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“Se Deus quiser, correrá tudo muito bem”, diz Bolsonaro sobre cirurgia

Presidente será submetido a um procedimento para retirada da bolsa de colostomia, implantada no ano passado após ele ter sido vítima de uma facada em ato da campanha presidencial; após passar por exames, cirurgia está confirmada

  • Da redação, com agências
Bolsonaro fez o vídeo de dentro do Hospital Albert Einstein, em Sâo Paulo | Reprodução/Twitter
Bolsonaro fez o vídeo de dentro do Hospital Albert Einstein, em Sâo Paulo Reprodução/Twitter
 
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Em um vídeo publicado do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) se disse otimista com a cirurgia que será submetido na manhã desta segunda-feira (28), para retirada de uma bolsa de colostomia, que foi implantada após ele, então candidato à Presidência, ter sido esfaqueado em um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), em setembro do ano passado.

“Se Deus quiser, correrá tudo muito bem. Meu muito obrigado a todos vocês, mais uma vez, e obrigado também pelas orações. O Brasil é nosso”, disse o presidente no vídeo, onde ele também falou sobre a visita ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, e o acompanhamento do desastre de Brumadinho (MG), quando uma barragem da mineradora Vale se rompeu e deixou ao menos 37 mortos e quase 200 desaparecidos, no balanço da tarde deste sábado (26).

O boletim médico do hospital Albert Einstein informou que após ser submetido à avaliação clínica pré-operatória, exames laboratoriais e de imagem, com resultados normais, a cirurgia a que Bolsonaro será submetido está confirmada e tem a duração prevista de 3 horas. O boletim foi assinado pelo cirurgião Antônio Luiz Macedo, pelo clínico e cardiologista Leandro Echenique e pelo diretor-superintendente do hospital Albert Einstein, Miguel Cendoroglo. O procedimento está programado para começar às 7 horas desta segunda-feira. Clique aqui e entenda como será o procedimento.

Bolsonaro aproveitou para um balanço de suas atividades na última semana e avaliou sua passagem por Davos (Suíça), onde participou do Fórum Econômico Mundial, como “um sucesso”.

“No meu entender foi um sucesso. Tenham certeza, todos gostam do Brasil. O Brasil será uma grande nação, com toda certeza”, afirmou. A viagem de Bolsonaro a Davos, a primeira ao exterior como presidente, não atendeu à expectativa de que ele detalhasse o plano econômico de seu governo. Sua fala, de apenas seis minutos, foi avaliada como genérica por presentes.

Leia também: O que Bolsonaro, o ‘Trump dos trópicos’, disse ao jornal Washington Post em Davos

O presidente comentou ainda a tragédia de Brumadinho (MG), onde o rompimento de uma barragem de rejeitos da Vale deixou mortos e desaparecidos. “Aquela barbaridade em Brumadinho, em Minas Gerais. Algo que afeta a todos nós e nós somos solidários aos familiares das vítimas”, disse.

Depois de sobrevoar a região no sábado (26), Bolsonaro disse que seus ministros tomaram providências para “minorar a dor dos familiares bem como dar apoio aos sobreviventes, entre outras coisas”.

Leia também: Número de mortos em Brumadinho cresce e já supera tragédia de Mariana”

A Presidência da República será assumida pelo vice, Hamilton Mourão, na segunda e ele permanecerá no cargo até 48 horas após a cirurgia de Bolsonaro. O presidente reassume o cargo na sequência, e o Palácio do Planalto já deslocou uma estrutura de gabinete de Brasília para São Paulo.

Bolsonaro deve despachar do quarto do hospital e terá à sua disposição uma estrutura para realização de teleconferências, por meio das quais conversará com seus auxiliares.

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