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Haddad modula autocrítica sobre desvios do PT e diz que ‘não existe perdão à corrupção’

Na reta final da campanha, candidato fez declarações sobre o tema em entrevistas ao SBT e à TV Cultura

    • São Paulo
    • Estadão Conteúdo e Folhapress
    • 23/10/2018 11:12
     | MIGUEL SCHINCARIOL/AFP
    | Foto: MIGUEL SCHINCARIOL/AFP

    O presidenciável Fernando Haddad (PT) tentou afastar de si a pecha de corrupção que recai sobre seu partido em entrevista ao programa Conexão Repórter, do SBT, veiculada na madrugada desta terça-feira, 23. Questionado se não se sentia constrangido com os escândalos de corrupção, ele respondeu que são os corruptos que devem se sentir constrangidos. “Não existe perdão à corrupção sem que paguem pelo que fizeram, garantido o amplo direito de defesa, sem que haja perseguição política, com base em provas.”

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    Haddad tentou desvincular a corrupção do seu partido, dizendo que quem comete os atos ilícitos são pessoas. “Há provas em relação a pessoas, não a partidos.” Ele citou ainda o exemplo dos tucanos Aécio Neves (MG), Marconi Perillo (GO) e Beto Richa (PR), que são acusados de corrupção, para explicar seu ponto de vista. “Você vai poder falar de qualquer tucano em função do envolvimento de três governadores do PSDB? É injusto isso”, defendeu. “O Alckmin tem alguma coisa a ver com isso? Na minha opinião, não”, completou.

    Roda Viva

    Em outra entrevista, ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite de segunda (22), ele também admitiu a hipótese de petistas e aliados terem cometido crimes. Haddad dizia que não iria negar sua relação partidária quando foi questionado na possibilidade de ocorrência de crime.

    “Houve crime? Na minha opinião, provavelmente, sim”.

    Definindo-se como constitucionalista, o candidato voltou a defender a conclusão dos processos. Ele disse acreditar que teve gente que usou de caixa 2 para enriquecer.

    “Certamente, teve pessoas que usaram o financiamento de caixa dois, financiamento ilegal de campanha, para enriquecer. São dois crimes: financiamento de caixa dois e o enriquecimento, que ainda é mais grave. Por isso, tem uma pena maior. Acredito que teve gente que se valeu disso para enriquecer. Sou a favor de punição exemplar dessas pessoas.”

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    O petista admitiu erros na condução da política econômica do governo Dilma. Ele lembrou, porém, que o Congresso Nacional impediu a reorganização da economia às custas da chamada pauta bomba.

    Haddad relatou ter conversado, nesta segunda-feira (22), com o senador tucano Tasso Jereissati (CE). Segundo ele, Tasso repetiu que, mesmo apontando falhas de Dilma, considera um erro o PSDB ter apoiado a pauta bomba liderada pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

    Indulto a Lula

    Questionado mais uma vez no SBT se pretende conceder indulto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em caso de vitória na corrida pelo Planalto, Haddad disse que acredita que Lula tem “toda condição” de obter a revisão da sentença, “se a Justiça seguir a trilha da busca de provas e do tratamento isonômico”.

    Haddad ainda disse que vai ouvir conselhos de Lula, assim como de outras pessoas, mas que a palavra final será dele como presidente. “Não conheço um governante que teve tanto cuidado com as pessoas como Lula.”

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