passado. As informações são da revista Época.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Reformas

"Por que quem não tem vínculo com um imóvel participa de sua reforma?", questionou Laus.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Depoimentos

Os depoimentos das testemunhas tiveram peso na decisão do desembargador Victor Laus. Ele fez um breve histórico das provas apresentadas no processo e também questionou sobre as reformas feitas no imóvel. Ele garante ter lido todos os depoimentos que foram tomados ao longo do processo.

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Giulia Fontes
repórter da Gazeta do Povo

Internacional

O resultado do julgamento começa a repercutir na imprensa internacional. O jornal Washington Post afirma que carreira política de Lula está potencialmente acabada.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Provas

Laus faz um resumo das provas analisadas por ele no processo.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Bolsonaro foge das ruas, mas comemora

O presidenciável Jair Bolsonaro preferiu não ir para as ruas acompanhar as manifestações anti-Lula. Disse que temia "apanhar" de petistas. Mas, bem longe das ruas, não perdeu a oportunidade de surfar na onda. Publicou foto comemorando a condenação de Lula pelo TRF4.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Prazos

A assessoria do TRF-4 informa que os votos dos desembargadores e o acórdão serão liberados na próxima semana. Somente após a publicação do acórdão começa a contar o prazo de cinco dias para a defesa entrar com embargos de declaração,

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Giulia Fontes
repórter da Gazeta do Povo

Jornalista agredido

No Twitter, o site The Intercept Brasil informou que o jornalista Rafael Moro Martins foi agredido por militantes anti-Lula, em Curitiba. O ataque aconteceu enquanto o repórter filmava um acampamento dos manifestantes em frente à Justiça Federal.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Preliminares

Laus ainda não começou a analisar o mérito do caso. O voto dele já dura 30 minutos. O voto mais longo foi do relator, João Pedro Gebran Neto: três horas e meia. Paulsen levou uma hora e meia para votar.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Execução da pena

Apesar da execução da pena esta prevista para depois do julgamento dos recursos no TRF-4, isso não deve ser rápido. Entre o fim da tramitação do processo no TRF-4 e o mandado de prisão ser expedido pode passar cerca de dez meses. Esse é o tempo que levou para os primeiros réus que estavam soltos serem presos depois de condenação em segundo grau na Lava Jato.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Condenado, mas candidato

O PT acaba de divulgar informe em que confirma para amanhã um encontro em São Paulo para reafirmar a candidatura de Lula à Presidência. Segundo partido, estarão presentes, além de Lula, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais, presidentes de diretórios estaduais e de dirigentes de movimentos populares e de centrais sindicais.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Fatos e não pessoas

"A Turma não julga pessoas, a Turma julga fatos", pondera Laus antes de começar a ler seu voto. Os militantes do PT trabalhavam para pressionar os desembargadores a votarem a favor de Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Peso do placar

Com o placar de 3 a 0, a defesa de Lula só poderia recorrer usando os embargos de declaração, que na prática não alteram o resultado, apenas atrasam o fim da tramitação do processo. O TRF-4 leva em média 1 ou 2 meses para julgar esse tipo de recurso.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Cumprimentos a Moro

Laus também elogia nominalmente o juiz federal Sergio Moro durante a leitura de seu voto.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Elogio

Laus começa o voto elogiando o trabalho dos envolvidos na operação. "Talvez o que haja de mais singular nessa operação Lava Jato seja a feliz reunião de talento, entusiasmo, interesse, competência e qualificação profissional", diz.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

3 x 0?

Laus já deu a entender que pode votar pela condenação de Lula também. Ele disse que os votos anteriores dirimiram "qualquer dúvida" que ele pudesse ter sobre o caso.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Victor Laus

Quem vota agora é o desembargador Victor Laus. Ele é o último a votar. Na prática, Lula já está condenado, mas voto de Laus é importante porque, se votar pela absolvição, a defesa de Lula tem mais recursos a mão.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Lula inelegível

Com o placar de 2 a 0, Lula, na prática, já está inelegível. Oficialmente, só após o julgamento dos recursos que ainda cabem no TRF4.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Execução da pena

Sobre a execução da pena, Paulsen determinou que assim que terminem os recursos no TRF-4, os réus passem a cumprir as penas.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Argumento da defesa derrubado

Paulsen desconsiderou o argumento da defesa de Lula de que não ficou comprovado que o dinheiro da corrupção da Petrobras teria sido usado nas benfeitorias do tríplex. Segundo Paulsen, Lula tinha um crédito com a empreiteira OAS que foi pago por meio da reforma do apartamento e da compra de imóveis. E, de acordo com o desembargador, a lavagem se caracteriza porque o tríplex não era oficialmente de Lula. Ou seja, houve ocultamento da propina.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Penas

Paulsen diz que ratifica as penas sugeridas pelo relator, Gebran Neto, para os réus do processo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Prova além do razoável

Paulsen também destaca que há "provas além do razoável" para condenar Lula

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Turma criteriosa

Paulsen diz que a 8ª Turma está sendo criteriosa ao condenar Lula por apenas 2 crimes. Segundo o revisor, há 71 imputações de crimes pelo MPF contra o ex-presidente.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Final do voto

O revisor começa a finalizar seu voto, depois de uma hora e meia de leitura.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Corrupção e lavagem

Paulsen mantém uma condenação por corrupção e uma condenação por lavagem de dinheiro para Lula no processo. Ele ainda não começou a somar as penas.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Repar

Para o revisor, há elementos que mostram que houve pagamento de propina por obras na Repar. Porém, ele acompanha o relator e decide não considerar um crime autônomo de corrupção, pois o consórcio era liderado pela Odebrecht.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Tríplex

O revisor acredita que o imóvel no Guarujá é efetivamente do ex-presidente Lula. Ele destaca as reformas solicitadas pelo petista no imóvel. Para ele, há provas do recebimento da propina de forma pessoal e direta por parte de Lula.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

"É de se perguntar"

Leandro Paulsen fez um questionamento para afirmar que o tríplex efetivamente era de Lula: “É de se perguntar se alguém que não é titular de um imóvel determina que se mude o local da escada, da piscina, (...) aprova um projeto de uma cozinha de R$ 150 mil e não pergunta o preço?”

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Depoimento de Leo Pinheiro

Para Paulsen, o depoimento de Leo Pinheiro é corroborado por documentos que mostram que o imóvel no Guarujá nunca foi colocado à venda pela OAS. A defesa tenta desqualificar o depoimento, alegando que Leo Pinheiro é réu no processo e não tinha a obrigação de falar a verdade.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Tríplex é o de menos

Para Paulsen, a questão mais importante no processo não é sobre o recebimento de um tríplex, e sim o início da denúncia, que acusa Lula de usar o cargo para sustentar a corrupção na Petrobras. Para o revisor, o tríplex apenas torna evidente que o petista sabia do esquema e se beneficiou dele.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Condenação por corrupção

Ao que tudo indica, Paulsen vai condenar Lula por corrupção e aumentar a pena, alegando grande culpabilidade pelo petista ter sido presidente da República. Ele ainda não começou a destrinchar a dosimetria da pena.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Elementos de sobra

Para Paulsen, "há elementos de sobra" que provam que Lula efetivamente participou da organização criminosa na Petrobras.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Inegibilidade a caminho

O encaminhamento do voto de Paulsen indica que Lula ficará inelegível, de acordo com os critérios da Lei da Ficha Limpa. Se ele efetivamente condenar o ex-presidente Lula, o placar será de 2 a 0 e não poderá mais ser mudado.

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Gazeta do Povo
Da redação

Pivô do mensalão fala de julgamento

Pivô do mensalão, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, disse que somente a esquerda 'vai chorar' caso o TRF-4 confirme a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá. Desde de manhã, o ex-deputado tem publicado comentários sobre o julgamento no Twitter. Jefferson destacou também que a hashtag #MoluscoNaCadeia estava em primeiro lugar no trending topics da rede social e afirmou que 'o planeta quer a prisão do molusco'.
Jefferson rompeu com o PT ao denunciar, em 2005, o escândalo que ficou conhecido como mensalão e levou nomes importantes da sigla, como o ex-ministro José Dirceu, para a cadeia. Hoje, o ex-deputado faz parte da base aliada do presidente Michel Temer e tenta emplacar a filha, deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), no Ministério do Trabalho. As informações são do Estadão Conteúdo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Lula cometeu corrupção

Para Paulsen, Lula bancou a corrupção na Petrobras, inclusive em uma queda de braço com o Conselho de Administração da estatal.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Mais dois indicativos da condenação

Mais dois indicativos de que Paulsen irá manter a condenação dos réus por corrupção. Afirmou que há prova documental e confissões de réus que não firmaram delação premiada.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Corrupção

Paulsen caminha para uma condenação dos réus pelos crimes de corrupção. Pelo que já leu, concorda com a denúncia do MPF e está convencido de que Lula praticou corrupção.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Voto mais curto

Ao que tudo indica, o voto de Paulsen vai ser mais curto que o de Gebran. O voto de Gebran durou três horas e meia. Agora Paulsen completa uma hora de leitura, mas já está analisando as imputações de corrupção e já absolveu os réus no caso do armazenamento do acervo presidencial.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

"Situações comprovadas"

Mais uma pista de como Paulsen vai votar. Veja o que ele disse ao relatar o esquema de corrupção: “Não se trata de mero relato de fatos, mas de situações comprovadas”.

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Gazeta do Povo
Da redação

Lula não acompanha julgamento

Ao ir embora do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o ex-governador da Bahia Jaques Wagner disse que estava irritado e que Lula não acompanha a sessão do TRF-4 que julga em segunda instância a condenação no caso do tríplex do Guarujá.
'Nós almoçamos sem televisão. Ele foi informado [do voto do juiz federal João Pedro Gebran Neto], mas não por mim. Não há motivo para ele acompanhar cada fala', afirmou.
Wagner disse que a eventual confirmação da sentença proferida pelo juiz Sergio Moro não mudará os planos do PT.
'Isso não vai mudar nossa caminhada. Nós vamos continuar trabalhando para provar a inocência do presidente Lula', disse.
O ex-governador é um dos nomes cotados pelo PT para concorrer à presidência caso Lula fique inelegível. As informações são da Folhapress.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Mensalão

Paulsen também cita o mensalão em seu voto. Ele lembra que ficou comprovado a compra de apoio no Congresso pelo governo.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Absolvição não muda sentença de Moro

Na prática, a absolvição referente à guarda dos bens presidenciais não muda nada na sentença de Moro. O juiz de Curitiba já havia entendido não haver crime nessa denúncia do processo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Corrupção

Agora o revisor analisa as acusações de corrupção contra os executivos da OAS e Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Começou com uma absolvição

Para Paulsen, não há provas de crimes cometidos por Lula e Okamotto nesta parte do processo. O revisor recomenda que o recurso do MPF não seja reconhecido.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Acervo presidencial

Ao contrário de Gebran, Paulsen começa a analisar as imputações pelo caso da manutenção do acervo presidencial. Lula e Okamotto foram absolvidos por Moro nessa parte do processo.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Aposta de bastidor

Leandro Paulsen levou apenas seis dias úteis para revisar o voto de Gebran, etapa a partir da qual o julgamento pôde ser marcado. Essa rapidez faz com que alguns analistas avaliem que ele tende a votar de forma semelhante a Gebran. Isso porque, se houvesse grandes divergências entre os dois, a revisão do voto tenderia a levar mais tempo para que fundamentasse sua decisão. Logo saberemos se essa aposta se confirma.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Pistas do voto?

Ainda é cedo para dizer como será o voto do desembargador Leandro Paulsen. Mas ele começa a dar algumas pistas. Já fez um elogio a um trecho da sentença de Moro contra Lula, em que o juiz de Curitiba afirmou que ninguém está acima da lei – inclusive um ex-presidente. Também defendeu a legitimidade da primeira instância e do TRF4 em julgar Lula. Citou ainda que a denúncia do MPF está “bem escrita”. Apesar disso, afirmou que não estava ainda falando do mérito do caso.

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Gazeta do Povo
Da redação

Confronto na Paraíba

Um ato em defesa do ex-presidente Lula terminou em confronto entre polícia e manifestantes no início da tarde desta quarta-feira (24). Parte dos manifestantes tentou ocupar a sede da Justiça Federal da Paraíba. A polícia interviu e houve conflito. Três manifestantes ficaram feridos, sendo dois deles atingidos por balas de borracha -um deles foi deputado estadual petista Frei Anastácio. Um policial foi alvo de uma pedrada na cabeça. As informações são da Folhapress.

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Gazeta do Povo
Da redação

Atos no RJ

Manifestantes que estão acampados desde segunda-feira (22) na porta de um prédio da Rede Globo, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, jogaram tinta vermelha na fachada e no interior da portaria do edifício, no início da tarde desta quarta-feira (24). O grupo, formado por estudantes da UJS (União da Juventude Socialista), ligada ao PC do B, do Levante Popular da Juventude, do MST e de centrais sindicais como CUT e CTB, acompanha o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na porta da emissora.
Grupos de oposição a Lula também convocam para nova manifestação na praia de Copacabana, ao final do julgamento, ainda a ser confirmada.
A Justiça Federal do Rio decidiu fechar as portas mais cedo nesta quarta-feira (24) em razão do julgamento. O TRF-2, que compreende os Estados do Rio e Espírito Santo decidiu funcionar das 10h às 15h nesta quarta. Em dias normais, o expediente se encerra às 19h. O motivo da mudança é por questões de segurança. Há o temor de que prédios da Justiça Federal sejam alvo de vandalismo e servidores hostilizados a depender do resultado do julgamento do ex-presidente. As informações são da Folhapress.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

A lei é para todos

Para Paulsen, o cometimento de crimes na função de presidente da República ou em razão do cargo é grave. Para o revisor, a prática da corrupção torna vil o exercício do cargo. “Não importa o quão alto você esteja, a lei está acima de você”, disse.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Leandro Paulsen, revisor do caso, diz que fato de Lula ter sido presidente da República deve ser um agravante por ter cometido crimes.

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Gazeta do Povo
Da redação

Julgamento retomado

Após intervalo de uma hora, o julgamento do recurso de Lula é retomado no TRF-4. O revisor do caso, desembargador Leandro Paulsen, está apresentando seu voto.

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Gazeta do Povo
Da redação

Camisetas do Bolsonaro

Na Paulista, onde há manifestação contrária a Lula em São Paulo, o deputado Jair Bolsonaro é estrela. Camisetas 'Bolsonaro Presidente' e 'Bolsonaro 2018' estão sendo vendidas a R$ 30 na avenida Paulista. O ambulante Djalma Rocha disse ter vendido 18 camisetas em meia hora.
'Ontem [terça] eu vendi 60. O nome Bolsonaro virou marca de luxo', diz o vendedor. Uma das estampas mais 'diferentonas', segundo ele, traz a inscrição: 'Fascista, racista, homofóbico, esse papo já não cola mais. Bolsonaro 2018'. 'Esse papo não cola mais', reafirma ele, exibindo a estampa.
As informações são da Folhapress.

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Gazeta do Povo
Da redação

Manifestação em SP

O julgamento de Lula em Porto Alegre movimenta outras cidades brasileiras. Em São Paulo, cerca de 200 manifestantes se reúnem no Masp, na Avenida Paulista. Eles já inflaram um pixuleco ao som do hino nacional.
Líderes dos movimentos MBL, Revoltados Online, #Nas Ruas e São Paulo Conservador discursaram nos carros de som, clamando por 'justiça', 'Lula na cadeia' e 'Bolsonaro 2018'.
Carla Zambelli, do movimento #Nas Ruas, subiu há pouco em um dos carros de som em frente ao Masp e alertou os manifestantes sobre uma 'possível fuga de Lula para a Etiópia', se condenado.
'Recebemos a informação de que dois ou três assessores pessoais dele foram enviados à Etiópia, que é um país que não tem acordo de extradição com o Brasil. Então há essa especulação de que ele fuja para a Etiópia, não teria porque mandar os assessores sozinhos. São os assessores que viajam com ele', disse Zambelli à reportagem.
'Nós vamos atrás dele na Etiópia, onde estiver', disse ela mais cedo no carro de som, arrancando aplausos e gritos de 'lu-la-na-cadeia'.
As informações são da Folhapress.

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Gazeta do Povo
Da redação

Sucesso no Twitter

A hashtag #TRF4, em referência ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, onde ocorre o julgamento do recurso apresentado pelo ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá, continua a ocupar a primeira colocação entre os assunto mais comentados no Twitter, os chamados trending topics.
Nas últimas três horas, a hashtag vem ocupando a primeira colocação entre os dez assuntos mais comentados. Nenhuma outra menção ao julgamento integra os trending topics.
No Brasil, por sua vez, o julgamento do ex-presidente é predominante no microblog. Dos dez temas mais abordados, quatro têm relação com o julgamento. Além de #TRF4, a segunda colocação é #MolusconaCadeia; #CadêaProva figura no terceiro lugar, seguido por #Lula.
Gebran, em referência ao desembargador João Pedro Gebran Neto, relator do processo, ocupa a quinta colocação entre os temas mais comentados no país. As informações são do Estadão Conteúdo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Sessão suspensa

Paulsen suspende a sessão por uma hora. Na volta, serão lidos mais dois votos.

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Como votou Gebran

Veja como foi o voto do relator e o aumento da pena de Lula: Leia aqui

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Gebran aumenta pena de Moro a Lula

O desembargador Gebran aumentou a pena que o juiz Sergio Moro havia imposto a Lula. Moro condenou Lula a 9 anos de seis meses de cadeia e Gebran, a 12 anos e 1 mês.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Questão de ordem

A defesa de Lula faz uma nova questão de ordem. Ele argumenta que o STF já trata de um caso que foi citado no voto do relator. Trata-se da acusação de organização criminosa.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Leo Pinheiro

Leo Pinheiro teve a pena reduzida para 3 anos, 6 meses e 20 dias, em regime semi aberto.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Zanin insinua usurpação de competência

O advogado de Lula, Cristiano Zanin, afirma que o voto do relator, Gebran Neto, abordou temas que fazem parte de um inquérito em tramitação no STF. E pede que os demais desembargadores "observem" isso com atenção. Zanin, nas entrelinhas, afirma que Gebran usurpou competência do Supremo. Está delineado um possível questionamento futuro da decisão de hoje. Gebran negou ter entrado no mérito de um caso que cabe ao STF.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Agenor Medeiros

Por ter colaborado no processo, a pena de Agenor Medeiros caiu de 4 anos e seis meses para 1 ano e 10 meses. Isso segundo o voto do relator. Ainda faltam dois votos.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Gebran rebate críticas

Gebran decidiu falar sobre as críticas que recebeu. Ele destacou que nunca se pronunciou, mas que a hora de esclarecer é agora. O desembargador negou haver excessos de prisões e que o objetivo delas seria obter delações e confissões. Segundo ele a colaboração premiada é um instrumento da defesa. Ou seja, é um mecanismo das defesas. Gebran também rechaçou os questionamentos sobre a imparcialidade dos juízes nos processos da Lava Jato. Ele disse que julga com base nas provas e não de acordo com o nome dos réus. O relator do processo afirmou ainda que a Justiça não decide pensando nos desdobramentos políticos que a sentença possa vir a ter. Por fim, ele negou haver tempo recordo no julgamento de Lula. Ele afirma que a meta 4 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) orienta que os tribunais deem prioridade para julgamentos sobre casos de corrupção. "O que nós estamos fazendo é cumprir o que é esperado da Justiça."

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Penas

As penas ainda não são definitivas. Ainda faltam dois desembargadores para votar.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Agenor Medeiros

Pena para Agenor Medeiros: 5 anos, 6 meses e 26 dias

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Leo Pinheiro

A pena de Leo Pinheiro passou para 10 anos e 8 meses, segundo o voto do relator

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

12 anos

Pena final: 12 anos e 1 mês para Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Pena de Lula

Pena para Lula, segundo o voto de Gebran: 8 anos e 4 meses para o crime de corrupção. 3 anos e 9 meses pelo crime de lavagem de dinheiro

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Lula

A pena de Lula é a primeira a ser fixada por Gebran. Ele considerou a culpabilidade do ex-presidente "extremamente elevada".

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Dosimetria da pena

Agora Gebran vai estabelecer as penas para os réus

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

armazenamento do acervo

Gebran manteve a absolvição de Lula e de Okamotto no caso do armazenamento dos bens do ex-presidente.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Absolvições

Paulo Gordilho, Roberto Ferreira e Fábio Yonamine tiveram a absolvição mantida pelo relator. O MPF havia pedido que a sentença fosse reformada para condenar os executivos da OAS.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Lavagem

Gebran manteve a condenação por lavagem de dinheiro, referente à ocultação da posse do tríplex no Guarujá.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Vice dos sonhos de Lula defende a Justiça

Tido como o vice dos sonhos de Lula na eleição presidencial, o empresário mineiro Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente nas duas gestões do petista, José Alencar, defendeu a Justiça brasileira – discurso contrário ao do PT. “O Judiciário tem um sistema de autocontrole que é o duplo grau de jurisdição: os tribunais de apelação, os tribunais superiores. Isso diminui muito as chances de erro”, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. Sobre a candidatura a vice, disse não ter recebido nenhum convite.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

laranja

Para Gebran, a OAS serviu como laranja de Lula para ocultar a posse do tríplex

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Falta o caso Granero

O relator avisou que vai fazer uma análise em separado do caso da guarda dos bens do ex-presidente Lula. O juiz Sergio Moro absolveu Lula nesse caso. Gebran pode tomar decisão diferente.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Uma corrupção

Gebran negou o pedido do MPF. Para ele, Lula deve ser condenado apenas por uma única atuação de corrupção, relativa a um contrato da Refinaria Abreu e Lima.

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Fernando Martins
Editor da Gazeta do Povo

Com o relógio contra

Integrantes da cúpula do PT que estão em Porto Alegre "calcularam" mal o tempo que ia demorar o julgamento de Lula. Líderes do partido haviam marcado um voo para São Paulo, onde devem encontrar Lula, para as 15h. Dificilmente o julgamento termina até lá. Estão em Porto Alegre e, em princípio, irão a São Paulo, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, o líder do partido no Senado, Lindbergh Farias, o ex-ministro Gilberto Carvalho, dentre outros.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Repar

No contrato da Repar, no Paraná, Gebran diz que não cabe um crime de corrupção, já que o consórcio era liderado pela Odebrecht.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Crimes

MPF quer condenação de Lula, Agenor Medeiros e Leo Pinheiro por três atos de corrupção, referentes a três contratos da Petrobras. Moro o condenou por apenas um.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Convicção

Gebran diz que, em sua convicção pessoal, a compra e reforma do tríplex deveria se tratada como corrupção. O MPF, porém, não fez esse pedido.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Sustentação da corrupção

Gebran volta a dizer que Lula dava sustentação à organização criminosa que atuava na Petrobras.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Argumentos da defesa

O relator diz que vai passar a analisar todos os argumentos das defesas dos réus.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Gebran diz que a defesa se engana ao tratar o processo como sendo apenas sobre a posse do apartamento. O relator também cita, por exemplo, a existência de um "caixa geral de propina".

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Sessão retomada

Gebran volta a ler seu voto.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Falta um terço

Segundo a assessoria de imprensa do TRF-4, ainda falta um terço do voto de Gebran para ser lido. A sessão foi suspensa para um rápido intervalo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Voto vai continuar

Gebran ainda não terminou o voto. Ele vai retomar o raciocínio depois do intervalo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Intervalo

Depois de duas horas e meia lendo o voto, Gebran pede para fazer um intervalo. A sessão foi suspensa por cinco minutos.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Bronca

A defesa de Lula havia reclamado que o ex-tesoureiro do PT, João Vaccai Neto, não havia sido convocado pelo MPF para depor. Agora, Gebran alfinetou os advogados dizendo que, se a testemunha era importante, poderia ter sido arrolada pela defesa.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Provas acima do razoável

Para Gebran, "há provas acima do razoável" sobre a titularidade do tríplex do Guarujá.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Estimativa

Gebran já está há quase duas horas e meia lendo seu voto, que tem cerca de 430 páginas. Segundo a assessoria de imprensa do TRF-4, ele está na metade da leitura. Ele não deve ler o voto na íntegra.

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Gazeta do Povo
Da redação

Hostilização

Uma equipe da Band foi hostilizada por militantes pró-Lula em Porto Alegre. De acordo com a BandNews, a equipe da repórter Fernanda Faria foi expulsa dos arredores do Anfiteatro Pôr do Sol por militantes que defendem o petista. Houve gritos de 'golpista' e um princípio de confusão.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Voto grande

Segundo a assessoria de imprensa do TRF-4, o voto do relator tem cerca de 430 páginas que não serão lidas na íntegra.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Possível condenação

Aparentemente, o voto de Gebran caminha para a condenação de Lula. A dúvida é se ele vai manter a pena de Moro ou aumentá-la, como pediu o MPF. O relator costuma ser mais rígido que o juiz de primeiro grau em suas decisões no TRF-4.

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Apartamento era para Lula

Para Gebran, há provas de que o apartamento e a reforma eram para Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

A construção do voto

Desde que começou a analisar o mérito do processo, Gebran construiu uma narrativa em que concorda com as acusações do MPF. Para o relator, Lula não apenas sabia, como era um dos principais responsáveis pela corrupção na Petrobras. Assim, faz sentido para o desembargador que tenha recebido propina da OAS, empreiteira que mantinha contratos com a estatal. Sobre o tríplex, Gebran destaca depoimentos de testemunhas que contaram a mesma história: imóvel estava reservado para Lula e a OAS bancou as reformas que foram feitas no apartamento, assim como a compra de itens de decoração e eletrodomésticos.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Duas horas

Gebran está lendo seu voto há cerca de duas horas. O desembargador reconheceu mais cedo que o voto é "bastante grande" e pediu paciência dos colegas. A sessão já dura quatro horas. Houve apenas um breve intervalo antes do voto de Gebran.

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Gazeta do Povo
Da redação

Lula: não cometi nenhum crime

Lula está assistindo o julgamento de seu recurso no TRF-4 na sede do sindicato dos metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. O petista disse estar 'extremamente tranquilo' em relação ao julgamento. 'Tenho certeza absoluta que não cometi nenhum crime', declarou. Ele ainda afirmou que os juízes 'decidirem por 3 a 0 que o juiz Moro errou é a única coisa certa e justa'. Ele ainda cutucou os juízes, dizendo que seus julgadores estão com a consciência menos tranquila que a dele. 'Se não acontecer [a absolvição] temos muito tempo pela frente pra mostrar o equívoco, as mentiras contadas contra o PT e o Lula nesses últimos anos. A única coisa que quero que saibam é que tenho muita tranquilidade pra enfrentar adversidade, noção dos problemas vivendo, e o que tá acontecendo comigo é muito pouco perto do que tão fazendo com milhões de brasileiros, que não entenderam a reforma trabalhista e vão ser massacrados. Com as pessoas que serão massacradas pela reforma da Previdência. Reforma pra mexer no salário do povo trabalhador, não do desembargador ou do general', afirmou. As informações são da Folhapress.

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Narrativa de um crime

O voto de Gebran foi bastante objetivo: houve corrupção, Lula sabia e estava envolvido. Houve a promessa do apartamento, com aprovação do projeto de reforma e posterior visita à obra.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Relator caminha para condenação

O desembargador encaminha o voto para uma condenação de Lula. Até aqui, o relator concordou com a tese do MPF sobre a corrupção passiva e sobre a lavagem de dinheiro através do tríplex.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Posse

Para Gebran, há provas testemunhais que esclarecem que o apartamento em questão era, sim, de Lula, ao contrário do que alega a defesa do ex-presidente.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Zelador

Gebran lemba do depoimento do zelador do prédio, que disse que o tríplex nunca foi visitado por nenhum potencial comprador, além de Lula e seus familiares.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

reformas pagas pela OAS

Geban lê depoimentos de testemunhas que garantiram no processo que as reformas no tríplex foram bancadas pela OAS, mas eram para a família de Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Reformas

Gebran fala sobre as testemunhas que asseguraram que a reforma no apartamento foi realizada sob medida para a família do ex-presidente Lula.

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Gazeta do Povo
Da redação

Vigília encerrada em Curitiba

O desembargador João Gebran Neto nem terminou a explanação de seu voto, o primeiro a ser proferido no TRF-4, e a vigília de militantes pró-Lula em Curitiba já acabou. O plano inicial era manter o ato de apoio até o final do julgamento, mas os manifestantes resolveram encerrar o protesto antes.

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Lula tinha interesse no Solaris

A tese da defesa de que Lula não tinha interesse no edifício Solaris foi afastada por Gebran. Lula não abriu mão de seu apartamento no prédio, ao mesmo tempo em que todas as outras unidades, aparte o triplex, foram vendidas.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Histórico do prédio

Para Gebran, o histórico da construção do edifício é fundamental para a compreensão dos fatos. Inicialmente, o empreendimento era de responsabilidade da Bancoop, de quem a ex-primeira dama Marisa Letícia adquiriu uma cota parte. Por causa de dificuldades financeiras da Bancoop, a OAS assumiu a obra.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

tríplex

Agora, Gebran passa a analisar o caso envolvendo o tríplex em si.Lula foi condenado por lavagem de dinheiro nesse item da sentença de Moro

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

As digitais de Lula

Estão por toda a parte, para Gebran, as digitais de Lula nas indicações de diretores da Petrobras que desviavam dinheiro para os partidos. O desembargador ainda vai avaliar a relação de Lula com o triplex.

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André Gonçalves
Editor de República

Churrascaria dá desconto por condenação

A churrascaria Detroit Steakhouse, de Manaus, lançou uma promoção para atrair clientes durante o almoço desta quarta (24). O restaurante promete 1% de desconto na conta a cada ano de condenação do ex-presidente Lula.

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Gazeta do Povo
Da redação

Hermanos em POA

Não são apenas os brasileiros que estão se manifestando a favor ou contra Lula. No acampamento de militantes favoráveis ao petista em Porto Alegre, também há uruguaios e argentinos que querem demonstrar apoio ao ex-presidente. O registro é do repórter Léo Gerchmann.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Líder do esquema II

"Há prova acima do razoável que o ex-presidente foi um dos principais articuladores, se não o principal, do esquema na Petrobras", disse Gebran.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Líder do esquema

Para Gebran. Lula liderava o esquema de corrupção dentro da Petrobras. Para relator, "no mínimo [Lula] tinha ciência e dava sustentação ao que acontecia na Petrobras".

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Condenação chegando

O voto de Gebran encaminha a condenação: houve corrupção na Petrobras, Lula sabia e participava com as indicações políticas na empresa. Só falta saber o que o relator pensa sobre o apartamento no Guarujá.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Voto grande

Gebran afirmou que o voto dele é "bastante grande" e pediu paciência dos colegas. O relator do caso pediu ao presidente, Leandro Paulsen, para terminar de ler o voto antes de um novo intervalo na sessão.

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Gazeta do Povo
Da redação

Enquanto isso, em Curitiba...

O policiamento foi reforçado nos arredores da Justiça Federal em Curitiba, no bairro Ahú, onde os manifestantes contrários ao ex-presidente Lula se reúnem nesta quarta-feira (24) durante o julgamento do petista em Porto Alegre. julgamento no TRF-4 está sendo transmitido no local em um televisão com acompanhamento da Polícia Militar (PM).

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Leo Pinheiro

Gebran também utiliza em seu voto trechos do depoimento do ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro. A defesa tenta desqualificar o depoimento do empreiteiro, alegando que por ser réu no processo poderia faltar com a verdade.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Esquema maior

Para Gebran, Lula teria praticado corrupção de forma diferente dos ex-diretores da Petrobras já julgados. Para o relator, Lula era o “garantidor de um esquema maior” que tinha por objetivo incrementar arrecadação de recursos para partidos políticos.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Mensalão

Gebran invoca o julgamento do Mensalão para argumentar que, mesmo que Lula não tenha concluído o favorecimento à OAS, bastaria a promessa para configurar corrupção. A defesa critica a sentença de Moro, que fala em "ato de ofício indeterminado" ao descrever os supostos atos de corrupção cometidos pelos réus do processo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Corrupção ativa e passiva

Gebran começa a analisar o mérito pelas acusações de corrupção ativa e passiva do processo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Depoimentos da OAS

Gebran rebate a tentativa da defesa de tentar desqualificar os depoimentos de Agenor Medeiros e Leo Pinheiro. Ele ressalta que os dois não têm acordos de delação premiada firmados com o MPF. Segundo o relator, houve uma confissão espontânea dos dois réus.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Mérito

Depois de cerca de uma hora lendo o voto, Gebran começa agora a analisar o mérito do processo, ou seja, as provas colhidas pelo MPF que embasaram a condenação em primeiro grau.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

13 preliminares

Gebran analisa as 13 preliminares apontadas pelas defesas no processo. Ele rejeitou integralmente todas as preliminares.

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Gazeta do Povo
Da redação

De olho na bolsa

O mercado está de olho no julgamento de Lula. Na manhã desta quarta-feira (24), a expectativa de condenação do ex-presidente por 3 a 0 impulsionou a Bolsa e fez o preço do dólar cair. Por volta das 11h, o Ibovespa valorizava 2,05%, para 82.333 pontos - foi a primeira vez que a Bolsa superou o patamar dos 82 mil pontos. Já o dólar comercial recuava 1,35%, para R$ 3,195.

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Gazeta do Povo
Da redação

Mais repercussão internacional

O julgamento de Lula segue repercutindo na imprensa internacional. O jornal francês Le Monde destaca o fato de que Porto Alegre, que serve de palco para o julgamento do recurso de Lula, é a mesma cidade que acompanhou o triunfo internacional do petista em 2003, quando, poucos meses após sua posse, Porto Alegre foi sede do primeiro Fórum Social Mundial. A publicação ressalta que o PT insista que não há plano B à candidatura do ex-presidente, ainda que considere nos bastidores os nomes do ex-governador da Bahia Jaques Wagner e do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.
O site da rádio alemã Deutsche Welle traz reportagem na qual diz que neste dia 24 de janeiro haverá um 'teste de estresse' para a democracia brasileira. O texto resgata ainda um artigo publicado pela ex-ministra da Justiça alemã Herta Däubler-Gmelin, no qual ela acusa o juiz federal Sergio Moro de 'preconceito político' contra o ex-presidente Lula.
O português Público faz cobertura ao vivo do julgamento do recurso de Lula, considerando que 'o mais duro combate de Lula tem lugar em um tribunal'. O Diário de Notícias diz que esta quarta-feira 'marca a primeira fase das eleições presidenciais'.
O chileno El Mercurio fala que os presidenciáveis brasileiros preparam estratégias para campanhas 'com e sem Lula', enquanto o peruano El Comercio frisa os protestos favoráveis ao ex-presidente pelo país. As informações são do Estadão Conteúdo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Preliminares

Gebran ainda não começou a analisar o mérito do processo, ou seja, as provas em si. O relator segue afastando as preliminares que buscavam anular o julgamento em primeira instância ou afastar Moro do processo.

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Desconstruindo a defesa

O desembargador João Pedro Gebran Neto está desconstruindo todos os pedidos feitos pela defesa de Lula. Não aceitou a suspeição de Moro, nem questionamentos sobre a condução coercitiva ou os prazos tidos pela defesa durante o processo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Eu Moro com Ele

Até a página da mulher de Moro no Facebook entrou nos argumentos da defesa para afastar o juiz do caso. A defesa de Lula tentou argumentar que Moro seria suspeito para julgar porque mantinha a página Eu Moro com Ele, no Facebook, administrada por sua esposa. Gebran diz que o fato não é motivo para afastar o juiz do caso.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Preliminares

Em seu voto, Gebran começa afastando os argumentos das defesas de que Moro não deveria julgar o caso. O relator nega a suspeição de Moro alegada pelos advogados de defesa dos réus.

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Evandro Éboli
Equipe Gazeta do Povo em Brasília

Opositores do PT ignoram julgamento

Nos seus sites oficiais, DEM, PSDB e MDB ignoram julgamento de Lula. MDB destaca entrevista de Moreira Franco; DEM enaltece feitos de seus deputados; e PSDB exalta reforma tributária do relator Hauly

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

polêmica das escutas

O relator também defende as interceptações telefônicas autorizadas por Moro. Um escritório de advocacia acabou sendo grampeado, o que é ilegal. Mas, segundo Gebran, as linhas estavam em nome da Lils Palestras, que era investigada na Lava Jato. Por isso houve a confusão, segundo Gebran.

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Gazeta do Povo
Da redação

Suspeição de Moro e nulidade do processo

Cristiano Zanin fez a última fala antes do começo dos votos dos três desembargadores . Para ele, Moro não era competente para julgar o caso por ter supostamente reconhecido que o tríplex não teria vínculo direto com a investigação de corrupção na Petrobras. Leia mais aqui.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Condução coercitiva

Gebran lembra que a condução coercitiva de Lula foi uma alternativa de Moro ao pedido de prisão temporária feito pelo MPF durante as investigações. "A condução é coercitiva, mas o depoimento, não", ressaltou o relator da Lava Jato no TRF-4.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Condução coercitiva

Gebran lembra que a condução coercitiva de Lula foi uma alternativa de Moro ao pedido de prisão temporária feito pelo MPF durante as investigações. "A condução é coercitiva, mas o depoimento, não", ressaltou o relator da Lava Jato no TRF-4.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

defesa de Moro

Gebran começa seu voto defendendo a atuação do juiz federal Sergio Moro, em primeira instância, no processo. Ele também defende a conduta durante a condução coercitiva do ex-presidente, realizada em março de 2016.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Votos

Começou a leitura dos votos dos desembargadores. O primeiro a votar é o relator, João Pedro Gebran Neto.

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Gazeta do Povo
Da redação

Janaina Paschoal: O PT quebrou o país

Uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a advogada Janaina Paschoal criticou uma possível decisão nas urnas sobre o futuro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
'O PT, capitaneado por Lula, quebrou o país. Vejam, não estou falando de uma quebra por incompetência, estou falando de quebra por sangria deliberada! E só o que vemos e lemos são formadores de opinião e políticos dizendo que as urnas devem resolver! Desculpem! Aqui tem lei!', disse ela em sua conta oficial no Twitter.
A advogada também pediu que o dia em que ocorre o julgamento transcorra 'sereno'. Ela afirmou que desconhece qual será a decisão dos magistrados nesta quarta-feira. 'Mas gostaria de ponderar que, conforme nossa legislação, se um funcionário público solicita (não precisa nem receber) R$ 500,00 (quinhentos reais), aproveitando-se do seu cargo, comete corrupção. Entendem?'
A advogada ainda avaliou que um desvio de milhões não é pouco, referindo-se ao valor de R$ 3,7 milhões que Lula é acusado em receber no processo do tríplex do Guarujá (SP), caso objeto da decisão desta quarta. 'A corrupção e o tráfico de influência são crimes, não são comportamentos banais', completou Janaina. As informações são do Estadão Conteúdo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Votos

Na retomada da sessão, os desembargadores começam a ler os votos. O primeiro a votar é João Pedro Gebran Neto.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Intervalo

Depois de quase duas horas de sessão, os desembargadores fazem um intervalo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Absolvição

Zanin termina pedindo que Lula seja absolvido nesse processo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Leo Pinheiro

Zanin também tenta desqualificar o depoimento de Leo Pinheiro, que foi decisivo para a condenação. Segundo Zanin, a palavra dele não serve para condenar Lula, uma vez que é réu no mesmo processo e, portanto, não estava obrigado a dizer a verdade. Além disso, Zanin observa que Leo Pinheiro tenta firmar acordo de delação.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Lula não é dono do imóvel

Para a defesa de Lula, está claro no processo que o ex-presidente não é o dono do tríplex. "Não dá para dizer que uma reportagem do jornal O Globo transfere propriedade", diz. Segundo Zanin, a OAS é a dona do apartamento.

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Gazeta do Povo
Da redação

Pixuleco no Guaíba

Se os militantes pró-Lula estão concentrados próximos do TRF-4 em Porto Alegre, os manifestantes que querem a condenação do ex-presidente estão espalhados. Um pixuleco gigante apareceu em um barco, navegando no rio Guaíba nesta manhã. O registro é de Jefferson Bernardes/AFP Photos.

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Evandro Éboli
Equipe Gazeta do Povo em Brasília

Bolsonaro de olho

Diretamente interessado no julgamento do recurso de Lula no TRF-4 Bolsonaro respondeu à Gazeta do Povo que está acompanhando "em parte" a sessão

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Mérito

Em relação a denúncia em si, Zanin diz que foi atribuído a Lula o crime de corrupção passiva e, por isso, deveria haver entre as provas uma relação entre atos de ofício de Lula e o pagamento de propina pela OAS, o que não aconteceu. "Atos de ofício indeterminados significa recnhecer que não houve atos de ofício nesse processo, que não houve corrupção", diz.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Alteração da denúncia

Zanin também aponta que há falta de relação entre a denúncia do MPF e a sentença de Sergio Moro.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Cerceamento de defesa II

"A defesa não teve a oportunidade de produzir as provas que requereu", reclama Zanin.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Cerceamento de defesa

Zanin também diz que houve cerceamento de defesa. Ele reclama dizendo que muitas provas requeridas foram negadas por Moro. Para ele, isso acarreta a nulidade do processo,

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Ação nasceu em um power point

Zanin diz que MPF abusou do direito de acusar Lula. Para ele, a denúncia tem traços políticos. "Essa ação nasceu em um power point", disse. Para ele, Lula foi tratado como culpado desde início do processo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Juiz

Zanin também reclama da atuação de Sergio Moro. Para o advogado, juiz não foi parcial.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Nulidade do processo

Zanin argumenta que os procuradores do MPF escolheram a jurisdição para a tramitação do processo. Isso porque os procuradores relacionam a suposta propina de Lula a contratos com a Petrobras. Mas, segundo o advogado, o próprio Sergio Moro admitiu que os contratos não estão relacionados à suposta propina. Por isso, segundo Zanin, Mor não seria competente para julgar o caso, pois não teria nada a ver com a Petrobras.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Nulidade do processo

Zanin argumenta que os procuradores do MPF escolheram a jurisdição para a tramitação do processo. Isso porque os procuradores relacionam a suposta propina de Lula a contratos com a Petrobras. Mas, segundo o advogado, o próprio Sergio Moro admitiu que os contratos não estão relacionados à suposta propina. Por isso, segundo Zanin, Mor não seria competente para julgar o caso, pois não teria nada a ver com a Petrobras.

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Gazeta do Povo
Da redação

No caminhão

Do caminhão de som em Porto Alegre, perguntam, estado por estado, as origens dos presentes no acampamento pró-Lula. Em primeiro lugar, naturalmente, os gaúchos. Depois destes, os gritos mais estridentes foram de brasilienses e paranaenses. Os manifestantes já cantaram 'Que país é este', da Legião Urbana. E do carro de som ainda saem palavras de ordem. Uma delas é 'Este juiz, quem manda nele é os americano. E os americano são nossos inimigos'. As informações são do repórter Léo Gerchmann.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Defesa de Lula

Agora é a vez da defesa de Lula. Cristiano Zanin Martins terá 15 minutos para fazer a defesa.

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Gazeta do Povo
Da redação

Não é só POA

O julgamento de Lula é em Porto Alegre, mas apoiadores do ex-presidente também fazem uma vigília em Curitiba. Na capital paranaense, a concentração é na Praça Santos Andrade, no centro da cidade.

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

O projeto político de Lula

Na acusação, o procurador Maurício Gerum denunciou a tropa de choque de Lula e seu projeto político: Leia aqui

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Absolvido

Paulo Okamotto foi absolvido por Sergio Moro e o MPF não apelou da sentença. A defesa pede, agora, que o nome de Okamotto deixe de figurar entre os réus do processo.

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Gazeta do Povo
Da redação

A repórter Kelli Kadanus informa: Gerun falou por 20 minutos e foi seguido pelo advogado René Dotti, que representa a Petrobras como assistente de acusação. Dotti falou sobre o combate à corrupção. “Há uma esperança da Petrobras e uma esperança do Brasil. A esperança da Petobras em solucionar os problemas que ainda a afligem caminha junto com a esperança do Brasil”, diz. Ele disse ainda que a esperança passa pela condenação dos réus.

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Gazeta do Povo
Da redação

O procurador regional da República Maurício Gerun foi o representante do Ministério Público Federal (MPF) no julgamento. Ele destacou que há muitas provas no processo de que Lula cometeu os crimes pelos quais foi condenado por Sergio Moro, em primeira instância. Para ele, há provas suficientes para condenar o petista e não se pode ter uma visão “míope” pela figura política que foi o ex-presidente Lula.
Gerun destacou que o tríplex nunca foi posto à venda pela OAS. Citou, ainda, uma reportagem do jornal O Globo de 2010, que noticiava, com confirmação da assessoria de imprensa de Lula, que o ex-presidente era o proprietário do imóvel. Para o MPF, também não há dúvidas de que o tríplex estava sendo reformado para a família de Lula.
O procurador também aproveitou sua fala para alfinetar a militância do PT, que diz não aceitar outro resultado que não seja a absolvição de Lula. Para ele, uma tropa de choque foi ciada para garantir perpetuação de um projeto político pessoal. As informações são da repórter Kelli Kadanus.

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Gazeta do Povo
Da redação

Militantes pró-Lula fazem barulho em Porto Al

Militantes que defendem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fazem barulho em Porto Alegre, próximo às barreiras policiais que isolam a área do TRF-4. O registro é de Lúcio Vaz, blogueiro da Gazeta do Povo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Fernando Fernandes

O advogado Fernando Fernandes fala neste momento. Ele representa o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto. Ele terá 15 minutos.

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Petrobras quer a condenação

René Dotti afirma que a Petrobras espera que o tribunal confirme que o produto do crime se reverta em uma reparação para a companhia. E que os réus sejam condenados.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Corrupção

René Dotti fala sobre o combate à corrupção. "Há uma esperança da Petrobras e uma esperança do Brasil. A esperança da Petobras em solucionar os problemas que ainda a afligem caminha junto com a esperança do Brasil", diz.

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Gazeta do Povo
Da redação

Discurso oposto

Em meio aos apoiadores de Lula, em Porto Alegre, eis que surge um homem nitidamente bêbado em frente ao carro de som e começa a gritar “sofismas!”, “sofismas!”, referindo-se ao discurso de defesa do ex-presidente. O clima é totalmente pacífico. Petistas e sindicalistas olharam a cena, e muitos riram da situação provocada pelo ousado adversário. Quem faz o relato é o repórter Léo Gerchmann, que acompanha a movimentação na capital gaúcha para a Gazeta do Povo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Acusação

René Dotti, assistente de acusação, representa a Petrobras e vai começar sua sustentação oral. Ele vai ter dez minutos.

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Gazeta do Povo
Da redação

Benedita da Silva fala com a Gazeta do Povo a

Deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) falou com o repórter Léo Gerchmann.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Corrupção

"Lamentavelmente, Lula se corrompeu", diz o procurador do MPF.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Imóvel nunca foi posto a venda

O procurador chama a atenção para o fato do tríplex no Edifício Solaris nunca ter sido posto a venda. Ele cita uma reportagem do jornal O Globo de 2010, que noticiava, com confirmação da assessoria de imprensa de Lula, que o ex-presidente era o proprietário do imóvel.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Reformas

Para o MPF, não há dúvidas de que o tríplex estava sendo reformado para a família de Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

As provas

Gerun passa a analisar as provas apresentadas no processo referentes ao tríplex. O procurador cita documentos apreendidos durante as investigações.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Justiça será feita

Para Gerun, os desembargadores precisam julgar o caso livres de pressão da militância. "Se esta corte decidir absolver o ex-presidente Lula a Justiça será feita. Se esta corte decidir manter a condenação d ex-presidente, a Justiça também será feita".

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Tropa de choque

Gerun alfineta a militância do PT, que diz não aceitar outro resultado que não seja a absolvição de Lula. Para ele, uma tropa de choque foi ciada para garantir perpetuação de um projeto político pessoal.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

MPF

Terminou a leitura do relatório de Gebran Neto. Quem fala agora é Maurício Gerun, procurador da República. Ele vai ter 20 minutos para sustentação oral.

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Guido Orgis
Editor da Gazeta do Povo

Defesa contra o MPF

A defesa do ex-presidente Lula diz que não há provas. Entenda melhor os argumentos de Lula e o que diz o MPF: Leia aqui

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Relatório III

Gebran segue lendo o relatório sobre o processo. O desembargador faz um resumo de todas as alegações das defesas dos réus.

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Gazeta do Povo
Da redação

Bolsonaro com medo?

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse que não pretende acompanhar nas ruas o julgamento do recurso do ex-presidente Lula porque pode 'sofrer violência' de apoiadores do dirigente petista. O parlamentar está em segundo lugar na corrida presidencial, atrás de Lula, segundo pesquisas recentes de intenção de voto.
'Se eu for para rua, posso sofrer violência por parte de pessoas que não respeitam o direito de se expressar', afirmou Bolsonaro, acrescentando que essas pessoas seriam integrantes de grupos pró-Lula.
O político também disse que não está torcendo contra o ex-presidente, mas que espera que ele não seja absolvido. 'Não estou torcendo pela condenação, mas espero que ele seja punido pelo que cometeu. Não tenho dúvidas de que aquele triplex seja dele. Já foram apresentadas muitas provas sobre isso', declarou Bolsonaro. As informações são do Estadão Conteúdo.

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Gazeta do Povo
Da redação

Repercussão internacional

O julgamento de Lula é assunto em sites de jornais internacionais. O Financial Times, por exemplo, afirma que o 'Brasil ficará grudado à televisão' nesta quarta-feira para acompanhar o que descreveu como 'o julgamento do século' no país. O jornal britânico ressalta que a ambição de Lula de concorrer à eleição presidencial poderá ser frustrada se a condenação ao ex-presidente for mantida.
Os sites dos norte-americanos New York Times e Washington Post trazem matéria da Associated Press afirmando que o 'futuro de Lula depende de um apartamento numa cidade decadente', referindo-se ao tríplex no Guarujá que, segundo denúncias, pertenceria ao ex-presidente.
O jornal publicou artigo do codiretor do Center for Economic and Policy Research, Mark Weisbrot, em que diz que as provas contra Lula estão muito abaixo do padrão que seria usado seriamente no sistema judicial dos Estados Unidos.
O espanhol 'El País', por sua vez, diz em sua página que a decisão judicial de hoje sobre Lula marcará 'o futuro político do Brasil'. Já o argentino 'La Nación' destaca em seu site que Lula - que tem figurado como favorito nas pesquisas para a eleição presidencial - promete lutar 'até a morte'. As informações são do Estadão Conteúdo.

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André Gonçalves
Editor de República

Mais de 300 jornalistas

Mais de 300 jornalistas nacionais e estrangeiros fizeram credenciamento para acompanhar o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira, 24, na sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Por questões de segurança e de espaço, a imprensa não poderá entrar na sala da sessão do julgamento. As informações são do Estadão Conteúdo.

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Gazeta do Povo
Da redação

Vermelho

Muitos militantes pró-Lula estão chegando nos pontos em que há barreiras policiais. Boa parte deles é de pessoas ligadas ao MST. O registro é de Lúcio Vaz, blogueiro da Gazeta do Povo.

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André Gonçalves
Editor de República

Lula acompanha julgamento em São Bernardo

O ex-presidente Lula acompanhará o julgamento na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.
Lula ficará em uma sala reservada junto com a diretoria do sindicato e outras lideranças petistas.
A militância terá acesso ao terceiro andar do prédio para acompanhar o julgamento em um telão. Após o término da sessão, os sindicalistas irão para a Praça da República, onde Lula participará de um ato.
As informações são da Folhapress.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Relatório II

No relatório, Gebran faz um resumo do processo: ordem cronológica, argumentos da acusação e defesa, sentença do juiz Segio Moro, etc. Nesse momento, ele não lê seu voto. Isso vai acontecer depois das sustentações orais.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Relatório

Gebran faz agora um resumo da acusação do MPF de Curitiba. Os procuradores acusam Lula de receber um apartamento como propina da OAS por contratos da empreiteira com a Petrobras. Lula teria recebido mais de R$ 3 milhões em propina, segundo a denúncia.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Lula

Lula, em seu comício nesta terça-feira, pediu que o julgamento fosse técnico. O petista espera ser absolvido de todas as acusações.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Gebran com a palavra

O desembargador João Pedro Gebran Neto começa a ler seu relatório. Ele garante que serão julgados apenas fatos, e não a vida pregressa dos réus.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Questão de ordem resolvida

Paulsen diz que a ordem dos trabalhos vai ser a mesma de sempre. O presidente da turma explica, ainda, que o assistente de acusação vai dividir com o MPF o tempo de meia hora. Paulsen também atende ao pedido das defesas: Zanin vai falar por último em nome de Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Tempo

Zanin reclama do tempo destinado à acusação. Segundo ele, espera-se uma hora de sustentação oral com argumentos da acusação, em contraposição aos 15 minutos destinados à defesa. Zanin argumenta que alguns réus aderiram as teses de acusação. Zanin quer uma hora para fazer a defesa de Lula.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Questão de ordem

A defesa de Lula começa a sessão com uma questão de ordem. Paulsen, porém, não permite que Cristiano Zanin fale. O advogado insiste.

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Kelli Kadanus
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Ordem dos trabalhos

Paulsen explica como será a ordem dos trabalhos. Primeiro, será lido o relatório de Gebran. O MPF terá meia hora para sustentação oral, seguido dos advogados de defesa, que terão 15 minutos cada. Em seguida, começam a ser lidos os votos.

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Kelli Kadanus
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Esse é o 24º recurso de apelação da Lava Jato julgado pela 8ª Turma. Essa é a primeira sessão do ano.

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MPF

O procurador regional da República que vai representar o MPF no julgamento é Maurício Gerun. Ele vai ter meia hora para sustentação oral.

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Kelli Kadanus
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Começou

Leandro Paulsen abre a sessão da 8ª Turma.

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Kelli Kadanus
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Sem expediente

O TRF-4 hoje não tem expediente. Somente servidores envolvidos no julgamento de Lula vão estar n prédio, além da imprensa e autoridades que acompanham a sessão

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Kelli Kadanus
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Mais inscrições

Os demais advogados podem se inscrever a qualquer momento para fazer a sustentação oral dos clientes.

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Kelli Kadanus
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Advogados inscritos

Segundo a assessoria de imprensa do TRF-4, cinco advogados já se inscreveram para fazer a sustentação oral: Rebé Dotti (advogado da Petrobras, assistente de acusação); Cristiano Zanin (Lula); Luís Carlos Dias Torres (Agenor Medeiros); Fernando Fernandes (Okamoto); Alexandre Noal (Roberto Ferreira).

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Gazeta do Povo
Da redação

Militância chegando

Os primeiros militantes pró-Lula começam a chegar próximo das barreiras montadas pelos policiais para isolar a área do TRF-4. O julgamento do petista deve começar às 8h30. O registro é de Lúcio Vaz, blogueiro da Gazeta do Povo.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Pontualidade

Segundo a assessoria de imprensa, o julgamento deve começar pontualmente às 8h30.

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Gazeta do Povo
Da redação

Barreira

Policiais formam uma barreira para limitar o acesso ao TRF-4 em Porto Alegre. O esquema de segurança é semelhante ao que foi montado em Curitiba, onde Lula esteve duas vezes para prestar depoimento a Sergio Moro em 2017. O registro é de Lúcio Vaz, blogueiro da Gazeta do Povo que está acompanhando a movimentação em Porto Alegre.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Cobertura da imprensa

Jornalistas da Inglaterra, Estados Unidos, China, Japão, Coreia, Alemanha, França, Espanha, Dinamarca, Catar e Argentina estarão no TRF4 para acompanhar o julgamento. São 43 correspondentes estrangeiros e cerca de 250 profissionais de imprensa do Brasil

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Rito

O presidente da turma, Leandro Paulsen, é quem abre a sessão daqui a pouco. Em seguida, será lido o relatório de Gebran. O MPF terá meia hora para sustentação oral, seguido dos advogados de defesa, que terão 15 minutos cada. Em seguida, começam a ser lidos os votos.

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Kelli Kadanus
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tríplex

Segundo a denúncia do MPF, Lula recebeu propina da OAS por contratos da empreiteira com a Petrobras, através da compra e reforma de um tríplex no Guarujá.

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Kelli Kadanus
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Condenação de Lula

Lula foi condenado a 9 anos e meio de prisão pelo juiz Sergio Moro em primeira instância pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

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Kelli Kadanus
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Banco dos réus

Além de Lula, outros seis réus serão julgados pela 8ª Turma: o ex-presidente da OAS Leo Pinheiro (condenado a 10 anos e 8 meses); o executivo da empresa Agenor Medeiros (6 anos); e o presidente do Instituto Lula Paulo Okamoto (absolvido, mas pediu troca de fundamentos da sentença) apelaram das condenações impostas por Sergio Moro. O MPF, por sua vez, recorreu para reverter a absolvição de três executivos da OAS: Paulo Gordilho, Roberto Ferreira e Fábio Yonamine.

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Kelli Kadanus
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Pedido de vista

Qualquer um dos desembargadores pode interromper o julgamento com um pedido de vista. Nesse caso, não há data para retomada do julgamento.

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Kelli Kadanus
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Os julgadores

Fazem parte da turma que vai julgar Lula os desembargadores João Pedro Gebran Neto (relator); Leandro Paulsen (presidente da turma e revisor) e Victor Laus.

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Julgamento

Bom dia! Acompanho de Porto Alegre o julgamento do ex-presidente Lula e vou atualizar tudo o que você precisa saber sobre a sessão do TRF-4

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Kelli Kadanus
Repórter da Gazeta do Povo

Previsão

O julgamento está previsto para começar às 8h30 na sala da 8.ª Turma do TRF-4. Essa é a primeira sessão do ano e a 24ª apelação da Lava Jato julgada pelos desembargadores.

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Gazeta do Povo
Da redação

Racha na Lava Jato?

A absolvição ou ao menos um voto pela inocência do petista representará a maior divergência judicial dentro da operação Lava Jato desde que ela começou, em 2014, com um potencial enorme de desgastar a investigação.

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Gazeta do Povo
Da redação

Linha dura

O julgamento do recurso no TRF-4 coloca outro juiz, mais linha dura do que Sergio Moro, no caminho de Lula. É o desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato na 8.ª Turma TRF-4. Gebran é considerado o desembargador da 8.ª Turma que toma as decisões mais duras. O magistrado é conhecido por sua rigidez, aplicação de penas severas e pela concessão de poucos habeas corpus.

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Gazeta do Povo
Da redação

Tudo o que você precisa saber

Você sabe por que Lula está sendo julgado hoje e qual o impacto que isso pode ter nas eleições de 2018? Se não sabe, aqui você encontra um resumo para ficar bem informado sobre o julgamento.

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Gazeta do Povo
Da redação

O julgamento do ano

Bom dia!
Começa agora a cobertura em tempo real do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que terá o recurso de sua condenação no caso do tríplex do Guarujá (SP) julgado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre.

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