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POlítica

Dono da Riachuelo diz ser mais útil fora da disputa pela Presidência

Empresário Flávio Rocha afirma que não precisa embarcar em uma ‘aventura eleitoral’ para marcar posição política

    • Estadão Conteúdo
    • 01/03/2018 16:57
     | Reprodução/Instagram
    | Foto: Reprodução/Instagram

    Visto como mais uma opção à disputa presidencial de outubro, o empresário Flávio Rocha, dono da Riachuelo, descartou nesta quinta-feira (1º) a possibilidade de candidatura. Ele disse que não precisa embarcar em uma “aventura eleitoral” para marcar posição política. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) chegou a citá-lo como uma alternativa para compor sua equipe.

    Pouco antes de participar de evento na capital paulista, Rocha declarou ser mais útil formando posições dentro do Brasil 200, que reúne empresários como Luiza Helena Trajano e Roberto Justus.

    Conforme o empresário, o grupo nasceu da indignação contra o que chamou de “aristocracia burocrática”, que se beneficia de privilégios e se baseia de um “modelo sórdido de dominação de nós contra eles”. O verdadeiro conflito no país, comentou Rocha, é entre “quem produz versus parasitas”.

    Leia também: Quem é Flávio Rocha, o liberal que quer livrar o Brasil das amarras do Estado

    O dono da Riachuelo disse ver o eleitor brasileiro pronto para eleger um projeto que represente um contraponto ao que deu errado nos últimos governos.

    O Brasil não precisa de um Emmanuel Macron, que foi liberal na economia mas assumiu plataforma de esquerda nos costumes, afirmou Rocha. Segundo ele, ao invés do atual presidente da França, o povo brasileiro quer eleger uma figura política mais próxima do conservadorismo, como o ex-presidente dos EUA Ronald Reagan ou a ex-premiê britânica Margareth Thatcher.

    Para Rocha, que encabeça o Brasil 200, um grupo de lideranças empresariais que pretende influenciar nas eleições deste ano, o perfil “liberal na economia, conservador nos costumes” não encontra hoje um representante à altura entre os presidenciáveis. Segundo ele, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) “não encampa um liberal”, ao menos como gostaria, além de não conseguir representar o que vê como uma indignação contra a desordem que existe no país hoje.

    O prefeito João Doria (PSDB), nesse mesmo sentido, já foi a “grande esperança” daqueles que pensam como o Brasil 200, mas acabou “pisando em cascas de banana”, como defender o controle da venda de armas e outros temas do “politicamente correto”, disse.

    Já Bolsonaro, por outro lado, encarnaria uma Marine Le Pen brasileira, em referência à candidata de extrema-direita que perdeu as eleições para Macron em 2016. Rocha elogiou o deputado fluminense por ser “o único que toca em temas espinhosos”, mas criticou sua visão estatizante na economia.

    Candidatura governista

    Para Rocha, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ainda não se mostrou viável na eleição deste ano por fincar seu discurso muito na economia. “Não se ganha eleição com economês”, pontuou. Já o presidente Michel Temer foi elogiado por aplicar o “único programa liberal que esse país já teve” na economia. Por outro lado, avaliou o empresário, muitas de suas vitórias foram construídas com o compromisso de que ele não ia se colocar (como candidato)”.

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