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PF faz buscas na Câmara dos Deputados e mira esposa de governador e mais um parlamentar

Parlamentares Dulce Miranda (PMDB-TO) e Carlos Gaguim (Podemos-TO) são alvos do operação, autorizada pelo STF

  • PorFlávia Pierry
  • Brasília
  • 13/12/2017 07:25
 | Marcos Oliveira/Agência Senado
| Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A Polícia Federal realiza na manhã desta quarta-feira (13/12) buscas na Câmara dos Deputados. Dois parlamentares são alvo da operação, Carlos Gaguim (Podemos-TO) e Dulce Miranda (PMDB-TO), mulher do governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB).

A operação foi solicitada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A busca faz parte da sexta fase da Operação Ápia, que cumpre 16 mandados de busca e apreensão e oito de intimação, a partir de investigados mencionados em delações premiadas no STF.

Os mandados estão sendo cumpridos, além de Brasília (DF), em Palmas e Araguaína (Tocantins). A investigação da PF apontou esquema de direcionamento das contratações públicas, com pagamento de propina de empresários que se beneficiavam com recebimentos por serviços não executados. “O núcleo político da Associação Criminosa era responsável por garantir as contratações e o recebimento de verbas públicas indevidas por parte dos empresários corruptores”, afirma a PF

A Operação Ápia foi deflagrada em outubro de 2016 pela Superintendência Regional da Polícia Federal em Tocantins para desarticular uma organização criminosa com atuação no estado. Segundo a investigação, os criminosos corrompiam servidores públicos e agentes políticos, fraudando licitações públicas e execução de contratos administrativos celebrados para a terraplanagem e pavimentação asfáltica em várias rodovias estaduais, em valores que superaram a cifra de R$ 850 milhões.

As obras eram custeadas por empréstimos bancários internacionais e com recursos do BNDES, obtidos pelo estado do Tocantins, envolvendo recursos públicos. O Banco do Brasil era o agente intermediário dos financiamentos, no valor total de R$ 1,2 bilhão. Os recursos adquiridos tiveram a União Federal como fiadora da dívida contraída com Banco do Brasil.

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