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Aposentadoria

Temer fala em retomar ofensiva pela reforma da Previdência em setembro

“Se até setembro as coisas se tranquilizarem no Rio de Janeiro, podemos aprovar a reforma da Previdência”, afirmou o presidente, durante evento para comerciantes, em São Paulo

  • Estadão Conteúdo
 | Beto Barata/PR
Beto Barata/PR
 
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O presidente Michel Temer afirmou nesta terça-feira (13) que a intervenção das Força Armadas no Rio de Janeiro poderá não ser mais necessária em setembro e que, por isso, a discussão sobre a reforma da Previdência no Congresso poderia ser retomada nesse mês.

A intervenção na segurança pública do estado do Rio de Janeiro foi decretada no último mês de fevereiro. Enquanto a intervenção vigorar, não pode haver alteração na Constituição, ou seja, nenhuma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) poderá ser aprovada pelo Congresso, o que inviabiliza a proposta de reforma da Previdência.

Leia também: Porta-voz de Temer, Marun ameaça Barroso com pedido de impeachment

“Acho que até setembro as coisas possam estar mais tranquilas no Rio”, disse o presidente, durante evento da Federação das Associações Comerciais de São Paulo. “Se até setembro as coisas se tranquilizarem no Rio de Janeiro, podemos aprovar a reforma da Previdência”, acrescentou.

Para Temer, a intervenção no Rio foi necessária porque há no Brasil um direito fora do Estado. Ele afirmou também que a medida tem o apoio de 84% da população e citou a criação do Ministério da Segurança Pública. “O Rio é uma vitrine, de modo que se enfrentarmos o problema lá, resolvemos o resto do país”, disse.

“Ninguém lê a Constituição”

No mesmo evento, Temer disse que um dos problemas do Brasil é que “ninguém lê a Constituição”. Ele se referia às críticas que foram feitas a algumas medidas do seu governo, como a reforma trabalhista, a criação do teto dos gastos públicos e a reforma do ensino médio.

“Pela ocasião da reforma trabalhista, falaram muitas inverdades”, disse. “Quando diziam que íamos tirar direitos dos trabalhadores, eu abria a Constituição”, acrescentou.

Em relação ao teto dos gastos, ele lembrou que muitos opositores chamaram a medida de PEC da morte. “A impressão era a de que tínhamos assumido para destruir a educação e a saúde”, afirmou. “Pelo diálogo, conseguimos aprovar a medida. Procuramos propor uma emenda que não fosse populista.”

Temer também mencionou a crise vivida pela Petrobras e disse que a estatal hoje é respeitada nacional e internacionalmente.

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