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Rodrigo Constantino

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A estupidez (ou canalhice) do Nobel da Paz que adora Lula

Ter um Nobel da Paz hoje em dia já é sinal de que não deve ser coisa boa. Afinal, ter um mesmo prêmio que gente como Obama e Al Gore têm, let alone o terrorista Yasser Arafat, é algo que depõe contra o currículo de qualquer um. Mas esse Adolfo Pérez Esquivel, que foi visitar Lula na prisão e gostaria de indica-lo como candidato a um Nobel da Paz, realmente se supera. É um daqueles “ativistas” que consegue defender tudo errado!

Em entrevista no GLOBO hoje (jornal “golpista” que mais dá espaço para a extrema-esquerda), Esquivel destila seu pacifismo bocó e hipócrita, de quem, no fundo, toma sempre o lugar dos piores, dos marginais, dos ditadores sanguinários. É aquele típico discursinho de menina adolescente, que só pode encantar a esquerda caviar que vive em seu eterno jardim da infância, com unicórnios e gnomos. Diz ele:

Nenhum exército tem a capacidade de garantir a paz, já que ele nasceu para o combate. No caso da violência que assola o Rio e o Brasil, tentar resolvê-la com a militarização atenta contra a democracia. A igualdade de direito para todos, lamentavelmente, não está acontecendo nem aqui no Brasil nem no resto da América Latina. A solução para a barbárie deve acontecer por outros meios, como o diálogo.

Uau! Então não foram os militares fardados e armados do Ocidente que garantiram a paz ao derrotar os nazistas e fascistas?! Não foram os soldados que garantiram a paz e a liberdade ao enfrentar o comunismo? A solução está no… diálogo?! Pergunto-me como pode alguém com mais de dois neurônios ainda cair nessa conversinha fiada, idiota. Gentileza gera gentileza é um bom slogan para colocar em adesivo de carro, mas na hora de enfrentar um bandido armado, um ditador nuclear?

O “intelectual” continua em sua diatribe antiamericana e bocó ao responder sobre a situação na Síria:

O bombardeio ordenado por Estados Unidos, França e Reino Unido é um crime contra a Humanidade. Trump não defende a democracia nem a liberdade. Luta pelos seus interesses. Por trás de tudo estão o complexo industrial militar, os interesses geopolíticos na região para o controle do petróleo. E vêm daí também os ataques à Venezuela. As guerras são planos estratégicos das grandes potências. São hipócritas que falam sobre a liberdade.

Hipócritas são sempre os outros, não é mesmo? Não ele, que não explica o que fazer para melhorar a vida dos sírios que são vítimas de armas químicas de seu ditador, ou dos venezuelanos desesperados com o caos socialista. Trump é o grande vilão da humanidade, não Maduro ou Bashar al-Assad. Esses devem ser justiceiros sociais, pela ótica distorcida do “pensador” de esquerda.

Mas também, convenhamos: o que esperar de um sujeito que ainda defende Lula?! Ou é muito tapado, ou não vale nada e não tem caráter. Terceira hipótese não há…

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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