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Na internet, Bolsonaro endossa ataque de filho, que disse que Bebianno mentiu

Em sua conta no Twitter, presidente reproduziu mensagem de Carlos Bolsonaro que diz ser uma mentira declaração do ministro de que conversou com Bolsonaro sobre o caso dos laranjas do PSL

  • Folhapress
 | Marcos Corrêa/PR
Marcos Corrêa/PR
 
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O presidente Jair Bolsonaro compartilhou na noite desta quarta-feira (13) em sua rede social postagem em que seu filho Carlos Bolsonaro afirmou ser uma mentira declaração do ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno. Ele retransmitiu na sua conta oficial do Twitter mensagem na qual seu filho diz que o ministro não conversou com o presidente sobre a revelação do esquema de candidaturas laranjas do PSL.

O endosso de Bolsonaro ao ataque amplia a crise envolvendo os laranjas de seu partido. A reportagem apurou que presidente esperava que o ministro pedisse demissão já no começo desta quarta (13), para que ele voltasse a Brasília de sua internação em São Paulo com um trunfo para conter os impactos do caso.

Não deu certo. Bolsonaro irritou-se, chegando a gritar com interlocutores ao telefone de dentro do hospital Albert Einstein, exasperado com a situação e os relatos do próprio Bebianno de que não havia crise porque ele estava conversando normalmente com o presidente.

LEIA TAMBÉM: Joice critica ataque virtual de filho de Bolsonaro a ministro: ‘puxadinho da Presidência’

As postagens no Twitter de Carlos vieram quando o presidente estava em trânsito, comunicando-se de dentro do avião com aliados, a quem enviou as mensagens críticas do filho. Quem recebeu os textos pelo WhatsApp de Bolsonaro entendeu que o presidente assinou embaixo integralmente o ataque ao ministro como um ato seu.

Para integrantes do governo, a tática explicitou novamente uma grande fragilidade do presidente. Como diz um deputado aliado, se Bolsonaro estava contrariado com Bebianno, que exercesse sua autoridade e o enquadrasse ou demitisse.

Por outro lado, ele pondera que Bolsonaro não gostaria de humilhar publicamente o ministro, um aliado leal e que, como presidente interino do PSL comandou sua campanha com acesso a todo tipo de informação confidencial e estratégica.

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