i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
em meio à crise

Maduro é Lula! Ditador da Venezuela expressa apoio ao lado de líder do MST

Nicolás Maduro recebeu bandeira “Lula preso político” do líder sem terra, João Pedro Stédile, durante evento da esquerda latinoamericana, em Caracas

  • PorGiorgio Dal Molin
  • 27/02/2019 17:33
João Pedro Stédile, líder do MST, e Nicolás Maduro, durante Assembleia Internacional dos Povos. Bandeira traz a expressão “Lula preso político”. | Reprodução/Twitter
João Pedro Stédile, líder do MST, e Nicolás Maduro, durante Assembleia Internacional dos Povos. Bandeira traz a expressão “Lula preso político”.| Foto: Reprodução/Twitter

Mesmo preso, de certa forma o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da Assembleia Internacional dos Povos, em Caracas. O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, posou para fotos com uma bandeira de Lula com a sentença ”preso político” que recebeu do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile.

Na imagem divulgada no Twitter é possível ver Maduro e outros presentes fazendo um “L” com as mãos, marca registrada do ex-presidente brasileiro, condenado pela Lava Jato nos casos do sítio de Atibaia e também do triplex do Guarujá. O evento em Caracas terminou nesta quarta-feira (27), após quatro dias de programação organizada por partidos políticos, movimentos sindicais e populares de 85 países, segundo os organizadores.

LEIA TAMBÉM: Guaidó deve vir ao Brasil para encontro com Bolsonaro, afirma jornal

Maduro cola sua imagem à de Lula no momento em que é alvo de críticas da comunidade internacional, que o consideram um usurpador do cargo de presidente da Venezuela por causa de fraudes na última eleição. Países como Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Brasil e parte da União Europeia reconhecem o opositor Juan Guaidó como presidente interino.

Discurso de Maduro

Maduro esteve no encontro na terça-feira (26). Ele chegou a interromper seu discurso para pedir a bandeira da Venezuela a uma pessoa da plateia e comentou as estremecidas de relações diplomáticas com a vizinha Colômbia. “Com todo amor que temos pela Colômbia e ao povo colombiano, que denuncie e rechacem a tentativa de uma invasão dos Estados Unidos à Venezuela a partir da Colômbia”.

Nesta quarta (27), Maduro publicou na internet: “Peço aos movimentos políticos e sociais que levem a verdade da pátria de [Simon] Bolivar e [Hugo] Chávez a todos os países, como parte da luta pelo direito dos povos por um mundo digno e justo. A Venezuela não está sozinha”.

VEJA TAMBÉM: Preso, Lula vira ‘comentarista-geral da União’ nas redes sociais

Líder do MST, Stédile participou da abertura do encontro, ao lado de nomes como a prefeita de Caracas, Érika Farías. “O imperialismo estadunidense, suas petroleiras e os doidos bolsonaros foram derrotados em Bogotá. Venceu a política da sensatez, o povo da Venezuela e o governo Maduro. A invasão militar foi afastada, ainda que o cerco da guerra híbrida continue. Muitas vidas se salvaram”, afirmou Stédile no Twitter.

Ainda que não diretamente, o líder sem terra reconheceu o trabalho do vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão, na reunião do Grupo de Lima, que aconteceu em paralelo, na vizinha Colômbia: “Ainda bem que os militares brasileiros, ao que parece, ainda têm algum juízo. As declarações do vice demonstram que as Forças Armadas brasileiras não querem entrar numa aventura militar sem sentido algum para o povo brasileiro”.

Além do líder brasileiro, estiveram na Venezuela outros nomes da esquerda, como o deputado espanhol do parlamento europeu Javier Couso e o jornalista Ben Norton.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.