• Carregando...
 | Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
| Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta quinta-feira (29) como será a divisão da sua pasta e quais nomes comandarão cada área. O futuro ministério terá seis novas ‘supersecretarias’ que ficarão responsáveis por temas como Previdência, Orçamento, comércio exterior, privatização e produtividade. Guedes também anunciou que o número de comissionados no seu ministério será reduzido de 20% a 30%.

Das seis ‘supersecretarias’ criadas, três já têm os seus responsáveis. O economista Marcos Cintra, especialista em tributação e que já faz parte da equipe de transição, vai cuidar da secretaria de Previdência e Receita Federal. O cientista político, diplomata e economista Marcos Troyjo vai comandar a de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais. Já o empresário Salim Mattar, fundador da locadora de carros Localiza, ficará com a secretaria de Desestatização e Desimobilização.

SAIBA MAIS: Liberal e com experiência em banco, a cara da equipe econômica do governo Bolsonaro

Três secretarias ainda têm vaga

Os nomes para comandar as outras três secretariais especiais ainda não foram definidos. São elas: Competitividade e Produtividade, que cuidará de assuntos hoje de responsabilidade do Ministério da Indústria (extinto no governo Bolsonaro); a Secretaria da Fazenda, que cuidará do Orçamento; e a Secretaria do Planejamento, que terá as funções do atual Ministério do Planejamento (também extinto).

O economista Carlos da Costa é cotado para cuidar da Competitividade e Produtividade. Ele já foi diretor do BNDES e faz parte da equipe de transição do governo Temer. É um dos fundadores e sócio-diretor do Ibmec, criado por Guedes.

Tesouro será mantido

Há, ainda, a secretaria do Tesouro, que será mantida por Guedes. O atual chefe, o economista Mansueto Almeida, já havia sido escolhido para permanecer no cargo no governo Bolsonaro.

As informações foram divulgadas por Paulo Guedes em entrevista coletiva no Centro Cultural Branco do Brasil (CCBB). O futuro ministro confirmou, ainda, que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) ficará sob responsabilidade do ministério da Fazenda.

0 COMENTÁRIO(S)
Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros

Máximo de 700 caracteres [0]