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Bolsonaro e seus 22 ministros | Valter Campanato/Agência Brasil
Bolsonaro e seus 22 ministros| Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O novo governo Bolsonaro prepara um pacote de 50 medidas que serão implementadas neste início de mandato. Entre as ações, há iniciativas de estímulo à economia e um decreto para tornar definitivo o registro do posse de armas. O anúncio das medidas e o cronograma de implementação deverão ser divulgados até a próxima terça (8), segundo o ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Na manhã desta quinta-feira (3), o presidente, Jair Bolsonaro (PSL), e sua equipe de 22 ministros se reuniram no Palácio do Planalto para tratar dessas prioridades. É a primeira reunião ministerial após o novo governo ter tomado posse, em 1.º de janeiro. O vice-presidente, o general Hamilton Mourão, também participa do encontro.

Cada um dos ministros apresentou ao presidente na reunião quais são as propostas prioritárias de suas respectivas pastas. Depois, Bolsonaro vai definir quais serão os 50 atos iniciais do novo governo e quando eles serão implementados. Após a decisão do presidente, o cronograma será tornado público.

Ainda na reunião, também foi abordada a redução do quadro de funcionários dos ministérios. Alguns ministros já se anteciparam e informaram os cortes que pretendem fazer, caso do Ministério da Economia, que vai reduzir 3,1 mil postos, e da Casa Civil, que vai exonerar cerca de 320 servidores comissionados.

Prioridades das pastas

Na quarta-feira (2), todos os ministros assumiram oficialmente o cargo e anunciaram os pilares das suas gestões. O ministro da Economia, Paulo Guedes, por exemplo, disse que concentrará suas ações em três pilares: aprovar a reforma da Previdência, acelerar as privatizações e concessões e simplificar e reduzir impostos. Um novo pacto federativo também pode ser feito, caso a Previdência não seja aprovada.

Já o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou que suas prioridades são o combate à corrupção e à violência. O ministro da Defesa, o general Fernando Azevedo, disse que quer garantir a paz, evitar conflitos e o uso da violência

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