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Mulher é indiciada pela Polícia Federal após gravar ‘fake news’ contra Justiça Eleitoral

Educadora física gravou e divulgou vídeo com “fake news” sobre urnas eletrônicas fraudadas

    • Folhapress
    • 19/10/2018 16:20
    Auditoria sobre urnas eletrônicas no Paraná | André Rodrigues/Gazeta do Povo
    Auditoria sobre urnas eletrônicas no Paraná| Foto: André Rodrigues/Gazeta do Povo

    Uma educadora física foi indiciada pela Polícia Federal no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (18) por ter gravado e divulgado um vídeo em que espalhou “fake news” contra a Justiça Eleitoral.

    No vídeo, ela disse que urnas eletrônicas foram fraudadas e enviadas para o Nordeste no primeiro turno das eleições, no último dia 7, o que explicaria o bom desempenho, naquela região, do candidato Fernando Haddad (PT).

    VEJA TAMBÉM:  WhatsApp bloqueia contas que teriam disparado mensagens em massa contra o PT

    A PF indiciou a mulher pelos artigos 324 e 325 do Código Eleitoral. O primeiro estabelece como crime eleitoral “caluniar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando fins de propaganda, imputando-lhe falsamente fato definido como crime”.

    Segundo a PF, a autora do vídeo pode ser condenada a até três anos de reclusão. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem reafirmado a lisura do pleito e descartado fraude em urnas eletrônicas.

    TSE adia entrevista coletiva em que responderia sobre fake news e crimes eleitorais

    O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) adiou uma entrevista coletiva que estava agendada para as 16h desta sexta-feira (19) que trataria, entre outros assuntos, da disseminação de fake news nas eleições. A entrevista coletiva foi remarcada para as 14h de domingo (21).

    Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, houve uma incompatibilidade de agenda -o órgão não deu mais detalhes.

    LEIA TAMBÉM:Site mente ao afirmar que Bolsonaro é investigado por “dinheiro sujo” na campanha

    Participarão da entrevista coletiva a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República, general Sérgio Etchegoyen, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.

    Nesta quinta (18), reportagem da Folha de S.Paulo revelou que empresários compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT, via WhatsApp, o que configura prática ilegal. O PT e outros oponentes de Jair Bolsonaro (PSL) pediram ao TSE para investigar a ligação do militar com a prática.

    Até o momento, as autoridades não se pronunciaram sobre a suspeita.

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