i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Combate ao coronavírus

“Se necessário, vamos impedir a exportação”, diz secretário sobre falta de máscaras para o SUS

  • PorGazeta do Povo
  • 27/02/2020 20:00
Secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo.
Secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, afirmou nesta quinta-feira (27) que a rede pública de saúde começa a enfrentar a escassez de itens de segurança e prevenção contra o coronavírus e revelou que a pasta poderá usar de meios jurídicos para evitar o desabastecimento, caso seja necessário. A afirmação foi feita por Gabardo ao comentar o desinteresse de fabricantes nacionais em vender para o governo, mesmo após inicialmente se apresentarem como interessadas na licitação. Segundo ele, companhias já teriam comprometido não só seus estoques, mas também a produção futura com o mercado externo.

De acordo com o secretário, está marcada uma reunião de representantes do Ministério com a Associação Brasileira das Indústrias de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo). O objetivo é explicar a necessidade urgente de uso dos itens (como máscaras e aventais) pelos profissionais da rede de saúde e para cobrar das fabricantes a priorização de vendas ao Ministério, em detrimento de sua exportação. “Vamos alertar a essa entidade que não vamos contemporizar em relação a isso. Vamos usar todas as medidas que a legislação nos permite. Se for necessário, vamos impedir a exportação desses produtos e se for necessário vamos solicitar a apreensão desses produtos na própria fábrica”, disse Gabbardo. O tipo de compra à qual o secretário se refere, no caso das máscaras, ultrapassa 20 milhões de unidades.

Gabbardo esclareceu que tomará medidas judiciais mais drásticas em último caso, mas acredita em um consenso e falou em “obrigação social” dessas empresas. “Esses fornecedores têm uma obrigação social também. E se ele vende um determinado produto que tem essa utilização, ele sabe que esse produto é fundamental. Temos convicção de que vamos chegar num denominador comum”, disse.

O Brasil tem um caso confirmado de coronavírus e 132 casos suspeitos, com expectativa de que esse número aumente para aproximadamente 300 em decorrência de um passivo na análise das notificações feitas por estados e municípios.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.